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Crime passional: Acusado de matar jovem na Vila Betel é preso

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A elucidação rápida e a prisão do suspeito refletem a atuação eficiente da DHPP, que tem se destacado pela resposta imediata em investigações e pelo uso estratégico de medidas cautelares.

MIkesio foi detido sob a acusação de envolvimento no homicídio de Victor Vinny Pinheiro da Costa, de 28 anos, ocorrido em 20 de novembro. Foto: cedida

Investigadores da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), prenderam Mikesio Gomes da Mota de 22 anos na noite da última quinta-feira, 14, na rua São Damião, bairro Rui Lino II, em Rio Branco.

Segundo informações fornecidas pela autoridade policial, o crime teria sido motivado por ciúmes, pois a ex-namorada do acusado passou a manter um relacionamento com a vítima.

Mikesio foi detido sob a acusação de envolvimento no homicídio de Victor Vinny Pinheiro da Costa, de 28 anos, ocorrido em 20 de novembro.

A vítima foi alvejada a tiros enquanto estava na varanda da casa de seu irmão, localizada na Rua Brasiléia, Bairro Vila Betel.

A captura do suspeito foi resultado de uma operação meticulosa, que incluiu intensa vigilância ao longo da quinta-feira, culminando na prisão ao final da tarde.

Segundo informações fornecidas pela autoridade policial, o crime teria sido motivado por ciúmes, pois a ex-namorada do acusado passou a manter um relacionamento com a vítima.

A elucidação rápida e a prisão do suspeito refletem a atuação eficiente da DHPP, que tem se destacado pela resposta imediata em investigações e pelo uso estratégico de medidas cautelares.

Essa abordagem tem sido essencial para a resolução eficaz de casos de homicídio, fortalecendo o compromisso da PCAC com a segurança e a justiça na capital acreana.

A elucidação rápida e a prisão do suspeito refletem a atuação eficiente da DHPP, que tem se destacado pela resposta imediata em investigações e pelo uso estratégico de medidas cautelares. Foto: arquivo

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Justiça do Acre recomenda prioridade na análise de medidas protetivas contra violência doméstica

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Orientação determina que juízes avaliem pedidos com urgência, mesmo diante de dúvidas sobre competência do processo

A Corregedoria-Geral da Justiça do Estado do Acre publicou nesta quinta-feira, 19, a recomendação nº 3/2026, que orienta magistrados e magistradas de 1º grau a priorizarem a análise de pedidos de medidas protetivas de urgência em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, mesmo quando houver dúvida sobre a competência para julgar o processo.

Assinada pelo corregedor-geral, desembargador Nonato Maia, a medida tem como objetivo garantir maior celeridade e efetividade na proteção às vítimas, evitando atrasos que possam colocar em risco a integridade física, psicológica e moral das mulheres.

De acordo com o documento, sempre que houver viabilidade técnico-jurídica, os juízes devem analisar os pedidos de medidas protetivas antes de eventual declínio de competência, ou seja, antes de encaminhar o caso a outro juízo considerado competente. A orientação está fundamentada no artigo 18 da Lei Maria da Penha, que prevê a adoção de providências imediatas pela autoridade judicial nesses casos.

A recomendação ressalta que a análise rápida dessas medidas é fundamental para garantir a segurança das vítimas e preservar a efetividade da proteção judicial.

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Pai é preso após agredir filho de 12 anos com cinto em Cruzeiro do Sul: ‘Tentou abafar os gritos com a mão’

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Conforme um familiar da vítima, suspeito já praticou outras agressões com galho de azeitona e cipó, além de um remo de pesca. Prisão ocorreu na última segunda (16) em Cruzeiro do Sul

Vítima relatou a polícia que em outras agressões, o pai já usou galho de azeitona e um remo de pesca. Foto: Arquivo pessoal

Por Walace Gomes

Um homem de 33 anos foi preso suspeito de agredir o próprio filho, de 12 anos, com um cinto, na segunda-feira (16), no bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. Segundo informações da Polícia Militar (PM-AC), o adolescente havia passado o fim de semana na casa de um familiar e demorou para voltar para casa.

