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Acre

Após visita ao Peru, Gonzaga debate com governo revitalização da ZPE para impulsionar exportações acreanas

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Após recente visita ao Peru para tratar sobre o comércio bilateral entre o Acre e o país vizinho, o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, recebeu nesta terça-feira (2) os secretários de Obras do Estado, Ítalo Almeida, e de Indústria, Ciência e Tecnologia, Assur Mesquita, e o diretor da Zona de Processamento e Exportação (ZPE), Marcos Moraes, para tratar sobre a revitalização da ZPE, localizada em Senador Guiomard, com o objetivo de acelerar o processo de importações e exportações para os países da América do Sul.

Gonzaga tratou sobre o tema com o governo após se reunir com autoridades e empresários peruanos que mostraram interesse em vender e comprar produtos acreanos. O presidente da Aleac também esteve recentemente em Brasília articulando com o senador Alan Rick investimentos para a revitalização da ZPE.

Durante a reunião, Gonzaga anunciou uma emenda destinada por Alan Rick para a revitaçização da ZPE. Gonzaga disse que a ideia é reestruturar o local, centralizar os serviços aduaneiros e oferecer estrutura para facilitar o processo de exportação.

“O objetivo é ter na ZPE os órgãos que fazem a liberação da mercadoria, a Receita Federal, o MAPA e outras intituições. Com todos esses órgãos juntos ficará muito mais rápido essa liberação. Hoje a grande dificuldade para exportar é o longo período na liberação dos órgãos alfandegários. Além da rapidez, ali também terá estrutura para receber os produtos e para que essa relação comercial entre Acre e Peru realmente aconteça. Quero aproveitar e agradecer ao senador Alan Rick pelo apoio que tem dado em Brasília”, disse Gonzaga.

Gonzaga, que defende o comércio bilateral como ferramenta de desenvolvimento econômico do estado, afirmou que o Acre precisa estar preparado para atender as demandas dos países vizinhos que pretendem vender e comprar produtos acreanos.

“Estivemos no Peru e vimos a potencialidade da região com a produção de frutas e verduras a um preço acessível. Hoje os produtos peruanos saem do Peru, atravessam a Bolívia, o Chile e chegam a São Paulo para depois vir para cá com um preço maior. Então precisamos dar condições para o Acre exportar e importar com mais facilidade”, disse.

O secretário de Obras, Ítalo Almeida, comentou sobre a importância da ZPE no processo de exportação dos produtos acreanos. Ítalo também destacou o esforço de Gonzaga em buscar investimentos para o setor agrícola e industrial do Acre.

“Recentemente o deputado Gonzaga esteve em Brasília articulando investimentos para revitalização da ZPE e também ele e membros do governo estiveram no Peru para tratar da comercialização dos produtos acreanos e a ZPE é fundamental nesse processo. A Secretaria de Obras vem para apoiar esse projeto para garantir que o Acre esteja apto a receber esses investimentos”, disse.

O diretor de Assuntos Aduaneiros da ZPE, Marcos Moraes, afirmou que a ZPE é de fundamental importância para a exportação acreana, pois está na rota interoceânica. Ele também destacou o apoio do senador Alan Rick.

“Tendo em vista que a ZPE está na rota interoceânica e é um ponto estratégico é importante revitalizarmos o local e teremos uma ajuda importante do senador Alan Rick para que a gente consiga revitalizar a área da ZPE como balança, galpão, entre outros”, disse.

O secretário Assur Mesquita destacou o trabalho conjunto entre governo, Aleac e bancada federal em busca de investimentos para o setor de exportação do Acre.

“Graças ao presidente Gonzaga em articulação junto ao senador Alan Rick será possível revitalizar esse importante ógão que é a ZPE e oferecer melhores condições de trabalho aos servidores que estarão lotados lá. A ZPE é um orgão que trabalha com espaços voltados para órgãos anduaneiros que vão auxiliar nosso processo de exportação”, disse.

