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Aposta única ganha prêmio de R$ 10,5 bilhões em loteria dos EUA
Essa é a maior premiação da história do Powerball; vencedor receberá ‘apenas’ cerca de R$ 5 bilhões caso queira prêmio à vista
Por Agência EFE

Apostador compra bilhete para o Powerball em Nova York
BRENDAN MCDERMID/REUTERS – 7.11.2022
Autoridades anunciaram nesta terça-feira (8) que uma aposta única levou o prêmio mais alto da história da loteria americana Powerball, na Califórnia, um total de US$ 2,04 bilhões (cerca de R$ 10,5 bilhões).
O prêmio da Powerball, uma loteria jogada em todos os estados e territórios dos Estados Unidos, tinha subido para cifras nunca antes vistas nos dois últimos sorteios porque ninguém teve a sorte de acertar os cinco números e a bola extra, que é a “cereja no bolo”.
A Administração de Loterias da Califórnia anunciou no Twitter que o bilhete que correspondia aos seis números foi vendido em uma loja em Altadena. Esta é a primeira vez que uma aposta única ganhou mais de US$ 1 bilhão na loteria no estado.
Este sorteio deveria ter sido realizado na noite de segunda-feira (7), mas devido a uma falha técnica em um dos estados precisou ser adiado para a manhã desta terça, aumentando o prêmio para mais de US$ 2 bilhões em apenas algumas horas.
Apesar do número espetacular, o vencedor só receberá US$ 930 milhões após descontar taxas e impostos caso opte por receber o prêmio imediatamente. Se decidir receber em pagamentos anuais ao longo de 29 anos, poderá receber a totalidade do valor.
A última vez que alguém acertou os seis números da Powerball foi em 3 de agosto, quando a pessoa sortuda que comprou o bilhete na Pensilvânia ganhou US$ 206,9 milhões.
O recorde de premiação anterior havia sido estabelecido em 2016, quando três vencedores de Califórnia, Flórida e Tennessee compartilharam US$ 1,586 bilhão.
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Irmão de Toffoli deu poderes para advogado da J&F o representar em reuniões do Tayayá
Resort Tayayá, que fica em Ribeirão Claro (PR), pertencia no papel à família de Dias Toffoli, mas foi vendido em 2025 para advogado da J&F
O engenheiro eletricista José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) José Antônio Dias Toffoli, assinou uma procuração, em fevereiro de 2025, que dá poderes para o advogado Paulo Humberto Barbosa representar a Maridt Participações SA em reuniões que definiram o futuro do resort Tayayá, de Ribeirão Claro (PR).
Paulo Humberto Barbosa é advogado da J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, e atual dono do resort.
A procuração, obtida pela coluna, foi assinada por José Eugênio Toffoli em 6 de fevereiro de 2025 e registrada junto a cartório de Marília (SP). Naquele mesmo mês, Paulo Humberto Barbosa realizou a compra das cotas que a família de Toffoli mantinha junto ao Tayayá por meio da Maridt Participações, que fica em um endereço de fachada. O negócio é avaliado em R$ 3,5 milhões.
No documento, o irmão do ministro do STF dá poderes para o advogado goiano representar a Maridt nas reuniões de sócios das empresas DGEP Empreendimentos e Participações Ltda e Tayayá Administração e Participações Ltda, o que lhe permite “aceitar e assinar documentos necessários, deliberar sobre quaisquer assuntos de interesse, votar e ser votado, enfim, praticar todos os demais atos necessários” em nome da própria Maridt.

Procuração assinada por irmão de Toffoli dá poderes para advogado da J&F representar Maridt Participações em reuniões do resort Tayayá
Conforme revelou a coluna Andreza Matais, do Metrópoles, funcionários do Tayayá tratam ainda hoje Dias Toffoli como o verdadeiro proprietário do resort.
Desde dezembro de 2022, o magistrado passou pelo menos 168 dias no resort. No fim do ano passado, Toffoli fechou o estabelecimento para uma festa destinada a familiares e convidados. Na ocasião, o estabelecimento já havia sido vendido para o advogado da J&F. O ministro também já recebeu os empresários André Esteves, dono do BTG Pactual, e Luiz Pastore, do grupo metalúrgico Ibrame, conforme vídeo publicado pelo Metrópoles.
O jornal O Estado de S. Paulo revelou que a família Toffoli foi sócia no Tayayá de um fundo que pertence ao empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Master. Oficialmente, a sociedade durou quatro anos, entre 2021 e 2025.
Toffoli é o relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto Vorcaro quanto Zettel são investigados.
Ministro do STF Dias Toffoli silencia sobre resort Tayayá
Desde que essas revelações vieram à tona, Toffoli jamais se manifestou oficialmente. Paulo Humberto Barbosa também nunca comentou a compra de cotas do resort Tayayá que pertenciam à família do ministro do STF.
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Após 8 anos desaparecido, homem de BH é achado no interior da Bahia

Um homem natural de Belo Horizonte, que estava desaparecido há cerca de 8 anos, foi localizado no interior da Bahia após uma ação da Polícia Civil, com apoio de moradores da comunidade.
Vanderli Mauricio da Silva, de 36 anos, foi encontrado no último dia 8 na comunidade de Pratos Finos, no município de Barra, no Vale do São Francisco.
De acordo com a polícia, a identificação só foi possível depois que moradores da região informaram a presença de um homem desconhecido no local.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Estudante devolve R$ 200 mil após receber Pix por engano

Goiânia – Um estudante, de 25 anos, devolveu o valor de R$ 200 mil após receber um Pix por engano em uma conta que não utilizava há cerca de quatro anos. De acordo com Leandro Pinheiro Silva, logo após a transferência, o empresário que havia feito a movimentação financeira entrou em contato para relatar o erro.
O rapaz, que é natural de Cuiabá (MT), atualmente mora na capital goiana, onde cursa técnica de enfermagem. Para ele, o erro pode ter ocorrido devido ao número de telefone dele, que ainda possui o DDD 65, referente ao estado de Mato Grosso.
O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (16/1), e a devolução foi concretizada na terça-feira (20/1).
Conta bloqueada
Segundo Leandro, em razão do alto valor do Pix, a conta bancária em que ele recebe seguro-desemprego foi bloqueada de forma automática pela instituição financeira. Depois disso, foi necessário abrir um chamado no banco, para que a liberação acontecesse e possibilitasse a devolução do valor.
De acordo com o estudante, o empresário informou que o valor tinha como destino um produtor rural. Porém, na hora de fazer o Pix para adquirir um rebanho de cabeças de gado, acabou errando o DDD do verdadeiro destinatário, que é 66 – também da região mato-grossense.
Apesar de manter contato constantemente com o empresário, Leandro diz que chegou a procurar a Polícia Civil (PC) para registrar um boletim de ocorrência. Ele temia que, de alguma forma, fosse penalizado pela demora em devolver o valor. Porém, foi informado que pela corporação não era necessário o registro, visto que não tinha a intenção de ficar com o dinheiro, o que é considerado crime.
Após receber o Pix de volta, Leandro afirmou que o empresário ficou grato com sua honestidade e pagou uma compensação financeira de R$ 1 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL



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