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Brasil empata com a Costa Rica na estreia da Copa América e decepciona torcedor

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Nesta segunda-feira (24.06), o Brasil empatou sem gols com a Costa Rica no SoFi Stadium, em Inglewood, região metropolitana de Los Angeles, pela estreia na Copa América. O time comandado por Dorival Júnior até balançou as redes com Marquinhos no primeiro tempo, mas o VAR anulou o lance por impedimento do zagueiro. A Seleção Brasileira não conseguiu superar a retranca adversária, apesar de ter criado inúmeras chances de perigo. Neymar, em fase final de recuperação de sua lesão no joelho esquerdo, esteve no estádio acompanhando o Brasil.

Com o resultado, o Brasil perdeu a oportunidade de empatar com a Colômbia, que venceu o Paraguai, na liderança do Grupo D da competição. Com apenas um ponto, o time verde e amarelo ocupa a segunda colocação da chave ao lado da Costa Rica.

Primeiro tempo

A Seleção Brasileira impôs seu ritmo de jogo desde o começo e logo aos seis minutos criou a primeira oportunidade de gol. Danilo achou um bom passe em profundidade para Raphinha, que invadiu a área e bateu em cima do goleiro costarriquenho.

Pouco depois, foi a vez de Rodrygo tabelar com Lucas Paquetá, invadir a área, se livrar da marcação e bater rasteiro, cruzado, tirando tinta da trave. O camisa 10 da Seleção Brasileira, aliás, foi o destaque do primeiro tempo, protagonizando as melhores jogadas.

Aos 22 minutos, Rodrygo puxou o contra-ataque e abriu na esquerda para Vinícius Júnior, que tocou para Paquetá na entrada da área. O camisa 8 da Seleção tinha liberdade suficiente para dominar a bola, mas preferiu bater de primeira, não conseguindo pegar em cheio, mandando para fora.

 Gol anulado

De tanto insistir, a Seleção Brasileira foi premiada com o gol aos 29 minutos. Raphinha cobrou falta pela esquerda, Rodrygo desviou de ombro no primeiro pau e Marquinhos apareceu no segundo para completar para o fundo das redes, abrindo o placar para o Brasil contra a Costa Rica. Porém, após revisão do VAR, o lance foi anulado por impedimento do zagueiro.

Antes do intervalo, o Brasil ainda teve outras duas chances para, enfim, abrir o placar, mas sem sucesso. Na primeira, Vinícius Jr. foi para cima da marcação, chegou na linha de fundo e cruzou para Paquetá, que mais uma vez apareceu na entrada da área para finalizar de primeira, desta vez sem deixar a bola cair no chão, mas mandou para fora. Já na segunda, Rodrygo costurou a marcação na entrada da área e soltou a bomba, mandando por cima do travessão.

Segundo Tempo

Na etapa complementar, nada de novo foi visto. O Brasil continuou tendo o controle total da partida. Aos 14 minutos, Paquetá deu passe de letra para Raphinha, que entrou na área e tocou para Vinícius Júnior também acionar Rodrygo de letra. O camisa 10 chegou batendo para o gol, mas a zaga costarriquenha conseguiu travar o chute na hora “h”.

Pouco depois, aos 17 minutos, Lucas Paquetá ficou com a bola dominada na entrada da área e soltou a bomba, carimbando a trave da Costa Rica. Foi a melhor chance do Brasil até então.

Entrada de Endrick

Aos 25 minutos do segundo tempo, o técnico Dorival Júnior decidiu promover a entrada de Endrick na vaga de Vinícius Júnior, que não fez uma boa partida nesta segunda-feira, na esperança de fortalecer seu sistema ofensivo e chegar ao gol.

No minuto seguinte, quase a Seleção balançou as redes. Savinho, que substituiu Raphinha, chegou na linha de fundo e cruzou no segundo pau. Quirós apareceu para tirar o perigo de cabeça, mas acabou jogando contra o próprio gol, exigindo grande defesa do goleiro Sequeira.