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Na Economia Solidária, empreendedores apostam em promoções e brindes para vendas durante Arraial Cultural

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O Arraial Cultural que ocorre na Gameleira a partir desta terça-feira, 16, em Rio Branco, reúne todos os aspectos culturais do estado do Acre. A arte e a culinária são carros-chefes desse evento que reúne centenas de famílias e amigos para curtir durante seis dias até o encerramento do evento, que ocorre no domingo, 21.

Entre bandeirinhas, representações artísticas e cultura, a comida enche os olhos e boca de água. Além de ser um evento importantes para reforçar a cultura, história e disseminar as tradições do nosso estado, o Arraial Cultural é um ambiente propício para negócios.

Francisca Silva aproveitou essa oportunidade para vender comida pela primeira vez. Segundo ela, a expectativa de venda está alta e pretende lucrar nesses seis dias de festa.

“Estou fazendo tacacá, rabada e charuto. E minha tática pra vender mais é negociar. Se o cliente não tiver o valor, a gente negocia e vai ganhando mais cliente e mais vendas”, disse.

Economia Solidária teve 80 espaços destinados neste arraial. Foto: Neto Lucena/Secom

Já Kelly Santos apostou alto na apresentação das bananinhas, tanto doces como salgadas. Para ela, este é um momento de fazer com que seu produto seja conhecido e, claro, lucrar com as vendas. Ela e o marido dão continuidade a um negócio de família.

“Esses eventos são muito bons, tanto para o empreendedor, como para o público, porque a gente sai da rotina. Ano passado participamos também do arraial no mesmo lugar, então não estipulamos metas, mas esperamos superar as vendas todas as vezes.”

Há muitas opções de comida no evento. Foto: Neto Lucena/Secom

Os pratos com as comidas variam de R$ 25 a R$ 30, mas tem opções de lanches, como charuto, crepes, sanduíches, enfim, para todos os gostos e bolsos. Domingos Mendes de Lima faz parte da economia solidária há dois anos e meio. “A expectativa sempre é grande para um evento como esse, porque todos os anos a gente vê e vende bem e este ano não vai ser diferente. Estamos com a expectativa de vender bastante, porque temos muito investimento e escolhemos coisas de qualidade”, estima.

Já Silvia Oliveira trabalha com artesanato e compõe o grupo de empreendedores há 16 anos. Para ela, o que chama o cliente é um brinde. Trabalhando com a venda de acessórios infantis, ela diz que, dependendo do valor vendido, o cliente leva um agrado.

“Nesses eventos, os pais trazem as crianças e a gente acaba vendendo os acessórios, então a expectativa de vendas sempre é muito alta. Meus produtos variam de R$ 2,50 até R$ 35, então tem para todos os bolsos. E essas festas ajudam muito a gente a vender”, avalia.

Muitos segmentos apostam no evento para aumentar vendas. Foto: Neto Lucena/Secom

Mais de 80 empreendedores

O secretário de Turismo e Empreendedorismo, Marcelo Messias, reforçou que o Arraial Cultural é um dos eventos mais importantes do calendário do estado e que movimenta diversos setores importantes para a economia. Este é o segundo ano que a Secretaria de Turismo está organizando a festa com parceria à Fundação Elias Mansour (FEM).

“A gente monta toda a parte da Economia Solidária do arraial. Neste ano, ofertamos 80 vagas para os expositores. Dessas 80 vagas, 60 foram direcionadas para as comidas, bebidas e brinquedos e as outras 20 para os ambulantes. Então, tenho certeza que este ano a gente vai ultrapassar a meta de vendas do ano passado, que foi de R$ 314 mil. O Arraial Cultural mexe com todo o trade do nosso estado e com a economia da capital”, pontuou.

Sobre os sabores do Acre, o secretário relembrou ainda que a culinária acreana é um diferencial e um atrativo e tanto.

“A gente sabe que o Norte tem uma culinária muito boa, mas o Acre tem comida diferenciada. Então as pessoas que chegam aqui e provam da nossa culinária realmente querem voltar”, convidou.