O homem foi buscar o adolescente e teria prometido aos familiares que não o agrediria. No entanto, ao chegar em casa, pediu que o menino tomasse banho e, em seguida, passou a batê-lo com um cinto. Após o caso, a vítima ficou sob os cuidados de familiares.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai do garoto afirmou que estava apenas “educando” o adolescente. O caso foi denunciado à PM e ao Conselho Tutelar e registrado como maus-tratos, com agravante por a vítima ser menor de idade.

Segundo a conselheira Erivalda Menezes, o adolescente foi encontrado com vários ferimentos, e, após o resgate, foram tomadas as medidas cabíveis.

“Informamos ao Ministério Público sobre o caso e fizemos demais encaminhamentos onde sugerimos que ele permaneça com os familiares, pois lá, terá todos os direitos assegurados”, concluiu.

Passou dos limites

Um familiar da vítima, que preferiu não ser identificado, contou que o suspeito teria tapado a boca do garoto durante as agressões para evitar que os vizinhos ouvissem os gritos.

“Antes de ir pegar o filho, o pai dele chegou a enviar vários áudios para o menino ameaçando bater nele, dizendo que iria usar um remo de pesca. Ao chegar em casa, esperou ele sair do banho, bateu com agressividade e ainda tentou abafar os gritos com a mão”, disse.

Segundo o familiar, o garoto demorou a voltar para casa por medo de ser agredido. Apesar das cobranças do pai, ele decidiu permanecer na casa do parente. “Ele sempre me falava que, quando o pai batia, passava dos limites”, destacou.

Irmã do adolescente também já sofreu agressões praticadas pelo pai. Foto: Arquivo pessoal

‘Pensava em tirar a própria vida’

Ainda segundo o familiar, as agressões não eram isoladas e também atingiam a irmã do adolescente, de 11 anos. Ele afirmou que o menino chegou a apresentar sofrimento emocional.

“Ele sempre bate assim, por motivos banais. Já chegou a bater com galho de azeitona e cipó, além de utilizar um remo quando estava com mais raiva. Foram várias agressões. Uma vez o garoto me disse que preferia morar em um abrigo e que pensava em tirar a própria vida porque não aguentava mais sofrer“, contou.

O homem é separado da mãe das crianças. Segundo o familiar, a madrasta não teria boa relação com os enteados. “Sempre aconselhamos que não queríamos nos meter na criação dos meninos, mas eles fugiam para a nossa casa após as agressões, pois já tinham desenvolvido trauma psicológico”, afirmou.

A Constituição Federal estabelece que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente direitos fundamentais, além de colocá-los a salvo de toda forma de exploração e violência.

Veja como denunciar casos de maus-tratos e negligência a crianças e adolescentes:
  • Polícia Militar – 190: quando a criança está correndo risco imediato;
  • Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes;
  • Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
  • Qualquer delegacia de polícia;
  • Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
  • Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel.
  • Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer a notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
  • WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos:(61) 99656- 5008;
  • Ministério Público;
  • Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

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Operação Sinergia prende mulher com drogas no bairro da Lagoa, em Cruzeiro do Sul

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Suspeita foi flagrada com 37 porções de cocaína, maconha, skunk e dinheiro; comparsa conseguiu fugir

De acordo com o capitão Thales Campos, com ela foram encontradas 37 porções aparentando ser cocaína, cinco de maconha e skunk. Foto: captada 

Uma mulher foi presa por suspeita de tráfico de drogas durante uma ação da Operação Sinergia, em Cruzeiro do Sul. A operação, coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), reúne diversas forças de segurança e segue até o dia 28 de março, com o objetivo de reforçar a segurança na região. As ações ocorrem de forma integrada, envolvendo órgãos como Polícia Militar, Exército Brasileiro e Polícia Federal, em áreas urbanas, ramais e vias fluviais.

Durante uma das abordagens realizadas pelo Giro, na quarta-feira (18), no bairro da Lagoa, um casal foi flagrado supostamente comercializando entorpecentes. O homem conseguiu fugir, mas a mulher foi detida.

De acordo com o capitão Thales Campos, com ela foram encontradas 37 porções aparentando ser cocaína, cinco de maconha e skunk, além de dinheiro em cédulas e moedas.

Procedimentos legais

A suspeita foi conduzida para a delegacia, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis. A operação segue com novas ações na região, mantendo o reforço no policiamento e na fiscalização para coibir crimes como o tráfico de drogas e a violência na fronteira do Acre.

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