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Colisão entre caminhonete e motos na Terceira Ponte deixa um morto e três feridos graves

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Acidente envolvendo veículo da empresa VIP Vigilância Eletrônica ocorreu na tarde desta quinta; Polícia Rodoviária Federal investiga as causas

Uma caminhonete modelo Ranger, de cor vermelha e placa EEP-2E06, trafegava no sentido Ceasa–Terceira Ponte quando o motorista perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e atingiu três motocicleta. Foto: 

Um grave acidente na tarde desta quinta-feira (17) tirou a vida de um funcionário da VIP Vigilância Eletrônica e deixou três pessoas em estado grave nas proximidades da Terceira Ponte, um dos principais acessos da capital acreana.

O impacto da colisão foi fatal para um dos motociclistas, que morreu ainda no local

As outras três vítimas foram socorridas em estado grave. Populares que presenciaram o acidente prestaram os primeiros socorros até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou ao local duas ambulâncias de suporte avançado e uma de suporte básico.

Relatos de testemunhas, uma caminhonete modelo Ranger, de cor vermelha e placa EEP-2E06, trafegava no sentido Ceasa–Terceira Ponte quando o motorista perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e atingiu três motocicletas — duas delas pertencentes à empresa de monitoramento eletrônico VIP.

Um dos motociclistas, nome não revelado, morreu no local. Outras três vítimas foram encaminhadas ao Pronto Socorro da capital.

Detalhes do ocorrido:
  • Veículo envolvido: Caminhonete Ford Ranger vermelha (placa EEP-2E06)
  • Dinâmica: Motorista perdeu controle, invadiu pista contrária e atingiu três motos
  • Vítimas:
    – 1 motociclista morto no local (funcionário da VIP)
    – 3 feridos graves (socorridos por populares e equipes do Samu)
Resposta emergencial:
  • 3 ambulâncias do Samu no local (2 de suporte avançado)
  • Isolamento da área pelo Batalhão de Trânsito da PM
  • Perícia da Polícia Rodoviária Federal
Impacto no trânsito:

A via permaneceu parcialmente interditada por:

  • 2 horas para trabalho pericial
  • Remoção dos veículos acidentados
  • Liberação do corpo pela medicina legal
Próximos passos:

A PRF irá:

  1. Analisar imagens de câmeras de monitoramento
  2. Verificar condições do motorista e dos veículos
  3. Apurar possível excesso de velocidade ou falha mecânica

O grave acidente tirou a vida de um funcionário da VIP Vigilância Eletrônica e deixou três pessoas em estado grave nas proximidades da Terceira Ponte. foto: cedida 

A empresa VIP Vigilância Eletrônica se pronunciou sobre o caso, prestando solidariedade às famílias das vítimas, mas não divulgou informações sobre a identidade dos funcionários envolvidos até o fechamento desta edição.

Este é o terceiro acidente grave registrado neste trecho da Terceira Ponte nos últimos dois meses, reacendendo o debate sobre a necessidade de reforço na sinalização e fiscalização eletrônica na via.

A Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito, esteve no local para controlar o fluxo de veículos e prestar apoio à Polícia Rodoviária Federal, que chegou cerca de 30 minutos após o acidente. A área foi isolada para o trabalho da perícia e para a remoção do corpo da vítima.As causas do acidente ainda serão investigadas.

A Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito, esteve no local para controlar o fluxo de veículos e prestar apoio à Polícia Rodoviária Federal. Foto: cedida 

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“DJ” que desdenhava da Polícia Civil nas redes sociais é preso por descumprimento de medida protetiva em Rio Branco

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A prisão ocorreu no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco, durante uma ação integrada da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), do Departamento de Inteligência (DI) e do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI)

Após meses de investigação, a PCAC prendeu investigado que ameaçava a ex-companheira e ironizava o trabalho policial. Foto: cedida

O que seria mais uma prisão por lesão corporal e descumprimento de medida protetiva no âmbito da Lei Maria da Penha acabou se tornando um exemplo da resolutividade e eficiência do trabalho da Polícia Civil do Acre (PCAC). Na manhã desta quarta-feira, 21, oficiais investigadores lograram êxito na captura de um homem que, além de perseguir e ameaçar a ex-companheira, desdenhava publicamente da atuação policial.