Fonte: Governo AC

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Com apresentações de quadrilhas, realeza e comidas típicas, Arraial Cultural começa em Rio Branco

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A Gameleira, ponto turístico que já tem a cara da capital acreana, ganhou mais cor e brilho a partir desta terça-feira, 16, com a abertura do Arraial Cultural. Serão seis dias de festas com imersão na cultura acreana, com as lendas, culinária, apresentações e tudo aquilo que representa o estado acreano.

Um evento que não é apenas entretenimento, mas reúne famílias, amigos, além de enaltecer, preservar e disseminar a cultura acreana valorizando os principais personagens dessa história: aqueles que fazem o Acre ser o estado que é.

Abertura oficial do Arraial Cultural ocorreu nesta terça-feira, 16, em Rio Branco. Foto: José Caminha/Secom

Durante a abertura, o presidente da Fundação Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara, destacou a importância desse evento para fortalecer as instituições e, acima de tudo, reunir as pessoas, proporcionando um ambiente seguro e familiar.

“Os arraiais da nossa capital são muito bonitos, mas o Arraial Cultural é o mais esperado pela população. O arraial cultural de 2023 foi muito bom, esse ainda será o melhor. E assim, 15 quadrilhas que apresentamos, 18 bandas, uma premiação maravilhosa, comida maravilhosa, ou seja, um arraial para a família. E, a pedido do nosso governador, nós estamos priorizando aqui também a segurança”, disse.

Tudo foi pensado para que a população pudesse aproveitar da melhor forma. “Aqui é um esforço coletivo, todo mundo se ajudando pra oferecer para a nossa querida população o melhor. É a nossa população que vai trazer luz, brilho, magia, poesia, música, dança, tudo de bom que a cultura pode nos oferecer.”

Serão 15 quadrilhas a se apresentar e o presidente da FEM diz que, seja qual for o resultado, as quadrilhas devem representar bem o estado.

Público compareceu ao Arraial Cultural nesta terça-feira, 16. Foto: Neto Lucena/Secom

“O governo do Estado do Acre já garantiu, inclusive, as condições para que a quadrilha que seja vencedora possa participar da competição nacional em Brasília. Dois ônibus, de ida e volta, confortável para garantir a participação do Acre. E quem for vencedor aqui, com certeza vai representar muito bem o Acre, porque esse povo, eles se preparam o ano todo. Eu fico feliz, porque enquanto estão se preparando, não estão pensando em coisa errada, estão pensando em praticar a coisa boa, e por isso que eu digo sempre: a cultura salva a vida, a cultura salva os nossos jovens”, enfatizou.

Apresentações culturais ocorrem durante seis dias. Foto: Neto Lucena/Secom

Uma vitrine do Acre

A reunião de tantas especificidades faz qualquer um conhecer o Acre nos mínimos detalhes. Todo o evento foi pensado para garantir um mergulho na cultura. Quem esteve no primeiro dia aprovou a estrutura e tem o evento como uma exposição do estado.

A cabeleireira Gerllis Torres é de Porto Velho, Rondônia, e estava no Arraial Cultural no ano passado. Desta vez, ela fez questão de trazer a família inteira, marido e filhas para conhecer esse evento cultural importante que mostra a cultura do estado de diversas formas.

Famílias aproveitam o arraial para se reunirem e provar sabores do Acre. Foto: Neto Lucena/Secom

“Ano passado eu vim sozinha com uma colega e desta vez, como eles estão aqui comigo de férias, quis mostrar para eles. A gente já morou aqui tempos atrás e agora a gente tenta vir mensalmente. O que não pode faltar quando a gente vem aqui é o tacacá e a bananinha que não pode faltar”, diz.

Visitando o Acre a trabalho, a professora Stefany Roza, de Curitiba, Paraná, foi atraída para o Arraial Cultural pelas luzes e colorido das bandeirinhas. Ela presta consultoria pedagógica para uma escola do Estado e foi surpreendida com o evento.

“No Paraná não existe isso. O que eu mais amo nos locais que visito é conhecer as comidas típicas e aqui eu acho que deu para saber o que é o tacacá que a Joelma cantava”, diz bem humorada.

