Cotidiano
CBF define número máximo de estrangeiros por clube no Brasileirão
Até nove atletas de um mesmo time podem ser relacionados para uma partida da Série A
Por Luís Costa – Placar
A CBF optou por manter o número máximo de nove estrangeiros por clube na Série A no Brasileirão. No entanto, novas conversas sobre a alteração desse limite ainda devem acontecer. A decisão desta quinta-feira, 11, ocorreu durante o Conselho Técnico da Série A, realizado na sede da entidade, no Rio de Janeiro.
Nos últimos anos, a quantidade máxima de estrangeiros por equipe da Série A aumentou entre as temporadas. Até 2023, o limite de estrangeiros em campo era de, no máximo, cinco atletas. Ainda naquele ano, esse número aumentou para sete. Já em 2024, essa quantidade sofreu novo aumento, indo de sete atletas estrangeiros para nove relacionados (independente do número de atletas em campo). Essa decisão foi mantida em 2025.
A expectativa com as conversas do Conselho Técnico da Série A era de uma redução para a próxima temporada. Os times, no entanto, optaram por manter a quantidade estabelecida em 2024 por mais uma temporada no mínimo. Os contratos em vigor com jogadores estrangeiros foi o principal motivo para essa decisão.
O campeão brasileiro Flamengo, por exemplo, não pode relacionar todos os seus atletas estrangeiros para uma mesma partida já que: Rossi, Varella, Viña, Pulgar, Jorginho, Arrascaeta, De La Cruz, Saúl, Carrascal e Plata integram o elenco rubro-negro.
Ainda no mesmo encontro, a CBF informou aos clubes da Série A sobre uma nova mudança na Copa do Brasil: a partir do ano que vem, a competição dará duas vagas à Libertadores. Porém, ainda não há definição sobre a vaga ser direta ou indireta ao campeonato continental.
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Campeonatos Estaduais Sub-11 e 15 com 13 equipes confirmadas
O departamento de competições da Federação Acreana de Futsal (Fafs), atualizou nesta sexta, 20, o número de equipes confirmadas nos Estaduais Sub-11 e 15, primeiros torneios da temporada de 2026. “Temos cinco times no 11 e oito no 15. O objetivo da federação é realizar cada competição com 12 participantes”, comentou o presidente da Fafs, Rafael do Vale. As inscrições serão encerradas no dia 28 deste …
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Grupo Arasuper rescinde contrato de patrocínio com o Vasco
A direção do Grupo Arasuper decidiu nesta sexta, 20, rescindir o contrato de patrocínio com o Vasco. O encerramento do contrato assinado em dezembro de 2025 foi confirmado por meio de uma nota oficial nas redes sociais. “Diante dos acontecimentos recentes envolvendo o clube, e após avaliação interna pautada exclusivamente em diretrizes administrativas e estratégicas, decidimos encerrar nossa parceria com o clube a partir desta …
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Idaf institui Sistema de Mitigação de Risco para combater Sigatoka Negra na bananicultura acreana
Os produtores interessados em aderir ao SMR deverão solicitar o cadastramento da unidade de produção do responsável técnico e da casa de embalagem

Idaf já vem realizando um trabalho de monitoramento de pragas regulamentadas e fiscalização em cultivos de banana em todo o Acre. Foto: Fabiana Matos/Idaf
O governo do Estado, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), publicou nesta sexta-feira, 20, no Diário Oficial, a Portaria nº 47, de 5 de fevereiro de 2026, que dispõe sobre a implementação do Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para a praga Sigatoka Negra, causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis, na bananicultura do estado.
A medida tem como objetivo proteger a sanidade das lavouras, garantir a sustentabilidade da produção e preservar a geração de emprego e renda do setor.
A Sigatoka Negra é considerada uma das principais doenças que afetam a cultura da banana, comprometendo a produtividade e a rentabilidade da atividade. De acordo com o Idaf, a implantação do sistema busca reduzir os impactos da praga por meio da adoção de práticas fitossanitárias padronizadas, controle rigoroso e acompanhamento técnico permanente.
Com a nova portaria, os produtores interessados em aderir ao SMR deverão solicitar o cadastramento da unidade de produção do responsável técnico e da casa de embalagem, apresentando a documentação exigida para a assinatura do termo de adesão junto ao Idaf.
Entre as exigências estabelecidas, está o cumprimento dos procedimentos previstos na instrução normativa DAS/Mapa nº 17, de 31 de maio de 2005, além das normas especificas da portaria estadual. As unidades que não aderirem ao sistema deverão adotar, obrigatoriamente, medidas fitossanitárias para minimizar a disseminação da praga.
A implementação do Sistema de Mitigação de Risco representa um avanço significativo na defesa sanitária vegetal do Acre, fortalecendo a bananicultura local, ampliando a segurança da produção e contribuindo para a competitividade do setor nos mercados regional e nacional.


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