Mais tarde, aos 33 minutos, Paquetá deu um lindo drible no marcador dentro da área e tocou para trás, encontrando Guilherme Arana, que bateu de primeira, obrigando Sequeira a fazer outra ótima intervenção para evitar o gol do Brasil.

Nos últimos minutos, o Brasil foi com tudo para cima da Costa Rica na intenção de, enfim, furar a retranca adversária. Aos 45 minutos, Bruno Guimarães ficou com o grito de gol entalado na garganta ao receber de Savinho após linda jogada do ponta direita e bater de primeira, buscando o ângulo, tirando tinta do travessão. Assim, coube aos comandados de Dorival Júnior se conformarem com o frustrante empate na estreia na Copa América.

Próximos confrontos

O Brasil volta a entrar em campo na próxima sexta-feira, às 22h (de Brasília), no Allegiant Stadium, em Las Vegas, contra o Paraguai. Já a Costa Rica terá pela frente a Colômbia, no mesmo dia, mas um pouco mais cedo, às 19h, em Phoenix.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 0 X 0 COSTA RICA 

Local: SoFi Stadium, em Inglewood (EUA)
Data: 24/06/2024
Horário: 22 horas
Árbitro: Cesar Arturo Palanzuelos (MEX)
Assistentes: Alberto Morin Mendez (MEX) e Marco Antonio Mendiola (MEX)
VAR: Guillermo Pachelo Larios (MEX)
Cartões amarelos: Calvo, Ugalde (Costa Rica); Militão (Brasil)

BRASIL: Alisson; Danilo, Militão, Marquinhos e Arana; João Gomes (Gabriel Martinelli), Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha (Savinho), Vinícius Jr (Endrick). e Rodrygo. Técnico: Dorival Júnior.

COSTA RICA: Sequeira; Quirós, Mitchell, Vargas, Calvo e Lassiter (Mora); Brenes (Alejandro Bran), Galo e Brandon Aguilera (Taylor); Ugalde (Madrigal) e Zamora (Campbell). Técnico: Gustavo Alfaro.

Fonte: Esportes

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Julia Kudiess: a 5ª melhor jogadora de vôlei do Mundo pela FIVB

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Este artigo aborda julia kudiess: a 5ª melhor jogadora de vôlei do mundo pela fivb de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

A Conquista Histórica de Julia Kudiess no Ranking da FIVB

A central Julia Kudiess alcançou um feito histórico, sendo oficialmente reconhecida pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) como a 5ª melhor jogadora do mundo. Aos notáveis 22 anos de idade, a atleta do Minas Tênis Clube não apenas se estabeleceu como uma das maiores promessas do esporte, mas já integra a elite global do voleibol, consolidando uma temporada excepcional com um marco inédito para uma jogadora brasileira tão jovem. Esta distinção da FIVB, a mais alta instância do vôlei mundial, não só celebra seu desempenho superior, mas também projeta Julia como um talento geracional, que já conquistou o coração dos fãs, a confiança de suas companheiras de equipe e a admiração de técnicos e adversárias em todo o planeta.

A notável ascensão de Kudiess ao topo do ranking mundial é resultado direto de suas performances dominantes em competições internacionais e nacionais. Sua presença em quadra foi decisiva para a seleção brasileira, especialmente na Liga das Nações (VNL) e no Campeonato Mundial da última temporada, onde se consagrou como a principal bloqueadora. Este desempenho estatístico impressionante sublinha sua habilidade singular na leitura de jogo e na interceptação no ataque adversário. A própria FIVB destacou, em suas comunicações, a capacidade de Julia não só como uma 'parede com timing, instinto e autoridade', mas também sua versatilidade ofensiva, descrevendo seus 'deslizamentos mortais e ataques em ritmo fulminante' que a tornam uma ameaça constante. Eficiente, inteligente e destemida, a jovem central mantém sua liderança nas estatísticas de bloqueio também na Superliga Brasileira, reafirmando sua consistência em alto nível.

