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Consignado do INSS será liberado na hora a partir de setembro

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Hoje, liberação do dinheiro leva mais de três dias; novo modelo facilitará contratação por meio de terminais de autoatendimento, informa o INSS

Hoje, liberação do empréstimo demora até 24 horas após autorização do INSS, diz Caixa - Foto: Brasil Econômico/Marcela Beltrão

Hoje, liberação do empréstimo demora até 24 horas após autorização do INSS, diz Caixa – Foto: Brasil Econômico/Marcela Beltrão

Da redação, com Vitor Sorano – iG

Os empréstimos consignados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão liberados imediatamente pelos bancos a partir de 15 de setembro. Hoje, o dinheiro demora mais de três dias para chegar às mãos do beneficiário. A medida também facilitará a contratação do empréstimo por meio de terminais de autoatendimento.

O sistema deverá acelerar uma modalidade de crédito que registra cerca de 1 milhão de operações por mês e, segundo a  Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), cresce a uma média de 28% ao ano em volume emprestado.

A agilização do processo de aprovação do empréstimo será possível porque a comunicação entre os bancos e o INSS passará a ser online. O procedimento atual é feito por meio da troca de arquivos – o que é conhecido como rotina batch – e leva, em média, três dias.

Além disso, o banco atualmente pode levar mais algum tempo para liberar os recursos após a averbação, que é o registro do empréstimo pelo INSS. Na Caixa Econômica Federal, esse prazo chega a 24 horas, segundo informou a instituição.

As condições do crédito não mudam: prazo de até 60 meses para, com parcelas que comprometam, no máximo, 30% do valor do benefício. A taxa máxima de juros está em 2,14%.

Santander confirma adesão

A comunicação online entre bancos e INSS é batizada de Projeto ECO (Empréstimo Consignado Online) e é desenvolvida pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social). De acordo com a Caixa, o INSS estabeleceu 15 de setembro de 2014 para início do novo modelo, data decidida em consenso com as instituições financeiras junto à Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O INSS não confirmou a data de início. Em entrevista ao iG no último dia 15, o diretor de benefícios da instituição, Benedito Brunca, disse apenas que o sistema “deve ser implantado neste ano de 2014”, por estar “bastante avançado.”

Além da Caixa, o Santander e o Banco do Brasil confirmaram que participarão do novo sistema tão logo ele esteja disponível.

De olho num mercado de R$ 64,8 bilhões e que representa baixo risco, todas as instituições que operam no segmento devem aderir, segundo a Acrefi.

“O sistema [bancário] vê como produto importante e a concorrência é muito acirrada”, afirma Tingas.

Sindicato critica facilidade

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi), Carlos Andreu Ortiz, avalia que o momento deveria ser para se estabelecer limites, e não facilidades, ao crédito consignado. Como o iG mostrou, a modalidade e a única entre de crédito pessoal em que a inadimplência não tem recuado.

“O consignado teve um baita de um avanço. Há um grande número de aposentados que faz não porque precisa, mas para ajudar alguém na família”, afirma. “Eu tenho minhas restrições.”

Para Tingas, da Acrefi, esse perfil tem se tornado menos comum, assim como a utilização para viagens. A modalidade, afirma, tem sido masi buscada como uma ferramenta para quitar dívidas mais caras – toma-se o consignado do INSS, por exemplo, para pagar o cartão de crédito.

“Isso é bom. Mas é importante ter um planejamento financiero muito bom. Para o aposentado do INSS, o empréstimo signifca o compretimento de uma renda que já é curta”, diz.

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Ipem divulga calendário de verificação de taxímetros em Rio Branco com mudança na periodicidade

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Procedimento passa a ser bienal e profissionais terão isenção da taxa por cinco anos; prazos variam conforme final da permissão e vão até outubro

O Ipem reforça que o controle dos instrumentos de medição é essencial em cidades com mais de 50 mil habitantes

Ipem define cronograma para verificação de taxímetros e mototaxímetros na capital

O Instituto de Pesos e Medidas do Acre (Ipem) divulgou nesta terça-feira (31) o calendário anual de renovação e verificação de taxímetros e mototaxímetros para condutores que atuam em Rio Branco. A medida segue determinação da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), conforme a Portaria nº 003/2026, publicada em 13 de janeiro no Diário Oficial.

