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Copa do Brasil: Os quatro times grandes do RJ estão nas oitavas

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Copa do Brasil: Os quatro times grandes do RJ estão nas oitavas
Tiago Fernandes

Copa do Brasil: Os quatro times grandes do RJ estão nas oitavas

Nessa quarta-feira (22), mais oito times se classificaram para as oitavas de final da Copa do Brasil . Entre eles, Fluminense, Botafogo e Flamengo. Eles se juntaram ao Vasco da Gama, que já havia garantido sua vaga na próxima fase da competição na última terça-feira (21). Com isso, todos os quatro principais times do Rio de Janeiro seguem firmes e fortes nas oitavas de final da segunda principal competição do País. Esse feito não acontecia desde 2013.

Os confrontos de 2024 foram não trouxeram surpresas negativas para os cariocas até agora. O Fluminense não deu brecha para qualquer tipo de zebra ao vencer o Sampaio Corrêa por 2 a 0, no Maracanã. O jogo marcou o reencontro de John Kennedy com as redes. O atacante, que entrou no segundo tempo, marcou seu segundo gol do ano. O outro foi marcado por Arias. No jogo de ida, em Cariacica, o Tricolor já havia vencido por 2 a 0.

O Botafogo também se classificou para as oitavas ao superar o Vitória por 2 a 1 , no Barradão. Luiz Henrique e Júnior Santos marcaram para o alvinegro. Daniel Júnior diminuiu para o time baiano. Botafogo já havia vencido o primeiro jogo no Engenhão por 1 a 0.

O Flamengo sofreu um pouco, mas passou longe de colocar a classificação em risco , pois já estava com a vantagem por conta da vitória na primeira partida do confronto. Pedro marcou no fim e garantiu mais uma triunfo por 1 a 0.

Para completar o quarteto, o Vasco foi o que mais passou aperto e chegou perto de deixar escapar a vaga para as oitavas. Após um jogo de reviravoltas contra o Fortaleza, o tempo regulamentar terminou em 3 a 3. Como o primeiro jogo também tinha terminado empatado, a decisão foi para os pênaltis. Foi aí que brilhou o goleiro Léo Jardim, que defendeu a última cobrança do time cearense e decretou a vitória por 5 a 4.

Agora, os quatro times considerados grandes do estado carioca apenas esperam o sorteio para saber quem vão enfrentar nas oitavas de final. Na última vez que eles estiveram juntos nessa etapa do campeonato, onze anos atrás, Botafogo, Flamengo e Vasco conseguiram ainda avançar às quartas de final, enquanto o Fluminense caiu nas próprias oitavas para o Goiás.

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Fonte: Nacional

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Brasil

Agendão GPS: rock, samba e festas juninas são opções para o fim de semana

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Agendão GPS: rock, samba e festas juninas são opções para o fim de semana
Yumi Kuwano

Agendão GPS: rock, samba e festas juninas são opções para o fim de semana

No fim de semana em que é comemorado São João , opções de arraiás na cidade não faltam, mas tem muito mais. Nesta edição, o Agendão do GPS|Brasília preparou uma lista especial dos principais eventos da cidade, que inclui shows de atrações que vão do samba ao hip-hop, além de peças de teatro .

Funn Festival

O maior festival de inverno do Brasil, o Funn Festival, promete um final de semana de muita música e animação. Na sexta-feira (21), o evento recebe Fundo de Quintal, Roupa Nova e Paulo Ricardo. Já no sábado (22), é a vez de Filipe Ret, Caio Luccas e MC Maneirinho agitarem o público. O festival acontece no Estacionamento 9 do Parque da Cidade, proporcionando uma experiência única em um ambiente descontraído e acolhedor.

Serviço:

Funn Festival
Datas: 21 e 22 de junho
Local: Estacionamento 9, Parque da Cidade
Ingressos: site oficial do evento

Arraiá do Zecão: Sexta Gode na Arena BRB

A Arena BRB recebe mais uma edição do Arraiá do Zecão nesta sexta-feira, 21, a partir das 21h. Com uma decoração típica de festa junina, o evento contará com shows do grupo Doze por Oito, do cantor Guterres e dos DJs Caio Hot, Sidhvrta, Argon e Daniel Futuro. Além das atrações musicais, o público poderá se divertir com touro mecânico, barraca do beijo e comidas típicas.

