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Bocalom agradece equipe da Saúde por zerar fila de pequenas cirurgias

A Prefeitura de Rio Branco segue compromissada em proporcionar maior qualidade de vida e dignidade aos rio-branquenses. Por isso, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), zerou a fila de pequenas cirurgias, realizando 1.260 intervenções em apenas 6 meses.
O prefeito Tião Bocalom, em reconhecimento ao esforço da equipe, realizou na manhã desta sexta-feira (18), na Policlínica Barral Y Barral, um café da manhã em agradecimento aos servidores da Saúde, por terem alcançado essa importante conquista.
“A dedicação e vontade dessa equipe fez com que acontecesse esse sucesso. Agradeço a eles que trabalharam de corpo e alma, se dedicando para resolver o problema da fila de pequenas cirurgias, que agora segue normal, graças a Deus”, expressou.
O coordenador da equipe, Dr. Fabrício Lemos, disse sentir gratidão pela equipe conseguir cessar o sofrimento de pacientes que aguardavam há muito tempo por uma pequena cirurgia. Ele reforçou o compromisso da prefeitura em apoiar integralmente a equipe.
“Temos recebido total apoio em tudo que solicitamos, porque eles entenderam que o alcance é gigantesco, não sendo apenas em Rio Branco, mas também nos municípios adjacentes, isso tem sido muito gratificante e resolutivo”, enfatizou.
A secretária municipal de Saúde, Sheila Andrade, falou do empenho da prefeitura e reforçou que zerar a fila de pequenas cirurgias é trazer mais dignidade para as pessoas que estavam há tanto tempo no aguardo desses serviços.
“Estive aqui várias vezes conversando com alguns pacientes, é lindo o depoimento de algumas pessoas, a felicidade de ter tirado aquele linfoma do corpo… a espera era tão grande que algumas pessoas choraram ao fazer as declarações. Então, isso sim é trazer dignidade para a população de Rio Branco”, disse.
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Nota pública sobre declarações proferidas por treinador de futebol no Acre
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), vem a público manifestar repúdio às declarações proferidas pelo treinador de futebol do clube Vasco da Gama-AC, em reportagens exibidas em programas de TV locais.
Durante sua fala, ao se posicionar sobre denúncias de estupro envolvendo atletas sob sua responsabilidade, o treinador desqualifica o trabalho técnico, ético e legal da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), ao insinuar suposta parcialidade na condução das investigações.
Colocar em dúvida a seriedade de profissionais da segurança pública é um desserviço à Justiça, enfraquece a confiança nas instituições e contribui para a perpetuação da impunidade em crimes de violência contra a mulher.
Causa especial preocupação, ainda, o conteúdo misógino e discriminatório presente nas declarações, ao atribuir às mulheres a responsabilidade por condutas praticadas por atletas adultos. Mulheres não são culpadas por violações de regras institucionais nem por crimes cometidos por terceiros. Cada pessoa responde por seus próprios atos, e qualquer tentativa de transferir essa responsabilidade às mulheres configura culpabilização da vítima.
É igualmente inaceitável a tentativa de minimizar a gravidade do crime de estupro. Consentimento não é permanente, nem automático. Ainda que tenha havido encontro ou intenção inicial de relação sexual, a ausência de consentimento em qualquer momento torna o ato criminoso. Sexo sem consentimento é estupro. Além disso, os relatos de tapas e puxões de cabelo mencionados nas falas caracterizam violência física, somando-se à violência sexual, o que eleva ainda mais a gravidade dos fatos.
A Secretaria de Estado da Mulher reforça que vem fazendo o acompanhamento das vítimas do caso em questão e reafirma que nenhuma forma de violência contra a mulher é tolerável, seja física, sexual, psicológica ou institucional.
Discursos que naturalizam, relativizam ou justificam esse tipo de violência reforçam estruturas de desigualdade, silenciam vítimas, incentivam crimes contras às mulheres e terminam por afastá-las da busca por justiça.
Por fim, o governo do Estado do Acre reitera seu compromisso com a proteção das mulheres, o respeito às vítimas, a valorização do trabalho das instituições públicas e a promoção de uma cultura de responsabilização, igualdade e respeito.
Márdhia El Shawwa
Secretária de Estado da Mulher
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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PM prende integrante do CV condenado a 23 anos por homicídio

A Polícia Militar do Acre prendeu na noite de segunda-feira (16) um foragido da Justiça no município de Bujari. O homem foi identificado como Randeson Nascimento da Silva, de 24 anos, procurado por crimes cometidos no município de Feijó.
Segundo informações repassadas pela corporação, Randeson possuía condenação com pena já transitada em julgado. Em um dos processos, a pena chega a 23 anos de reclusão. Conforme dados judiciais, ele foi condenado por um homicídio em que a vítima foi morta e decapitada.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, o suspeito tentou se identificar com nome falso durante a abordagem para dificultar a ação da guarnição, mas teve a verdadeira identidade confirmada após verificação. Após a constatação do mandado de prisão em aberto, os policiais deram voz de prisão e conduziram o homem à delegacia para os procedimentos legais.
Assista ao vídeo:
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Aviões usados para transportar drogas ao Brasil são destruídos no Peru. Vídeo

Uma operação conjunta entre autoridades do Brasil e do Peru, nesse domingo (15/2), interceptou uma estrutura utilizada pelo narcotráfico na fronteira com o Brasil.
A atuação destruiu três aviões de pequeno porte, uma pista de pouso clandestina e um laboratório para produção de cocaína em Ramón Castilla, no Peru. O material utilizado na produção de drogas também foi destruído.
De acordo com informações apuradas pelo Metrópoles, a estrutura estava localizada na comunidade indígena de Nueva Galilea e era diretamente vinculada à cadeia logística do tráfico internacional de drogas.
Segundo as autoridades, a droga produzida no local era enviada ao Brasil. Até o momento, não há informações de pessoas presas.
A Polícia Federal (PF) informou que a operação teve início a partir de informações de inteligência obtidas pela instituição e que apontaram a existência da pista clandestina. Com isso, a PF atuou junto a autoridades peruanas.
A operação contou com a atuação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) no Amazonas, da Companhia de Operações Especiais (COE) e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), bem como do Exército e da Divisão de Manobras Contra o Tráfico de Drogas do Peru.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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