O investigado, identificado pelas iniciais F.F.D.G., de 31 anos, que se apresenta como “DJ”, já vinha sendo procurado há meses pela Polícia Civil. Inconformado com o fim do relacionamento, ele passou a descumprir reiteradamente medidas protetivas de urgência determinadas pela Justiça, além de responder por lesão corporal no contexto de violência doméstica.

A prisão ocorreu no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco, durante uma ação integrada da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), do Departamento de Inteligência (DI) e do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI). A operação foi resultado de um trabalho investigativo minucioso, desenvolvido de forma estratégica pelas equipes envolvidas.

O que chamou ainda mais atenção no caso foi a postura do investigado, que chegou a utilizar redes sociais para zombar da Polícia Civil, duvidando da capacidade da instituição em capturá-lo. Em algumas publicações, o DJ escreveu em tom irônico “Não foi dessa vez tenta mais tarde k [sic]”. Um dos artifícios para ameaçar sua ex-companheira e intimida-la era dizer que ele estava em companhia de supostos integrantes de facção criminosa.

Apesar das tentativas de intimidação e do desdém demonstrado, o homem acabou surpreendido pela atuação silenciosa e eficiente da Polícia Civil. Após a prisão, F.F.D.G. foi encaminhado à Deam, onde será ouvido pela autoridade policial e ficará à disposição da Justiça para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.

Na manhã desta quarta-feira, 21, oficiais investigadores lograram êxito na captura de um homem que, além de perseguir e ameaçar a ex-companheira, desdenhava publicamente da atuação policial. Foto: cedida 

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Gladson sanciona leis que equiparam férias de defensores às de juízes e reajustam salários de comissionados da DPE

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O governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas), sancionou nesta quarta-feira, 21, duas leis complementares que promovem mudanças na Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE-AC). As medidas preveem desde equiparação de férias aos membros da magistratura e do Ministério Público do Acre (MPAC) até a reestruturação do quadro de cargos comissionados e reajuste salarial.

A Lei Complementar nº 509/2026 altera a Lei Orgânica da Defensoria Pública, garantindo que os defensores públicos tenham direito a férias fracionadas em até três períodos ou acumuladas em até dois períodos em casos excepcionais. Além disso, a lei estabelece que membros da DPE que estiverem respondendo à sindicância ou processo administrativo disciplinar não poderão usufruir de férias, exceto se a fase de instrução já estiver concluída.

A legislação também amplia as atribuições institucionais da Defensoria, autorizando a promoção de cursos de especialização, seminários, estágios, palestras e conferências, com o objetivo de qualificar os profissionais e fortalecer o atendimento à população.

Já a Lei Complementar nº 508/2026 reestrutura o quadro de pessoal de apoio da DPE, incluindo cargos em comissão e chefias de gabinetes, diretores setoriais e coordenadorias. A lei ainda prevê reajuste salarial de 5,08% para todos os cargos em comissão, a ser aplicado a partir de junho de 2026, com valores que vão de R$ 2.558,59 até R$ 18.327,63, dependendo do cargo.

Segundo as leis, todas as despesas serão custeadas dentro das dotações orçamentárias da Defensoria Pública, condicionadas à disponibilidade financeira, e entram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026.

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Lei autoriza transferência de recursos da DPE do Acre para militares da reserva

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Foto: Joabes Guedes/PMAC

A Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE) está autorizada a transferir até R$ 403.926,80 anualmente para a Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC) com o objetivo de custear despesas com a designação temporária de militares da reserva remunerada para atuar na segurança das unidades da DPE.

A autorização foi formalizada por meio da Lei nº 4.770, sancionada pelo governador Gladson Cameli nesta quarta-feira (21). A transferência dos recursos dependerá da celebração de convênio específico entre a DPE e a PMAC e deverá seguir normas previstas na legislação federal e na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo a lei, os recursos deverão ser atualizados anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ou outro índice que venha a substituí-lo, e todas as despesas serão custeadas pelo orçamento da Defensoria Pública. A lei já entra em vigor na data de sua publicação.

O repasse busca reforçar a segurança institucional das unidades da Defensoria, garantindo proteção a servidores e cidadãos que utilizam os serviços do órgão.

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