Serviço:

Arraiá do Zecão
Data: 21 de junho
Horário: a partir das 21h
Local: Arena BRB, Estádio Nacional Mané Garrincha – Portão K
Ingressos: Sympla
Reservas e Informações: (61)99925-1326

Divã da Carmela

A jornalista-artista Carmela retorna aos palcos com o espetáculo “Divã da Carmela” nos dias 22 e 23 de junho, às 19h, no Teatro Sesc 504 Sul. A peça inovadora garante entrada gratuita para moradores da periferia do DF e cobra R$40 para residentes do Plano Piloto e áreas nobres. A produção promete novas surpresas e uma dose extra de tempero em sua narrativa.

Serviço:

Divã da Carmela
Datas: 22 e 23 de junho
Horário: 19h
Local: Teatro Sesc 504 Sul
Ingressos: Sympla
Classificação: 12 anos

Arraiá do CCBB: tradição e cultura no Centro Cultural Banco do Brasil

Nos dias 22 e 23 de junho, das 14h às 20h, o CCBB Brasília celebra a cultura junina com o Arraiá do CCBB. A programação inclui apresentações de Forró Cobogó, As Fulô do Cerrado, Quadrilha Saca Rolha e o Grupo de Quadrilha Junina Vira & Mexe. Além disso, o evento oferece oficinas, gincanas e comidas típicas para toda a família. A entrada é gratuita.

Serviço:

Arraiá do CCBB
Datas: 22 e 23 de junho
Horário: 14h às 20h
Local: CCBB Brasília
Ingressos: gratuitos (disponíveis na bilheteria e no site bb.com.br/cultura )
Classificação: livre

Batalha do Metrô: rimas e hip-hop na Samambaia Sul

A tradicional Batalha do Metrô acontece no dia 21 de junho, às 19h30, na estação Samambaia Sul. A edição especial “O Apogeu” contará com a presença do cantor Dudu e MCs de destaque nacional. A entrada é gratuita, com necessidade de retirar ingressos antecipadamente no Sympla.

Serviço:

Batalha do Metrô
Data: 21 de junho
Horário: a partir das 19h30
Local: Estação Samambaia Sul
Ingressos: Sympla
Classificação: livre

Oltreoceano: arte ítalo-brasileira no Congresso Nacional

A exposição “Oltreoceano. 150 anos de arte ítalo-brasileira” celebra a contribuição italiana para a arte do Brasil. A mostra estará aberta ao público de 26 de junho a 14 de julho no Salão Negro do Congresso Nacional, com obras raras e valiosas de artistas italianos e seus descendentes.

Serviço:

Oltreoceano
Data: 26 de junho a 14 de julho
Horário: segunda a sexta, das 9h às 13h e das 14h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 9h às 18h
Local: Salão Negro do Congresso Nacional
Entrada: gratuita

Dona Sônia em “Eu Não Digo é Nada”

O humorista Glauber Cunha apresenta seu show de comédia “Eu Não Digo é Nada” com a personagem Dona Sônia, em duas sessões no dia 23 de junho, às 16h30 e 19h, no Teatro Caesb Águas Claras. Os ingressos estão à venda no Sympla a partir de R$50.

Serviço:

Eu Não Digo é Nada
Data: 23 de junho
Horário: 16h30 e 19h
Local: Teatro Caesb Águas Claras
Ingressos: Sympla
Classificação: livre

Festa do Boi do Seu Teodoro: São João em Sobradinho

A tradicional festa junina do Boi do Seu Teodoro acontece no dia 23 de junho, a partir das 17h30, em Sobradinho. O evento contará com quadrilhas, comidas típicas e show da banda de forró Só Pra Xamegar. A entrada é gratuita.

Serviço:

Festa do Boi do Seu Teodoro
Data: 23 de junho
Horário: a partir das 17h30
Local: Sobradinho
Entrada: gratuita

Megafesta Junina no Complexo Fora do Eixo

Uma das épocas mais animadas do ano já chegou, e o Complexo Fora do Eixo preparou um arraiá imperdível! Com uma programação variada que vai de 20 a 23 de junho, a festa junina oferece forró, bingo, correio elegante, touro mecânico e quadrilhas. A diversão começa na sexta-feira (21) com atrações como pagode do Benzadeus, Arthur Campos, Karenzinha e Kacá. No sábado (22), a festa continua com quadrilha, match junino e shows de Galã do Piseiro e grupo Mistura, além de DJs animando a noite. No domingo (23), o destaque fica para o bingo e apresentações do grupo Largo Tudo, Jol Jol, Gabriel Alves, e DJs Sidharta e Kacá.