O Bloqueio Implacável: O Que Torna Julia Kudiess a Maior Bloqueadora

Julia Kudiess, a central de apenas 22 anos, solidificou sua reputação como a maior bloqueadora do vôlei mundial, um feito evidenciado por seu desempenho excepcional nas principais competições de 2025. A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) a destacou não apenas como a 5ª melhor jogadora do mundo, mas ressaltou sua maestria em fechar a rede. Kudiess foi a líder em bloqueios tanto na Liga das Nações (VNL) quanto no Campeonato Mundial, e mantém essa liderança estatística na Superliga brasileira defendendo o Minas Tênis Clube, seu clube formador, demonstrando uma consistência rara para sua idade.

O que torna o bloqueio de Julia Kudiess tão implacável é uma combinação rara de atributos físicos e intelectuais. Sua capacidade de leitura de jogo é exemplar, permitindo-lhe antecipar as jogadas adversárias com precisão milimétrica. Essa inteligência tática, aliada a um tempo de salto impecável e um alcance notável, faz com que ela esteja quase sempre no lugar certo, na hora certa. A FIVB a descreveu como "uma parede com timing, instinto e autoridade", características que se traduzem em pontos diretos e na frustração constante dos ataques rivais, que encontram na brasileira uma barreira intransponível.

Além da potência física e da agilidade surpreendente para uma jogadora de sua estatura, o bloqueio de Kudiess distingue-se pela técnica apurada. A penetração de suas mãos sobre a rede, a firmeza dos punhos e a postura corporal correta são aspectos cruciais que minimizam as chances de desvio da bola e maximizam a efetividade de seus movimentos. Ela não apenas pontua com bloqueios diretos, mas também desestrutura o ataque adversário, forçando erros, diminuindo a velocidade da bola para a defesa e criando oportunidades para o contra-ataque. Sua presença imponente na rede é um dissuasor constante, elevando o nível defensivo de sua equipe e confirmando-a como a principal especialista na arte de parar o ataque rival no cenário global.

Além do Bloqueio: A Versatilidade e Habilidades Completas da Atleta

Enquanto Julia Kudiess se destacou globalmente por sua inquestionável perícia no bloqueio, sendo a maior bloqueadora na Liga das Nações e no Mundial, sua ascensão à 5ª posição entre as melhores do mundo pela FIVB demonstra uma riqueza de habilidades que transcende a defesa. Aos 22 anos, a central brasileira exibe um repertório técnico que a consolida como uma atleta notavelmente completa e influente, capaz de impactar o jogo em múltiplas facetas. A própria Federação Internacional de Vôlei fez questão de enfatizar que sua relevância tática não se limita apenas à rede, mas se estende por toda a quadra.

A versatilidade de Kudiess é sublinhada pela sua potência e inteligência no ataque. A FIVB descreve seus "deslizamentos mortais e ataques em ritmo fulminante", indicando uma jogadora que, além de ser uma muralha defensiva, é uma força ofensiva ágil e precisa. Sua capacidade de variar jogadas, aliada a uma execução eficiente e destemida, a torna uma ameaça constante para as defesas adversárias. Essa agilidade e percepção tática permitem que ela explore as brechas, transformando passes precisos em pontos decisivos, um atributo crucial para uma central moderna que precisa ser protagonista tanto no bloqueio quanto no ataque.

Além das performances físicas exemplares, a juventude de Julia Kudiess esconde uma maturidade tática impressionante. Sua inteligência e destemor em quadra são fatores que, segundo a FIVB, garantiram a confiança das companheiras e a admiração de técnicos e adversários. Essa combinação de habilidade física, acuidade tática e força mental é o que a diferencia, permitindo que ela não apenas execute jogadas de alto nível, mas também inspire e eleve o desempenho de sua equipe em momentos cruciais. A projeção de seu talento é imensa, prometendo um futuro brilhante e ainda mais conquistas no cenário do voleibol mundial.

