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Cidade que já liderou casos e mortes por Covid, Assis Brasil é quem mais vacinou no Acre
Em dezembro de 2020 os dados do Ministério da Saúde apontavam que no Acre a cidade de Assis Brasil liderava em número de casos e mortes causadas pela COVID, proporcionalmente. Oito meses depois, o município saiu da zona vermelha e ocupa agora o primeiro lugar na cobertura vacinal anticovid no Acre. Relatório divulgado neste sábado,28, pelo Sistema Nacional de Saúde, SUS, mostram que Assis Brasil já vacinou 74,23% da população com as duas doses da vacina. Dos 10.902 habitantes, conforme o Ministério da Saúde, 8.093 já estão 100% imunizados.
O mesmo relatório mostra ainda que com a primeira dose a cobertura vacinal atingiu 95,29%. Já com a segunda dose, o índice é de 53,18%.
Esses números colocam Assis Brasil em primeiro lugar entre as vinte e duas cidades do Acre no ranking da vacinação contra a Covid.
- Jovens com mais de 18 foram longas filas para tomar 1° dose da vacina contra Covid em Rio Branco – Foto: Murilo Lima/Rede Amazônica Acre
O prefeito Jerry Correia diz que o cenário o cenário atual reflete o trabalho duro incansável da equipe de imunização da Secretaria de Saúde e também das medidas rígidas adotadas no combate a pandemia. Logo que assumiu o mandado em janeiro desse ano, o prefeito endureceu as regras por meio de decretos e determinou a realização de sucessivos mutirões para fazer com que a vacina chegasse a todas as comunidades.
“Aqui nossas equipes enfrentaram viagens de barco, a cavalo e a pé para não deixar ninguém sem a dose da vacina. Encararam a densa floresta para cumprir essa missão e hoje vemos o resultado desse trabalho conjunto”, comemorou.
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.











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