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André Hassem reforça atuação do IMAC e amplia ações de educação ambiental no Acre

Presidente do Instituto do Meio Ambiente do Acre (IMAC), André Hassem.
Presidente do Instituto do Meio Ambiente foca em parcerias e conscientização durante o verão amazônico
Durante visita ao parque de exposições Wildy Viana, em Rio Branco na noite desta terça-feira, dia 29, o presidente do Instituto do Meio Ambiente do Acre (IMAC), André Hassem, destacou a intensificação dos trabalhos do órgão neste verão amazônico, considerado um dos mais severos dos últimos anos. Em entrevista ao portal O Alto Acre, Hassem reafirmou o compromisso da instituição com ações de conscientização e educação ambiental em todo o estado.
Segundo o gestor, o IMAC está alinhado com a Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) de Rio Branco para desenvolver iniciativas educativas voltadas ao combate à poluição e à preservação dos recursos naturais. A proposta é levar conhecimento e orientação às comunidades urbanas e rurais, reforçando a importância da preservação ambiental.
“Conhecer e preservar o meio ambiente é preservar a vida. Ainda temos os meses críticos de agosto e setembro pela frente, e por isso estamos com equipes mobilizadas em diversas regiões do estado”, afirmou Hassem.
Com um estande na Expoacre 2025, o IMAC apresenta uma programação voltada para informar o público sobre práticas sustentáveis, os impactos das queimadas e a importância de combater crimes ambientais. O presidente também fez um alerta sobre o aumento das queimadas urbanas e pediu a colaboração da população para evitar riscos à saúde pública e ao ecossistema.
Outro ponto abordado foi a relação com o agronegócio. Hassem reconheceu a importância do setor, mas pediu que os produtores tenham consciência ambiental, utilizando as áreas disponíveis de forma sustentável e evitando práticas nocivas, como o uso do fogo corretamente.
As ações do IMAC seguirão sendo intensificadas nas regionais do Alto Acre, capital e demais municípios, com foco na educação ambiental como ferramenta principal de mudança.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.




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