A Trajetória de Sucesso: Do Minas Tênis Clube ao Destaque Mundial

A ascensão meteórica de Julia Kudiess tem suas raízes firmemente plantadas no Minas Tênis Clube, sua "equipe formadora", como destacado pela própria FIVB. Foi nas quadras do clube mineiro que a jovem central começou a moldar seu talento excepcional, desenvolvendo as habilidades que a levariam do cenário nacional ao palco global. Sua evolução no Minas não só a estabeleceu como uma das peças chave da equipe na Superliga Brasileira, mas também abriu as portas para representar o Brasil em competições de altíssimo nível, marcando o início de uma trajetória que rapidamente chamaria a atenção internacional.

A transição para a seleção brasileira foi um divisor de águas na carreira de Kudiess. Em 2025, ela brilhou intensamente na Liga das Nações (VNL) e no Campeonato Mundial, competições onde se consolidou como a maior bloqueadora. Sua performance imponente, com "tempo, instinto e autoridade" na rede, foi fundamental para as medalhas de prata na VNL e bronze no Mundial. Tais feitos não passaram despercebidos pela Federação Internacional de Vôlei, que a coroou como a 5ª melhor jogadora do mundo, um reconhecimento direto de seu impacto e excelência.

Ainda com apenas 22 anos, Julia Kudiess exemplifica uma rara combinação de talento bruto e maturidade tática. Além de sua maestria no bloqueio, a FIVB ressalta suas "deslizamentos mortais e ataques em ritmo fulminante", atributos que a tornam uma ameaça constante e uma jogadora completa: eficiente, inteligente e destemida. O fato de ela continuar a liderar as estatísticas de bloqueio na Superliga com o Minas Tênis Clube sublinha a consistência de seu desempenho, reforçando que sua trajetória de sucesso é uma evolução contínua, do clube que a formou ao reconhecimento como uma das gigantes do vôlei mundial.

O Impacto e o Futuro Promissor de Julia Kudiess no Vôlei Brasileiro

A ascensão meteórica de Julia Kudiess ao posto de 5ª melhor jogadora de vôlei do mundo pela FIVB ressoa profundamente no cenário esportivo brasileiro. Aos 22 anos, a central do Minas Tênis Clube não apenas alcança um patamar individual de excelência, mas também catalisa um impacto significativo no esporte nacional. Sua performance avassaladora, especialmente na Liga das Nações (VNL) e no Mundial, onde foi a maior bloqueadora, solidifica a reputação do Brasil como celeiro de talentos e reforça a hegemonia da modalidade no país. O reconhecimento internacional valida a qualidade do trabalho desenvolvido e projeta Julia como um dos pilares atuais da seleção.

O impacto de Kudiess transcende as estatísticas de bloqueio. A própria FIVB destaca sua versatilidade, mencionando "deslizamentos mortais e ataques em ritmo fulminante" que a tornam uma "ameaça constante: eficiente, inteligente e destemida". Essa descrição pinta o retrato de uma atleta completa, cuja inteligência tática e coragem em quadra inspiram companheiras e fascinam adversários. Sua capacidade de liderar pelo exemplo e pela performance robusta em momentos decisivos eleva o nível de competitividade das equipes que defende, seja no clube ou na seleção, contribuindo para a manutenção do Brasil entre as potências mundiais do vôlei.

