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Acre

Com apoio de Luiz Gonzaga, Porto Walter realiza o maior campeonato feminino de futebol do Acre

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“O esporte tira os jovens dos vícios e mundo do crime”, foi com essa frase que o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, abriu a 8ª edição do Campeonato Feminino de Futebol Society no Ilha Verde, em Porto Walter, na tarde de Sábado (15).

O torneio foi organizado pela Prefeitura de Porto Walter e contou com emenda de Luiz Gonzaga para garantir a premiação, bolas e material esportivo aos moradores das comunidades.

Gonzaga parabenizou a prefeitura pelo evento e afirmou que o esporte tira jovens do mundo do crime e vícios, além de promover momentos de lazer e entretenimento aos acreanos que moram em comunidades isoladas.

“É uma alegria poder contribuir com esse trabalho importante da Prefeitura de Porto Walter. Conseguimos, através de nossa emenda, dar um destaque também para o futebol feminino. Muitas mulheres nunca tiveram a oportunidade de usar uma chuteira, e agora tiveram esse prazer. Essa é uma forma de inclusão das famílias no esporte e uma oportunidade para nossa juventude praticar esportes e não se envolver com bebidas e coisas erradas”, disse o parlamentar.

O vice-prefeito Guarsônio Melo agradeceu ao presidente da Aleac pelo apoio e afirmou que o esporte precisa chegar a todos, incluindo a as mulheres.

“Esta é uma competição que vai ficar na história do Juruá. Quero agradecer ao deputado Gonzaga que alocou recursos para que possamos realizar esse campeonato que é o mais esperado do nosso município. Quem tem a ganhar é a população portowaltense. Tivemos êxito em atender todos os interessados em participar da competição, que vem, sobretudo, com uma pegada de diversão e entretenimento para as mulheres de nosso município”, disse.

A jogadora Natália Bezerra agradeceu a prefeitura e o deputado Gonzaga pela realização. “Estamos muito felizes pelo protagonismo que as equipes femininas estão tendo nas atividades esportivas no município”, disse.

O campeonato acontece todos os anos e reúne equipes da zona urbana e rural de Porto Walter. Nesta edição, estão inscritas 20 equipes femininas que receberam uniformes completos doados pela prefeitura.

Com premiação histórica, a competição premiará até o 4º lugar com dinheiro, troféus e medalhas, além de premiação para a goleira e a artilheira que se destacar.

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Procuradoria-Geral realiza processo seletivo para estagiários de Direito

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A Procuradoria-Geral do Acre (PGE/AC) torna público o 21º Processo Seletivo para estágio na área de Direito, para a formação de cadastro de reserva. O edital está disponível no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira, 12.

As inscrições poderão ser realizadas no período de 15 de abril a 10 de maio, exclusivamente pelo site www.estagio.pge.ac.gov.br, o link estará disponível a partir de segunda-feira.

A jornada de estágio é de 4 horas diárias e 20 horas semanais. A bolsa de estágio é no valor de R$ 800, mais auxílio-transporte no valor de R$ 200.

O processo seletivo será composto de uma prova de caráter classificatório e eliminatório, a ser realizada no dia 17 de maio, no auditório do Instituto de Educação Lourenço Filho (Ielf), na Av. Getúlio Vargas, 2855, Vila Ivonete, em Rio Branco.

Fonte: Governo AC

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Educação Indígena recebe investimentos do governo do Estado

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), realiza investimentos na construção de pelo menos 30 escolas indígenas em diversos municípios acreanos, como Sena Madureira, Feijó, Assis Brasil, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo. O montante investido chega a R$ 7,8 milhões.

Em Sena Madureira, cinco escolas já estão com as obras concluídas. Feijó recebeu o maior número de instituições contempladas, 11. Desse total, quatro já estão com as obras em fase de conclusão e outras sete em andamento.

Ao todo, 30 escolas indígenas serão construídas para fortalecer educação indígena. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Já no município de Tarauacá, quatro escolas estão fase de contratação, bem como em Assis Brasil e Rodrigues Alves. Em Marechal Thaumaturgo, duas escolas estão com obras em andamento.

As escolas indígenas irão garantir mais qualidade no ensino para as comunidades. Cada uma possui uma sala de aula, uma sala administrativa, construídas em madeira, além de um refeitório e de um banheiro, de alvenaria.

Entre as escolas com obras concluídas está a Francisco Barbosa, localizada na Aldeia São Francisco, do Povo Huni-Kui.  Rubens Barbosa é o cacique da comunidade e informa que é a primeira vez que recebem uma escola desse porte.

Cacique Rubens Barbosa: “Já melhorou 85%”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Agora já melhorou 85%, porque vai dar para suprir as necessidades dos nossos alunos; a escola que tinha foi construída pela própria comunidade. A gente agradece primeiro a Deus e depois ao governo do Estado”, diz. A nova escola, segundo ele, será suficiente para atender os 39 alunos da aldeia.

