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Brasileira morta após cirurgia na Venezuela se preparou durante todo ano de 2024, diz marido
Fábio Alex Sales, de 46 anos, disse ainda que mulher ‘não optou pelo mais barato’. Bruna Natalia Ribeiro Pinho, era farmacêutica, tinha 34 anos, e morreu na noite dessa terça-feira (14), dois dias após fazer cirurgia em Santa Elena, na Venezuela.

Professor Fábio Alex Sales, de 46 anos, marido da farmacêutica Bruna Natalia Ribeiro Pinho, que morreu após uma cirurgia plástica na Venezuela. Foto: Reprodução/Instagram
“Minha esposa não optou pelo mais barato e não fez cirurgia de qualquer jeito. Se preparou ao longo do ano de 2024 com exames específicos”, disse o professor Fábio Alex Sales, de 46 anos, marido da farmacêutica Bruna Natalia Ribeiro Pinho. Ela morreu nessa terça-feira (14) após passar por cirurgia plástica na Venezuela.
Em uma nota divulgada nas redes sociais, o professor afirmou que não houve negligência durante o procedimento. Fábio disse que a Bruna teve uma embolia pulmonar e classificou como “fatalidade” a morte dela.
Entenda
A embolia ocorre quando um coágulo localizado nos membros inferiores se solta e migra para o pulmão, entupindo os vasos desse órgão. Esse bloqueio não permite a passagem de sangue do coração para o pulmão, comprometendo a oxigenação do corpo e provocando uma queda na função pulmonar.
Bruna e Fábio eram casados oficialmente desde o dia 2 de janeiro de 2024. Ela tinha um filho de 19 anos e trabalhava no setor comercial da Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer).
A farmacêutica morreu a caminho de Boa Vista após passar mal no país vizinho e buscar atendimento no hospital de Pacaraima, na fronteira. Nas redes sociais, o marido postou homenagens à Bruna após a morte dela.
“Sem chão meu amor, que você nos dê muita força pra conseguimos minimizar o nosso sofrimento. Você foi uma mulher extraordinária, você marcou a minha vida pra sempre. Descanse em paz meu amor, te amo, te amo, te amo”, disse, em publicação no Facebook.
Ele também publicou a última selfie que tirou com Bruna antes da cirurgia: “só vou lembrar da gente assim, sempre feliz”.
Na rede social, amigos deixaram mensagens de apoio e prestaram condolências à Fábio. “Sinto muito , que Deus conforte seu coração e a receba lá em cima”, “Meus sentimentos Fábio, sem acreditar, que Deus conforte seu coração”, comentaram.

Publicação feita pelo professor Fábio Alex Costa sobre a morte da esposa. Foto: Reprodução/Facebook
Bruna Natália fez a cirurgia no dia 12 de janeiro em Santa Elena cidade venezuelana na fronteira, segundo relato do marido à Polícia Civil em boletim de ocorrência. Ela tinha ido a Venezuela fazer cirurgia de abdominoplastia e lipoaspiração, disse a reportagem uma tia que acompanhava o trâmite para liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML) na manhã desta quarta-feira (15).
Procurada sobre o caso, a Polícia Civil informou que não possui jurisdição para investigar casos que ocorrem fora do território nacional. No entanto, frisou que “será realizado um procedimento para apurar as circunstâncias da morte da mulher em Roraima. No entanto, todas as evidências apontam que o resultado da morte ocorreu em consequência da cirurgia.”
“Reforça que, por se tratar de fato ocorrido fora do Brasil, a investigação sobre eventuais irregularidades no procedimento cirúrgico é de competência das autoridades venezuelanas”, afirmou.
Amor por viagens e declarações de amor

Brasileira morta após fazer cirurgia plástica na Venezuela postava registros de viagens nas redes sociais. Foto: Reprodução/Redes sociais
Bruna e Fábio costumavam viajar juntos. Nas redes sociais, Bruna compartilhava os registros das viagens e declarações de amor para o companheiro.
“Para recarregar as energias, nada como sol e mar”, disse Bruna na legenda de uma foto no conhecido “Caminho de Moisés”, em Maragogi, Alagoas.
Nas redes sociais, inclusive, Bruna compartilhava fotos em Santa Elena e na Gran Sabana – região de serras localizada no sul da Venezuela, no Planalto das Guianas.