Serviço:

Complexo Fora do Eixo
Endereço: SAAN, Quadra 1
Horário de funcionamento: quinta a sábado, a partir das 20h; domingo, a partir das 17h.
Instagram: @complexoforadoeixo
Ingressos antecipados no site: Digital Ingressos
Valor: a partir de R$ 20 meia-entrada (valores sujeitos a alteração sem aviso prévio)
Classificação: 18 anos

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Fonte: Nacional

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Na ressaca do PPCub, Brasília ainda não conhece impactos da nova lei

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Na ressaca do PPCub, Brasília ainda não conhece impactos da nova lei
Caio Barbieri

Na ressaca do PPCub, Brasília ainda não conhece impactos da nova lei

Ainda na ressaca da aprovação acelerada do novo Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília ( PPCub ), que ocorreu na quarta-feira (19) pela Câmara Legislativa ( CLDF ), os brasilienses ainda não sabem os reais impactos que a nova lei poderá ocasionar na rotina da capital federal.

Dentre as diversas medidas previstas no texto, a questão mais polêmica diz respeito à possibilidade de instalação de motéis, pousadas e hotéis nas vias W3 Sul e Norte, bem como a autorização para a construção de novos complexos residenciais às margens do Lago Paranoá, próximos aos palácios da Alvorada e do Jaburu. Além disso, a criação de um camping na Asa Sul e o aumento do gabarito de 16 hotéis no centro de Brasília também geraram questionamentos.

O partido PSol anunciou que tomará medidas judiciais contra a aprovação do plano e destacou a falta de debate adequado em torno do projeto e a ausência de uma análise mais detalhada das emendas apresentadas.

A presidente do diretório regional do partido no DF, Giulia Tadini, enfatizou que a aprovação sem discussões reflete uma visão elitista e excludente da cidade, sem considerar a preservação ambiental.

Especialistas renomados, como o professor Frederico Flósculo , da Universidade de Brasília (UnB), Vera Ramos , ex-presidente do Instituto Geográfico e Histórico do DF, e até mesmo Paulo Niemeyer , bisneto de Oscar Niemeyer, criticaram a aprovação “precipitada” do PPCub.

Da mesma forma, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ( Iphan ) negou ter aprovado o novo texto do plano, quando ressaltou a importância da sociedade civil e dos órgãos de controle no acompanhamento do processo.

Durante as discussões acaloradas, a arquiteta e especialista em urbanismo Duda Almeida, do GPS|Brasília , destacou a importância de um debate sério e amplo sobre o futuro da cidade.

Segundo ela, é vital que os cidadãos compreendam os interesses em jogo e contribuam para decisões que beneficiem a coletividade, o que evita extremismos e resistências à mudança sem fundamentos consistentes.

“Em Brasília já tivemos manifestações diversas, que historicamente se mostraram mais próximas do conceito ‘not in my backyard’ do que propriamente justificáveis; como, por exemplo, atos contra as estações de metrô da Asa Sul; contra a ponte JK; contra a construção do Hospital Sarah Kubitschek do Lago Norte; contra o bairro Noroeste inteiro, contra a implantação do VLT. Manifestações que, com o tempo, se mostraram mais pictóricas, exaltadas e infundadas do que relevantes – mas que alimentaram protestos inflamados (…). As disputas são normais, mas a busca deve sempre ser no sentido de proteger os interesses coletivos de maneira a conciliar a produção do espaço urbano, a participação popular e a democracia”, explicou a especialista.

Com a aprovação do projeto que prevê mudanças no uso territorial de espaços na área tombada da capital federal, o chefe do Executivo local, Ibaneis Rocha (MDB), comemorou o “marco de modernidade” para o Distrito Federal e ressaltou a importância da legislação para o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população de Brasília.

Já o presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz (MDB), destacou a resposta da aprovação do PPCub, que estava sendo discutido há quase duas décadas no Parlamento, e enfatizou que a medida aprovada atende aos anseios da população.

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Fonte: Nacional

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Brasil

Rio Grande do Sul contabiliza perda de 17 mil colmeias desde enchentes

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O estado do Rio Grande do Sul já contabiliza a perda de pelo menos 16,9 mil colmeias desde o início das enchentes ocorridas nos primeiros dias de maio – em média, cada colmeia tem de 50 mil a 80 mil abelhas. Os dados levam em conta apenas as mortes da espécie Apis mellifera e de abelhas-sem-ferrão, ocorridas até o último dia 20.

O levantamento, feito pela Federação Agrícola e de Meliponicultura do Rio Grande do Sul, em parceria com o Observatório das Abelhas, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Ministério da Agricultura e Pecuária, registrou perda de colmeias em, pelo menos, 66 municípios do estado, principalmente em Palmares do Sul (RS), que computou a destruição de mais de duas mil colmeias.