De acordo com o cronograma, os prazos de regularização variam conforme o número final da permissão ou autorização dos profissionais. Taxistas com finais 1 e 2 devem realizar a verificação até 31 de março, enquanto os de finais 3 e 4 têm prazo até 30 de abril. O processo segue até outubro, encerrando com os permissionários de final 0, cujo prazo termina em 30 de outubro. Todos os procedimentos são regulamentados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Verificação bienal e isenção de taxas

Uma mudança importante foi introduzida pela Medida Provisória nº 1.305, de 2025, que alterou a periodicidade da verificação: antes anual, o procedimento passa a ser realizado a cada dois anos. Apesar da alteração, a obrigatoriedade continua para profissionais com certificados vencidos ou próximos do vencimento.

Além disso, a norma prevê isenção da taxa de verificação inicial e das subsequentes por cinco anos, visando reduzir custos para os condutores sem comprometer a fiscalização e a qualidade do serviço prestado.

O Ipem reforça que o controle dos instrumentos de medição é essencial em cidades com mais de 50 mil habitantes, como Rio Branco, para garantir o equilíbrio nas relações de consumo. A sede do órgão está localizada na Rua Major Gesner, nº 177, bairro Distrito Industrial, próximo ao Posto Tucumã, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h30.

Para esclarecimentos, os condutores podem entrar em contato com a Ouvidoria Nacional do Inmetro pelo telefone 0800 285 1818.

Taxistas com finais 1 e 2 devem realizar a verificação até 31 de março, enquanto os de finais 3 e 4 têm prazo até 30 de abril

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Alan Rick afirma que vice na chapa ao governo será escolhido na reta final e confirma conversas com grupo de Sena Madureira

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Senador citou o deputado Gene Diniz como um dos nomes em análise, mas destacou que a definição deve ocorrer próximo às convenções; composição envolve articulações com o MDB e outras regiões do estado

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores

Alan Rick diz que vice será definido como “última escolha” e confirma diálogo com grupo de Sena Madureira

O senador Alan Rick (Republicanos) detalhou, em entrevista à imprensa de Rio Branco, como tem sido o diálogo com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao governo do Acre. Entre os nomes citados, o senador confirmou a possibilidade do deputado Gene Diniz, irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz.

Ao ser questionado se a vaga de vice teria sido oferecida ao grupo de Sena Madureira, Alan confirmou as conversas:

“O nome do Gene foi colocado na mesa. E como eu te falei, o vice a gente não escolhe agora, né? O vice é uma das últimas escolhas que a gente faz”.

A informação gera um contraponto porque o prefeito de Sena também articula a indicação de um dos nomes da sua base para disputar as eleições pelo MDB, partido que está na base da atual vice-governadora Mailza. A informação foi confirmada pelo presidente do diretório municipal, Vagner Sales.

“O Gerlen é um cara maduro na política, sabe que existem composições que não podem ser feitas de forma intempestiva. A gente tem que olhar para todo o cenário político”, disse o senador.

Opções amplas e decisão estratégica

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores: “Tem o nome da querida Ana Paula [Correa], tem outros nomes… esses dias já citaram o nome do empresário Rico Leite”. Ele também não descartou uma composição com o Juruá: “Mas o vice também pode vir do Juruá, viu? Por que não? […] Vamos deixar as coisas acontecerem”.

Alan Rick foi enfático ao dizer que não pretende apressar a decisão, tratando-a como um movimento estratégico de última hora: “O vice é a última escolha. É lá já pertinho ou no meio das convenções que a gente, diante de todo o cenário criado, faz a escolha”.

Alan Rick (Republicanos) em entrevista para a imprensa de Rio Branco, tem diálogado com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao Governo do Estado. Foto: captada 

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Luiz Gonzaga condiciona permanência no PSDB à formação de chapa competitiva e sinaliza apoio a Bocalom

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Primeiro-secretário da Aleac afirma que aguarda definição dos nomes da chapa proporcional; parlamentar diz que, se ficar, apoiará a pré-candidatura de Tião Bocalom ao governo do Acre

Luiz Gonzaga, afirmou a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição. Foto: captada 

Luiz Gonzaga avalia ficar no PSDB para reeleição, mas aguarda definição de chapa

O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar na sigla implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e pré-candidato ao governo do Acre em 2026.

Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da legenda antes de bater o martelo sobre seu futuro político.

“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.

 

Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre integrou a base de apoio ao governador Gladson Cameli.

Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político. Foto: captada 

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