Bruna Natalia Ribeiro Pinho, era farmacêutica e tinha 34 anos, morreu após fazer cirurgias plásticas — Foto: Reprodução/Instagram
Bruna foi levada para Pacaraima após passar mal enquanto estava internada na Venezuela. Ela foi levada para o Hospital Délio de Oliveira Tupinambá, em Pacaraima.
“Ela foi fazer abdominoplastia, peito, lipo. Ela não conhecia o médico, mas pesquisou qual seria o melhor em Santa Elena”, disse a tia. Abalada com o caso, ela preferiu não ser identificada na reportagem.
De Pacaraima, Bruna foi removida de ambulância para a capital Boa Vista, mas não resistiu e morreu na altura da comunidade indígena Sabiá, no trajeto entre as duas cidades.
O corpo de Bruna foi levado ao IML, onde passa por exames cadavéricos na manhã desta quarta. Foi liberado a família por volta das 11h.
A Caer publicou uma nota de pesar lamentando a morte de Bruna.
“Natália era um ser humano admirável e deixará um grande vazio no coração de todos que tiveram a honra e o prazer de conhecê-la”, divulgou a Caer em nota de pesar.
Nota divulgada pelo marido de Bruna
“Diante de tantas notícias veiculadas via redes sociais a respeito do óbito da minha esposa Bruna Natália, venho esclarecer que a cirurgia foi bem sucedida. Não havendo negligência médica como tem sido especulado.
Minha esposa não optou pelo mais barato e não fez cirurgia de qualquer jeito. Se preparou ao longo do ano de 2024 com exames específicos, onde sempre foi confirmada que ela estaria apta a realizar os procedimentos desejáveis. O que de fato aconteceu, foi uma fatalidade, infelizmente ela teve uma embolia pulmonar.

A farmacêutica morreu a caminho de Boa Vista após passar mal no país vizinho e buscar atendimento no hospital de Pacaraima, na fronteira. Foto: cedida
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FEM entrega Casa de Cultura Viva e consolida espaço integrado de gestão e produção cultural
A Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) entregou, na manhã desta segunda-feira, 30, a Casa de Cultura Viva, novo espaço que passa a integrar o Complexo Cultural do Cine Teatro Recreio, em Rio Branco. O espaço reúne, em uma mesma estrutura, o Núcleo de Gestão Cultural da FEM e o Conselho Estadual de Cultura (CEC), além de ambientes destinados a exposições de artes visuais, auditório para reuniões, formações e oficinas.
Instalada no prédio que abrigava a antiga sede da FEM, na Rua Senador Eduardo Assmar, no centro histórico de Rio Branco, a Casa de Cultura Viva foi totalmente revitalizada após ter sido desativada em decorrência de um incêndio. A requalificação do imóvel atende à diretriz de concentrar, em um único espaço, as atividades de gestão pública e a atuação dos fazedores de cultura, com vistas a ampliar o diálogo institucional e fomentar a produção cultural.

A iniciativa conta com apoio do governo do Estado, recursos oriundos de emendas parlamentares e políticas públicas do governo federal. Segundo a FEM, já foram recuperados e revitalizados 25 espaços culturais em todo o Acre, em consonância com a política de fortalecimento do setor cultural e de ampliação do acesso às atividades culturais nos municípios.
Durante a solenidade, o presidente da FEM, Minoru Kinpara, destacou o caráter estratégico do novo espaço. “A entrega deste espaço representa um avanço na consolidação de uma política cultural contemporânea, baseada na aproximação entre o poder público e a comunidade cultural. Trata-se de um ambiente concebido para a construção colaborativa de projetos, decisões e iniciativas”, afirmou.

O presidente do Conselho Estadual de Cultura, Manoel Coracy Saboia, ressaltou a importância da integração institucional. “A presença do Conselho no interior da Casa de Cultura Viva reafirma o princípio da participação social na formulação das políticas culturais, fortalecendo a articulação entre Estado e sociedade civil organizada”, pontuou.

Coordenadora do novo espaço, a servidora da FEM, Deyse Araújo, enfatizou o papel formativo da Casa. “Dispomos de ambientes voltados à qualificação e ao fortalecimento das redes de colaboração entre agentes culturais. Nosso objetivo é consolidar um espaço permanente de diálogo, escuta e participação”, explicou.

