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Acre

Com cheia do Igarapé Preto, prefeitura de Cruzeiro do Sul mantém guarda-vidas no balneário

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O Igarapé Preto, em Cruzeiro do Sul, está cheio e com bastante correnteza. Nessas condições, aumentam os riscos de acidentes e afogamentos. Aos finais de semana e feriados, quando há maior movimento de pessoas no local, o balneário mais famoso do Acre conta com guarda-vidas pagos pela prefeitura do município. São quatro 4 guarda-vidas por turno, que ficam no local das 9h às 17h.

A secretária de Turismo e Empreendedorismo de Cruzeiro do Sul, Janaína Terças, diz que toda a área foi sinalizada e os profissionais garantidos. “O Igarapé Preto é um espaço que atrai tanto moradores quanto turistas. Por isso, implementamos diversas sinalizações de conscientização e contratamos guarda-vidas para garantir a segurança dos banhistas e prevenir afogamentos”, afirmou.

 

O presidente da Associação dos guarda-vidas do Juruá, Francisco Narisson, relata as principais ocorrências registradas neste período, como pessoas que pulam na água de cima da estrada na boca do bueiro que há no local. “Então tem muitas pessoas que testam o limite ali, que dão os saltos mortais, e isso se torna um risco, porque às vezes tem tronco de árvore, tem galhos de árvore, coisa do tipo, e de vez em quando a gente se depara com a situação de alguém se machucando, batendo a cabeça por causa dos pulos. E a gente sempre orienta para evitar esses pulos, esses pontões, mas tem os adolescentes que sempre insistem nessa forma de pular. E aí a gente está no local para fazer aquela prevenção, parte de orientação e fazer uma vistoria em todos os locais onde tem tronco de árvore, fazer toda a demarcação para que a gente não tenha problema”, pontua ele, enfatizando que as crianças correm um risco ainda maior.

Francisco ressalta que o cuidado precisa ser redobrado para as crianças, que na maioria das vezes, não tem noção do perigo. “Um descuido, um minuto é suficiente para a criança se afogar. A guarnição está sempre atenta, mas a ajuda dos pais é sempre bem-vinda”, destaca.

Em junho deste ano, o prefeito Zequinha Lima entregou aos empreendedores do local 11 quiosques padronizados, que oferecem melhores condições de trabalho aos comerciantes e comodidade aos clientes, o que aumentou o movimento no local.

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Acre

Nível do Rio Acre recua em Rio Branco, mas segue acima da cota de alerta

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Mesmo com queda nas últimas horas, manancial ainda preocupa autoridades; volume de chuva foi baixo nas últimas 24h

O nível do Rio Acre apresentou redução na manhã desta quinta-feira (2), em Rio Branco, mas ainda permanece acima da cota de alerta, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com os dados, às 6h o rio marcou 13,79 metros, indicando queda em relação às medições anteriores. Já às 9h, o nível baixou para 13,70 metros, mantendo a tendência de recuo ao longo da manhã.

Apesar da diminuição, o manancial segue acima da cota de alerta, fixada em 13,50 metros. A cota de transbordo é de 14 metros, o que mantém o cenário de atenção para possíveis elevações.

Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado na capital acreana foi de 1,20 milímetros, considerado baixo e que contribui para a redução gradual do nível do rio.

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Páscoa: operação fiscaliza preços e combate abusos ao consumidor no Acre

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O Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon) deflagrou, na segunda-feira (30), em todo o estado, a Operação de Páscoa, ação de fiscalização voltada ao período comemorativo, quando cresce a procura por pescados, chocolates e outros produtos típicos da data.

A operação tem como foco o monitoramento dos preços praticados no mercado, a identificação de variações abusivas e o cumprimento das normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC), com ênfase na transparência das informações e na correta precificação.

Os estabelecimentos visitados receberam notificações recomendatórias com orientações para prevenção de práticas abusivas e publicidade enganosa. O chefe do setor de fiscalização do Procon, John Lynneker Rodrigues, ressaltou o caráter educativo da ação. “Nosso trabalho é garantir que o consumidor tenha acesso a informações claras e preços justos, especialmente em períodos sazonais como a Páscoa, quando há maior demanda por determinados produtos. A atuação do Procon busca prevenir abusos e fortalecer a confiança no mercado.”

O gerente de um supermercado visitado na capital, Aludson Pereira, avaliou positivamente a presença dos fiscais. “A fiscalização é fundamental para demonstrar que os preços praticados seguem critérios baseados nos custos de aquisição. Esse acompanhamento também proporciona mais transparência e segurança ao consumidor, que passa a ter a garantia de estar pagando um valor justo”, declarou. A operação segue até o fim do período que antecede a data comemorativa.

Para consumo consciente na Páscoa, o Procon orienta os consumidores a planejar as compras com lista e orçamento definidos; pesquisar preços em diferentes estabelecimentos; avaliar custo-benefício além da marca ou embalagem; conferir validade, composição e peso líquido dos produtos; evitar parcelamentos desnecessários; optar por chocolates em barras, kits ou produtos artesanais; combinar limites de gastos com presentes entre familiares e amigos; e comprar apenas o necessário para evitar desperdício.

Denúncias, consultas e reclamações podem ser feitas pelos telefones (68) 3223-7000 ou 151, pelo e-mail [email protected], pela plataforma consumidor.gov.br ou pelos formulários digitais no site Meu Ac.gov.br, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30.​​​​​​​​​​​​​​​​

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Hotel deve ser indenizado por falha na instalação de sistema fotovoltaico

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As irregularidades técnicas do equipamento instalado geraram prejuízo ao consumidor, que teve seus direitos garantidos com a imposição de indenização por danos morais e materiais

A 2ª Câmara Cível deu provimento ao pedido de um hotel para que a empresa de energia solar e a distribuidora de energia fossem responsabilizadas pelo atraso na instalação e pelo mau funcionamento do sistema fotovoltaico. A decisão foi publicada na edição nº 7.988 do Diário da Justiça (pág. 5), desta quarta-feira, 1º de abril.

De acordo com as cláusulas do contrato, o prazo para execução dos serviços era de 70 dias e o sistema de compensação geraria 5.000 kWh/mês. Além da extrapolação do prazo, nos dois primeiros meses o sistema apresentou desempenho inferior ao contratado, variando de 679 a 2.513 kWh/mês.

No 1º grau, a sentença tinha condenado as demandadas ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais. Contudo, o hotel recorreu para que os danos materiais também fossem incluídos. Deste modo, as perdas e danos emergentes do inadimplemento contratual foram avaliados à luz do Código de Defesa do Consumidor.

Ao analisar o mérito, a relatora do processo, desembargadora Waldirene Cordeiro, assinalou que o dano material ficou evidenciado pelo pagamento simultâneo do financiamento do sistema e das faturas de energia elétrica durante o período em que o equipamento não operava adequadamente, bem como pelos gastos extras que foram necessários para a correção da falha técnica e foram comprovados nos autos. Portanto, estes também devem ser indenizados, decidiu o colegiado por unanimidade.

Apelação Cível nº 0711563-74.2022.8.01.0001

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