O futuro de Julia Kudiess no vôlei brasileiro e mundial é, sem dúvida, um dos mais promissores. Com apenas 22 anos e já ostentando um reconhecimento global tão expressivo, a central possui um vasto horizonte de desenvolvimento pela frente. Sua trajetória ascendente indica que ela tem potencial para se tornar uma das maiores jogadoras da história do Brasil, liderando a nova geração da seleção e acumulando títulos e recordes. A expectativa é que Julia continue a aprimorar seu jogo, consolidando-se como uma peça insubstituível e uma referência de excelência, garantindo que o vôlei feminino brasileiro permaneça no topo por muitos anos.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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Retrospectiva 2025: esporte olímpico brasileiro em Destaque

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Este artigo aborda retrospectiva 2025: esporte olímpico brasileiro em destaque de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

O Início do Novo Ciclo Olímpico: Renovação e Preparação

O ano de 2025 representou o marco inicial de um novo e promissor ciclo olímpico para o esporte brasileiro, um período essencialmente dedicado à renovação de talentos e à redefinição de estratégias de preparação. Longe de ser um ano de transição passiva, o calendário esportivo global se mostrou intenso, com diversos campeonatos mundiais em modalidades olímpicas servindo como primeiros grandes testes e importantes balizadores para a jornada que se estende até os próximos Jogos. Foi neste contexto que o Brasil começou a desenhar seus contornos para o futuro, com performances que misturaram a experiência de nomes já consagrados e o frescor de novas revelações, indicando um início vigoroso para o quadrienal.

A renovação foi um dos pilares evidentes neste início de ciclo, especialmente com o surgimento de talentos que já impactaram o cenário internacional. No boxe, a carioca Rebeca Lima, de 25 anos, subiu ao lugar mais alto do pódio no Mundial de Liverpool, conquistando o título na categoria até 60 quilos e apresentando-se como uma sucessora natural para o legado de Bia Ferreira. Similarmente, no taekwondo, Maria Clara Pacheco destacou-se com o ouro mundial na categoria até 57 quilos na China. A experiência também brilhou forte, com Caio Bonfim consagrando-se campeão mundial na marcha atlética 20 quilômetros no Japão, adicionando ainda uma prata na prova de 35 quilômetros, demonstrando a manutenção de alto nível desde o começo do ciclo.

Além das conquistas douradas, a preparação para o ciclo foi consolidada por outros desempenhos notáveis que sublinham a profundidade e a versatilidade do esporte olímpico brasileiro. O mesatenista Hugo Calderano, por exemplo, demonstrou consistência ao ser vice-campeão mundial no Catar e, em seguida, vencer a prestigiosa Copa do Mundo na China, somando ainda três títulos em etapas do circuito mundial. Na ginástica rítmica, o Brasil aproveitou a chance de sediar o Mundial no Rio de Janeiro para conquistar duas pratas inéditas com sua equipe, nas disputas geral e da série mista, sinalizando um progresso coletivo significativo e um futuro promissor para a modalidade no cenário internacional. Estes resultados iniciais são cruciais para a construção de uma base sólida para os desafios olímpicos vindouros, moldando as expectativas e as estratégias para as próximas etapas.

Ouro e Prata: Atletas Brasileiros Conquistam o Mundo

O ano de 2025 consolidou o Brasil no cenário esportivo global com a conquista de múltiplos títulos mundiais e medalhas de prata de grande relevância. Entre os destaques, Maria Clara Pacheco elevou o taekwondo nacional ao pódio mais alto, sagrando-se campeã mundial na categoria até 57 quilos em uma competição realizada na China. No atletismo, Caio Bonfim demonstrou supremacia na marcha atlética, conquistando o ouro nos 20 quilômetros no Mundial do Japão, um feito que o consagrou como um dos grandes nomes da modalidade.

Não apenas com o ouro, Bonfim reforçou seu brilho com uma medalha de prata na prova de 35 quilômetros, também no Mundial de Tóquio. No boxe, a jovem carioca Rebeca Lima, de 25 anos, emergiu como a nova estrela, conquistando o campeonato mundial na categoria até 60 quilos em Liverpool, na Inglaterra, seguindo os passos de grandes nomes do esporte brasileiro. Estes resultados são um indicativo claro da força e da renovação de talentos no esporte olímpico nacional.