A mesa de honra da cerimônia contou com a presença do presidente da Academia Acreana de Letras, professor José Dourado, do presidente do CEC, Coracy Saboia, e da deputada federal Socorro Neri, que, na ocasião, recebeu das mãos do presidente da FEM um exemplar do Plano Estadual de Cultura do Acre.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Zanin condena médico que forçou calouras a jurar sexo na faculdade
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), condenou, nesta segunda-feira (30/3), um médico, ex-aluno da Universidade de Franca (Unifran), no interior de São Paulo, a pagar indenização por danos morais coletivos após um trote com teor sexual e misógino aplicado a calouras, em 2019.
De acordo com a ação, o então veterano, identificado como Matheus Gabriel Braia, conduziu um “juramento” em que as estudantes eram obrigadas a prometer que não recusariam “tentativas de coito” de colegas mais antigos da universidade.
O valor da indenização foi fixado em 40 salários mínimos e será destinado ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.
A decisão acolhe o recurso do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e reverte decisões anteriores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
Relembre o caso
- Em 2019, conforme a acusação do MPSP, o acusado obrigou calouras a proferirem frases de cunho misógino e pornográfico.
- Frases como “a partir de hoje sou solteira, estou à disposição dos meus veteranos” e “juro solenemente nunca recusar uma tentativa de coito de veterano” foram ditas pelas calouras.
- O caso havia sido rejeitado em primeira instância pela juíza Adriana Gatto Martins Bonemer, sob o argumento de que a conduta atingiu um grupo restrito. À época, a magistrada ainda fez críticas ao feminismo.
- A posição foi mantida pelas instâncias seguintes, apesar do reconhecimento de que a prática era “machista”, “discriminatória” e “moralmente reprovável”.
Dano moral coletivo
Para Zanin, no entanto, o episódio “ultrapassa o âmbito individual e configura dano moral coletivo”. O ministro destacou que a ampla repercussão nas redes sociais e na imprensa ampliou o alcance da violação.
Na decisão, ele classificou o trote como forma de violência psicológica e afirmou que esse tipo de prática não pode ser tratado como “brincadeira”.
Segundo o magistrado, situações assim reforçam desigualdades de gênero e podem incentivar outras formas de violência.
STF acionado para “decidir o óbvio”
Zanin também afirmou que o STF tem sido acionado para “decidir o óbvio” na garantia da dignidade das mulheres e ressaltou que a Constituição assegura proteção especial a elas em todas as esferas do Judiciário.
À época do episódio, a Unifran se manifestou contrária ao ocorrido.
“Atitudes como essa não constituem somente atos de preconceito, mas um ataque à própria universidade, uma violência à sua tradição e missão, motivo pelo qual os responsáveis pelos atos estão sendo identificados e serão penalizados, conforme previsto no Regimento Geral da UNIFRAN Art. 128, incisos III, VI, VIII e, em especial, o inciso V Penalidades de acordo com os artigos 132 e 133 (que podem ser uma simples advertência até expulsão)”, destacou o ministro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Cuiabá cria o "Dia do Patriota" em homenagem a Bolsonaro
A Prefeitura de Cuiabá sancionou, na última sexta-feira (27/3), um projeto de lei que cria o “Dia Municipal do Patriota”, a ser celebrado todos os dias 6 de setembro. A data é uma alusão ao dia em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) levou uma facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), em 2018.
O projeto é de autoria do vereador Rafael Ranalli (PL). O dia tem como objetivo “valorizar princípios patrióticos, estimular o civismo, o amor à pátria e o respeito à tradição, à família e à ordem, além de incentivar atividades culturais, educacionais e cívicas voltadas à cidadania e aos chamados valores morais”.
“Sabe que dia que o Bolsonaro tomou uma facada? Foi no dia 6 de setembro e até hoje esses caras estão tentando matar o Bolsonaro (…) mas o dia 6 de setembro nunca será esquecido e aquela facada mudou a história do Brasil”, disse o prefeito bolsonarista prefeito Abílio Brunini (PL).
O político acrescentou que a data em Cuiabá será lembrada por outro motivo. “[O dia] Será lembrado pelo dia do patriota e o Bolsonaro virou símbolo desse patriotismo”.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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