“As colmeias ficaram submersas ou foram carregadas [pela água]. Muitas áreas foram inundadas pelas águas que escorreram das partes mais altas, levaram as colmeias ou inundaram os locais, deixaram as colmeias realmente submersas e as abelhas morreram”, destacou em entrevista à Agência Brasil a coordenadora executiva do Programa Observatório de Abelhas do Brasil, a bióloga Betina Blochtein.

Os dados do levantamento não consideraram as colmeias que foram parcialmente atingidas pela água e nem aquelas que estão em risco em razão da falta de alimentos para as abelhas. No total, segundo a Associação Brasileira de Estudo das Abelhas, o estado gaúcho tem 486 mil colmeias.

“A gente não está computando as colmeias que estão agora em alto risco, por exemplo, que foram parcialmente afetadas. As paisagens foram muito lavadas, em muitos casos elas estão com uma camada de lodo, de terra por cima, não têm vegetação com flores, então, não têm alimentação para as abelhas”, disse Blochtein. 

A quantidade de abelhas mortas no estado em razão da tragédia climática pode ser muito maior, segundo a bióloga. Isso porque apenas a espécie Apis mellifera e abelhas-sem-ferrão foram monitoradas. As abelhas que não vivem em colmeia, não sociais, por exemplo, não têm como ser computadas no levantamento.  

“Temos na natureza centenas, milhares de espécies de abelhas que a gente não consegue monitorar, e que ninguém viu onde elas estavam quando começou a chuva e ninguém consegue contá-las”. 

Blochtein ressalta que essas abelhas, não sociais, são mais frágeis, têm menos capacidade de se defender de alterações climáticas bruscas e, provavelmente, foram ainda mais impactadas pelas chuvas e enchentes.  

“O que acontece é que as abelhas não sociais não têm reservas de alimento, elas são mais sensíveis e  tendem a perecer mais facilmente. O triste disso tudo é que se a gente tomar a Apis mellifera, ou mesmo as abelhas-sem-ferrão, como as espécies que indicam o que está acontecendo com os polinizadores, então vamos ter um cenário bem trágico, que nem conseguimos enxergar”. 

Culturas mais atingidas

Segundo o Relatório Temático sobre Polinização, Polinizadores e Produção de Alimentos no Brasil, da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, e da Rede Brasileira de Interações Planta-Polinizador, 76% das plantas para consumo humano no Brasil são polinizadas por abelhas. A ação de polinização do inseto tem importância variada, a depender de cada planta.

Além de aumentar a produtividade dos cultivos, a polinização feita pelas abelhas produz frutos e sementes de melhor aparência, qualidade e dá mais valor de mercado aos produtos. De acordo com o relatório, em 2018, o valor econômico da polinização para a produção de alimentos no Brasil era estimado em R$ 43 bilhões. A valoração monetária considerou o valor da produção e o incremento de produtividade associado aos polinizadores.

“A gente sabe que o grau de dependência de polinização das culturas não é sempre o mesmo. Tem culturas que dependem mais de abelhas. Por exemplo, a maçã, que tem uma dependência de mais de 90% da presença de abelhas. Se não tem abelhas ou tem poucas abelhas, as maçãs ficam pequenininhas e ficam muito irregulares”, destaca Blochtein. 

O Rio Grande do Sul é responsável por 45% da produção de maçãs brasileiras, segundo a Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi). A área de cultivo é de 14 mil hectares, distribuídos em 26 municípios. As macieiras são a principal fonte de renda para 550 pequenos, médios e grandes produtores.

Além da maçã, o estado também tem outras culturas que são dependentes, em diferentes níveis, da polinização das abelhas. “Temos também a soja, que não tem uma dependência tão elevada de abelhas, entre 12% e 20%. Mas imagina 15% de aumento da soja, 15% a mais no peso em grãos é muita coisa. Realmente, a perda de abelhas repercute”. 

A bióloga Vera Lucia Imperatriz Fonseca, referência em pesquisa com abelhas nativas, professora e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) frisa que as mudanças climáticas não vão arrefecer e ressalta que o país precisa se preparar para enfrentar a situação. 

“A mudança climática está andando e não vai mudar. Ela vai aumentar, não vai diminuir. Não tem volta para esse assunto. É um processo contínuo. No entanto, a agricultura ainda não se conscientizou disso e nem o mercado. Não vai melhorar amanhã ou ano que vem, não vai. Então, as chuvas vão continuar. E não há uma política de lidar com isso, uma política de restauração”.

Fonte: EBC GERAL

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