Stefany Roza, de Curitiba, Paraná, ficou encantada com a festa. Foto: Neto Lucena/Secom

Ela disse que um espaço que chamou bastante atenção foi da biblioteca. “Sou professora de literatura e claro que minha atenção vai para esse aspecto. Mas, é uma diversidade muito bonita. E soube que hoje tem apresentação das quadrilhas e quero ver também.”

“O evento mais esperado do ano”. Assim é definido o Arraial Cultural por Íris Célia Cabanellas. Munida de sua caneta para jogar o bingo e curtindo muito a música de um dos palcos, ela diz que ama essa festa.

“Gosto muito do arraial, é tudo muito organizado, a música é de primeira, de qualidade. É cultura! Eu gosto do repertório, do bingo, das quadrilhas e de tudo. A culinária é maravilhosa, mas a música e o bingo é que eu gosto mais”, revelou.

O evento conta com barracas da economia solidária, brinquedos, ambulantes e apresentações artísticas. Tudo está sendo transmitido pela Secretaria de Comunicação (Secom) em tempo real em um link ao vivo.

Fonte: Governo AC

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Bolívia bate recorde na produção de carne bovina com mais de 240 toneladas

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A região de Santa Cruz se posiciona como o principal centro produtor de carne bovina da Bolívia, concentrando 66,8% da produção nacional. As próximas em importância são as regiões de La Paz e Cochabamba

Durante o ano de 2023, foram abatidas 1.159.211 cabeças de gado na Bolivia. Foto: Los Tiempos

 

Em 2023, a Bolívia alcançou um feito notável na indústria de carne bovina, conforme revelado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O país registrou uma produção total de 244.019 toneladas de carne bovina, marcando um aumento substancial em comparação aos anos anteriores. Além disso, foram exportadas 28.178 toneladas desse produto, destacando o potencial crescente da Bolívia como exportador no mercado global de carne.

Santa Cruz se destacou como líder na produção nacional, contribuindo com impressionantes 66,8% do total. Este aumento na produção e nas exportações reflete não apenas um crescimento na atividade pecuária, mas também uma eficácia na gestão e na infraestrutura relacionada ao abate de bovinos. Ao todo, foram abatidas 1.159.211 cabeças de gado, consolidando a posição da Bolívia como um player significativo na indústria de carne bovina na região.

A região de Santa Cruz consolidou sua posição como o principal centro produtor de carne bovina na Bolívia, contribuindo com impressionantes 66,8% da produção nacional. Seguindo em importância estão as regiões de La Paz e Cochabamba. Essas informações são baseadas nos dados fornecidos por frigoríficos que operam de acordo com as rigorosas normas sanitárias estabelecidas pela Senasag, abrangendo 82% do total abatido em todo o país.

Este panorama destaca não apenas a liderança de Santa Cruz na produção de carne bovina, mas também a adesão generalizada aos padrões de qualidade e segurança alimentar exigidos pela Senasag. Essa conformidade é crucial para assegurar não só a qualidade do produto final, mas também para manter a confiança dos mercados internos e externos na carne bovina boliviana.

Bolívia exporta carne bovina e derivados para os mercados da China, Rússia, Peru, Equador. Foto: ABI

Distribuição regional do abate de bovinos

Quanto à distribuição regional do abate de bovinos, Santa Cruz lidera com 66,8% do total nacional de cabeças abatidas, seguida por La Paz com 137.221 e Cochabamba com 134.099. Esses números refletem uma concentração significativa na produção de carne bovina na Bolívia, sendo Santa Cruz a região com maior destaque nesse aspecto.

Aumento no abate de bovinos

O relatório do INE revela ainda que durante 2023 foram abatidas um total de 1.159.211 cabeças de gado bovino, superando os registos anteriores de anos anteriores. Esse aumento no abate contribuiu para o aumento da produção total de carne bovina no país.

Relevância dos dados recolhidos pelo INE

Além disso, destaca-se que a cobertura desta operação estatística representa 82% do total abatido a nível nacional, o que mostra a relevância e representatividade dos dados recolhidos pelo INE em relação à produção pecuária boliviana.

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