Acre
Com incentivo ao homem do campo, prefeitura fortalece o setor produtivo na capital
Produção, Emprego e Dignidade. Esse é o lema da atual gestão municipal. Rio Branco nunca recebeu tanto incentivo no campo como agora. Campo rico, cidade rica. É com essa motivação que a prefeitura da capital está trabalhando na zona rural. Os incentivos ao homem do campo são em todos os polos de assentamento e em áreas assistidas pela Secretaria Municipal de Agropecuária (Seagro), por meio da Assistência técnica.

Na região do Benfica, por exemplo, são 55 produtores assistidos em 83 hectares de área mecanizada. Cerca de 250 famílias beneficiadas direta e indiretamente. No local mora o produtor rural Pedro de Abreu que tem uma propriedade de 4 hectares. Na área dele produz milho, melancia e macaxeira. Nesse período, o cultivo é de milho verde que ele comercializa na cidade. Seu Pedro recebe toda a assistência técnica da prefeitura para o manejo da lavoura. Antes do plantio, a área dele foi toda corrigida com calcário e adubos.
“A assistência técnica e o incentivo dessa nova gestão é muito importante para nós produtores porque eu como pequeno produtor da agricultura familiar não tenho recurso próprio. Não tenho condições de, por exemplo, de comprar calcário. É muito caro. A minha terra pegou 3,5 toneladas de calcário, por hectare, e foi fornecido, através do programa da prefeitura. O insumo também, a mecanização, foi custo zero para nós. A gente só precisa trabalhar e produzir”, informou.
O Marcos Matias é o engenheiro agrônomo do município que dá toda a assistência técnica ao seu Pedro. Ele diz que para que a lavoura seja bem-sucedida, a dedicação do produtor é essencial para o sucesso da produção.
“O senhor Pedo fez todo o processo de correção da acidez e da fertilidade do solo no tempo certo e plantou uma semente de qualidade que é o 1058. Para produção de espigas de milho verde, para consumo in natura. Você vêm as características da folha. Uma folha com um verde bem tenso. Tem plantas com duas espigas, mas só se cole uma. A altura é ideal, em torno de dois metros. Quer dizer, todo o padrão genético da semente foi expresso aqui em função da boa correção do solo. Quanto a acidez e a fertilidade”, explicou.
No plantio de dois hectares a estimativa de colheita é de 20 mil espigas, 18 mil reais na comercialização.
“Eu produzo melancia e no verão eu tiro a roça de melancia também escalonada. E agora no inverno eu entro com milho. Se eu montar aqui o sistema de irrigação, aí o milho vai ser o ano todinho, no verão.”SONORA: Pedro de Abreu (produtor rural)
São com esses incentivos e à disposição de produtores como o seu Pedro, que Rio Branco vai gerando riqueza no campo.
Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC
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Acre
Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia
Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.
De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.
No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.
O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.
Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.
O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.
A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.
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Acre
Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza
Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu
O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.
Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.















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