Além dos títulos mundiais, outros atletas e equipes alcançaram o posto de vice-campeões, solidificando a presença brasileira. No tênis de mesa, Hugo Calderano brilhou intensamente ao vencer a prestigiosa Copa do Mundo na China, apesar de ter ficado com a prata no Mundial disputado no Catar, além de acumular três títulos em etapas do circuito. A ginástica rítmica protagonizou um momento histórico ao sediar o Mundial no Rio de Janeiro, onde o conjunto brasileiro, composto por Nicole Pircio, Maria Paula Carminha, Eduarda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves, conquistou duas inéditas medalhas de prata: uma na disputa geral e outra na série mista, marcando um novo patamar para a modalidade no país.

Performance de Destaque e Novas Promessas Individuais

O ano de 2025 consolidou-se como um período de notáveis conquistas individuais para o esporte olímpico brasileiro, marcando a ascensão de novas estrelas e a reafirmação de talentos já reconhecidos. A transição pós-Jogos Olímpicos de Paris impulsionou atletas a patamares mundiais, evidenciando a profundidade do desenvolvimento esportivo nacional. O recente Prêmio Brasil Olímpico, realizado no Rio de Janeiro, celebrou justamente essa excelência, coroando os principais destaques da temporada.

Entre os homenageados, Maria Clara Pacheco brilhou intensamente no taekwondo, conquistando o título mundial na categoria até 57 quilos em um campeonato disputado na China, um feito que a posiciona como uma força emergente e promissora na modalidade. No masculino, Caio Bonfim consolidou sua hegemonia na marcha atlética, sagrando-se campeão mundial nos 20 quilômetros no Japão e ainda adicionando uma valiosa medalha de prata na prova de 35 quilômetros no mesmo evento em Tóquio, demonstrando versatilidade e resiliência excepcionais.

Outro nome que irrompeu no cenário internacional com grande impacto foi Rebeca Lima, do boxe. A carioca de 25 anos fez história ao conquistar o ouro no Mundial de Liverpool, na categoria até 60 quilos. Sua vitória não apenas garantiu o pódio mais alto, mas também a estabeleceu como a grande sucessora de Bia Ferreira, que migrou para o circuito profissional, prometendo um futuro brilhante e cheio de expectativas para o boxe feminino brasileiro nos próximos ciclos olímpicos.

O tênis de mesa também teve motivos para comemorar com a performance constante de Hugo Calderano. O atleta alcançou a vice-liderança no Mundial sediado no Catar, mas logo em seguida demonstrou sua resiliência e talento ao vencer a prestigiosa Copa do Mundo na China. Além desses feitos de alto impacto, Calderano adicionou mais três títulos em etapas do circuito mundial, consolidando-se como um dos principais nomes da modalidade globalmente e mantendo a alta performance brasileira no topo.

Os Esportes Coletivos: Brilho na Ginástica e Lições para o Futuro

O cenário dos esportes coletivos brasileiros em 2025 foi inegavelmente marcado por um brilho inédito e histórico na Ginástica Rítmica. Tendo a oportunidade de sediar o Campeonato Mundial no Rio de Janeiro, a equipe nacional, composta por Nicole Pircio, Maria Paula Carminha, Eduarda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves, elevou o patamar da modalidade no país. O conjunto garantiu duas valiosas medalhas de prata, um feito notável tanto na disputa geral quanto na série mista, celebrando a primeira vez que o Brasil alcança o pódio em um Mundial Adulto da modalidade. Este desempenho robusto na arena doméstica sublinha a crescente força, a coesão e a dedicação do grupo, consolidando a ginástica rítmica como um dos grandes destaques coletivos do ano olímpico.