Quem lembra como era a antiga escola da aldeia é Roberto Barbosa, que tem três filhos em idade escolar: “Era uma escola no barro, não tinha material, era coberta com folha de alumínio e quando chovia não dava para as crianças estudarem”.

Aldeia São Francisco é uma das beneficiadas com escola indígena. Foto: Mardilson Gomes/SEE

O professor responsável pela escola é Alberto Barbosa. “A gente fica feliz por estar recebendo uma escola nova, com mais conforto para os alunos”, destaca.

Honrou a palavra

O ex-professor e ex-coordenador da antiga escola, Isaka Rui Huni-kui, relata que a comunidade teve um encontro com o secretário Aberson Carvalho e que ele honrou sua palavra, ao levar uma nova estrutura escolar para a comunidade.

Isaka Rui Huni-Kui: “Secretário Aberson Carvalho honrou sua palavra”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A comunidade tem 22 famílias e 113 moradores. Isaka Rui Huni-Kui tem três filhos em idade escolar, um deles no ensino médio. “Estamos satisfeitos com a escola, isso fortalece a comunidade e os alunos estão felizes”, aprova.

Também está contente com a nova escola o morador Ediberto Barbosa. “Quero agradecer a Deus e às pessoas, porque a gente não tinha nenhuma escola e, quando a gente estudava, era sentado no chão. Agora a gente vê a diferença”, avalia.

Elisonea Barbosa Kaxinawá: escola mais segura. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Outra moradora que agradece ao governo do Estado pelos investimentos é Elisonea Kaxinawá. “Essa escola é importante, porque tirou a dificuldade dos nossos filhos e, como mãe, fico feliz porque agora vão ter mais segurança”, recorda.

Nova estrutura

Outra comunidade em Feijó beneficiada com a construção de uma escola indígena é a Aldeia Nova Esperança. O cacique local, Essinildo da Silva, relata que a antiga escola caiu e não tinha mais como atender a demanda dos alunos. “A gente estava precisando de outra estrutura”, diz.

Escola da Aldeia Nova Esperança caiu, mas governo construiu outra nova. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A nova escola, construída pelo governo do Estado, é a Huni-Kui Buse e a Aldeia Nova Esperança forma com outras duas aldeias, a Txanayá e a Yskuyá, a Terra Indígena Henebarianamakiá, também da etnia Huni-Kui.

“Essa escola fortalece as crianças, está todo mundo animado. Agora os alunos vão aprender, porque antes eles estudavam debaixo de uma mangueira, mas agora vai melhorar muito, e a gente se sente contemplado porque as aulas irão começar ainda nesse mês”, destaca Essinildo.

Fonte: Governo AC

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OCA realiza curso de atualização em atendimento ao público para servidores da Defensoria Pública do Estado

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A Organização em Centros de Atendimento (OCA), em resposta à solicitação da Defensoria Pública do Acre (DPE), realizou entre terça-feira, 9, e quinta, 11, em Rio Branco, um curso sobre atualização em atendimento ao público, voltado a atendentes e assistentes jurídicos da instituição.

Iniciativa proporcionou aos servidores importantes ferramentas para lidar com situações cotidianas. Foto: Ludymila Maia/OCA

No primeiro dia do curso, a programação foi composta pela palestra ministrada pela diretora da OCA, Fran Brito, abordando a “Política de atendimento e inclusão e equidade no atendimento público”. A palestra ilustrou a relevância de diretrizes inclusivas e equitativas na interação com o cidadão.

Fran Brito abordou a política de atendimento para inclusão e equidade. Foto: Ludymila Maia/OCA

A gestora destacou a importância da parceria estabelecida com a DPE. “Ficamos honrados com o convite de parceria da Defensoria Pública do nosso estado, uma instituição já conhecida pelo bom atendimento e pelos relevantes serviços prestados à sociedade. A capacitação com o time da DPE foi muito proveitosa, porque já são servidores interessados em aprender e prestar um bom serviço à população”, salientou.

A seguir, a chefe do Departamento de Gestão de Pessoas e Capacitações da OCA, Janaína Marques, abordou a temática “Postura e comportamento nos diálogos com o cidadão”, e Júnior Rodrigues, chefe da Divisão de Informação e Comunicação Social, apresentou o tema “Linguagem simplificada no atendimento público”.

Ação visou aprimorar habilidades e conhecimentos relacionados ao atendimento ao público. Ludymila Maia/OCA

A defensora pública Juliana Caobianco frisou a importância da realização dessas atividades: “Nossa intenção foi trazer, para os nossos atendentes, um pouco dessa experiência que a OCA tem, por ser referência em atendimento ao cidadão”.

Dentre as atividades abordadas, inclui-se desde a ética no atendimento até técnicas eficazes de comunicação. Ludymila Maia/OCA

Para a assistente jurídica Abigail Cristina Rodrigues, participar do curso trouxe novos conhecimentos para sua vida profissional. “Vou levar muitos conhecimentos que foram passados durante o curso para minha vida”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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