Contudo, o sucesso estrondoso e a performance medalhista da ginástica rítmica não se replicaram na mesma intensidade em outras modalidades coletivas ao longo de 2025. Enquanto o conjunto impressionou e fez história, diversos outros esportes que dependem da sinergia de equipes enfrentaram desafios e não alcançaram o mesmo protagonismo em campeonatos mundiais e circuitos internacionais. Esse contraste evidente ressalta a importância de uma análise aprofundada e da implementação de "lições para o futuro". O ano pós-olímpico, por sua natureza de renovação e reestruturação, oferece um momento crucial para que as confederações e comissões técnicas avaliem estratégias, invistam na base e preparem seus elencos para o próximo ciclo, buscando aprimorar a performance coletiva e almejar resultados mais expressivos nos grandes palcos internacionais vindouros.

Prêmio Brasil Olímpico: Celebração e Inspiração para 2026

O Prêmio Brasil Olímpico, realizado recentemente no Rio de Janeiro, encerrou o ano de 2025 com uma cerimônia de gala que celebrou os feitos notáveis do esporte nacional. Considerado o ápice do reconhecimento aos atletas brasileiros, o evento não apenas coroou os destaques individuais, mas também serviu como um poderoso catalisador de motivação para o ciclo que se inicia rumo a Los Angeles 2028, marcando o tom para as aspirações de 2026.

Entre as mulheres, a grande vencedora foi Maria Clara Pacheco, a talentosa taekwondista que brilhou intensamente ao conquistar o título mundial na categoria até 57 quilos em uma competição acirrada realizada na China. Sua vitória não só reafirmou a força do taekwondo brasileiro no cenário internacional, como também a posicionou como uma das promessas para os próximos grandes eventos, consolidando seu nome na elite da modalidade.

No masculino, o reconhecimento coube a Caio Bonfim, mestre da marcha atlética. Bonfim fez história no Japão ao sagrar-se campeão mundial na desafiadora prova de 20 quilômetros, uma performance que demonstrou técnica e resiliência excepcionais. O atleta ainda adicionou uma medalha de prata à sua coleção, na distância de 35 quilômetros, no mesmo mundial disputado em Tóquio, evidenciando sua consistência e domínio na modalidade com múltiplas conquistas em um único campeonato.

A premiação desses campeões mundiais, que representam a elite do esporte olímpico nacional, transcende o mero reconhecimento de feitos passados. O Prêmio Brasil Olímpico serve como um farol, iluminando o caminho para os desafios de 2026 e os Jogos de Los Angeles 2028. As conquistas de Maria Clara e Caio Bonfim são um estímulo vital para toda a delegação brasileira, inspirando novas gerações e fortalecendo a confiança para o próximo ano de competições internacionais e classificatórias, solidificando a mentalidade vencedora para o futuro.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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Polícia Civil prende homem de 69 anos condenado a 24 anos por estupro de vulnerável em Cruzeiro do Sul

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Raimundo Justino de Oliveira foi localizado no bairro Cohab e cumpriu mandado da Vara da Infância e Juventude; condenação já transitou em julgado

De acordo com a decisão judicial, Raimundo Justino foi sentenciado a 24 anos de reclusão em regime fechado, em processo com decisão transitada em julgado. Foto: cedida 

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Atendimento à Mulher, Criança e Adolescente (DEAMPCA), cumpriu na manhã desta quarta-feira (5) um mandado de prisão contra Raimundo Justino de Oliveira, de 69 anos, condenado a 24 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável. O idoso foi localizado no bairro Cohab, em Cruzeiro do Sul, e preso pelos agentes da especializada.

O mandado foi expedido pela Vara da Infância e Juventude de Cruzeiro do Sul e o processo já havia transitado em julgado, ou seja, esgotadas todas as possibilidades de recurso. Após os procedimentos na delegacia, o condenado foi encaminhado ao sistema prisional para cumprir a pena.

O delegado Vinícius Almeida, titular da DEAMPCA, destacou que a ação “demonstra o compromisso da Polícia Civil em garantir o cumprimento das decisões judiciais e a proteção das vítimas”.

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