Acre
Alexangelo Sussuarana (Panda), de férias na fronteira e o entrevistado da noite no Oaltoacre Entrevista
De ferias na regional do alto acre, o campeão Brasileense do Jiu Jitsu (Panda), passou pelos estúdios do jornal oaltoacre.com onde cedeu entrevista no programa (Oaltoacre Entrevistas)

De férias na terra natal visitando familiares e amigos na fronteira, o mesmo tirou um tempinho de seus dias na fronteira para participar do (Oaltoacre Entrevistas) Foto: capturada
Alexangelo Sussuarana está aproveitando bem suas férias na terra natal. É sempre bom poder visitar familiares e amigos depois de um período de trabalho intenso, especialmente para alguém tão envolvido como o Faixa Marrom Panda, seja dentro ou fora do Brasil. E participar de uma entrevista no jornal oaltoacre.com, e para nós uma experiência interessante, especialmente (Panda), que vem compartilhando suas experiências como campeão e suas vivências no mundo do jiu-jitsu.

Multicampeão de Jiu Jiysu, Alexangelo Sussuarana (Panda), está aproveitando bem suas férias na terra natal e visitando familiares e amigos na fronteira. Foto: captada
Em São Paulo (SP), onde mora atualmente, Panda enfrentou adversários de todo o Brasil e do mundo, acumulando títulos de destaque. Um dos momentos mais marcantes de sua carreira foi quando se consagrou Campeão Brasileiro Absoluto de Jiu Jitsu de todos os pesos, um feito notável que provou sua excelência no esporte.
O currículo de vitórias de Alexangelo é extenso e impressionante, incluindo títulos como Campeão Internacional Quirguistão PRO, Campeão Paulista de Jiu-Jitsu, Campeão Sul Americano de Jiu-Jitsu e Campeão Internacional Taça São Paulo, Campeão brasileiro de jiu-jitsu em São Paulo no ginásio de Ibirapuera. Cada vitória é um testemunho de sua dedicação e habilidades excepcionais no tatame.
Depois de um ano de muito trabalho dentro e fora do Brasil, o faixa marrom Alexangelo Sussuarana (Panda), está de férias na terra natal visitando familiares e amigos na fronteira, o mesmo tirou um tempinho de seus dias na fronteira para participar do (Oaltoacre Entrevistas), com o radialista, jornalista e apresentador Marcus José.
Veja vídeo entrevista:
História
O jiu-jitsu japonês foi apresentado à família Gracie, no Brasil, ao redor de 1914, por Conde Koma (Mitsuyo Maeda). Conde era campeão de judô e discípulo direto de Jigoro Kano, fundador do Judô, na Kodokan do Japão. Nasceu em 1878, e tornou-se aprendiz de judô (o jiu-jitsu de Kano) em 1897.
Em 1914, Conde teve a oportunidade de viajar para o Brasil, chegando em Porto Alegre, onde fez as primeiras apresentações de suas técnicas, como parte de uma grande colônia de imigração japonesa. No Pará, estado da região norte do Brasil, tornou-se amigo de Gastão Gracie, empresário influente que ajudou Maeda a estabelecer-se.
Para demonstrar sua gratidão, Maeda prontificou-se a ensinar o judô (jiu-jitsu de Kano) a Carlos Gracie, filho mais velho de Gastão. Carlos aprendeu por alguns anos e, depois, passou seu conhecimento para os irmãos. No entanto, foi Hélio Gracie, o irmão mais novo de Carlos, quem foi o maior responsável pelo refinamento técnico da arte japonesa, o que o levou a ser conhecido como o “Criador do Jiu-Jítsu Brasileiro”. Em 1976, Rolls Gracie derrotou um mestre que propôs um desafio entre sua arte, o caratê e o jiu-jítsu brasileiro. No final da década de 1990, a família atingiu o grande público quando Rorion Gracie revolucionou o mundo das artes marciais ao criar o Ultimate Fighting Championship (UFC) o primeiro dos campeonatos de vale-tudo que depois ficaram conhecidos campeonatos de MMA (Artes Marciais Mistas), nos quais lutaram e foram campeões Rickson, Royce, Royler, Renzo, Ralph, Ryan e Rodrigo. Kyra Gracie é a primeira mulher da família a competir ativamente na modalidade.

Alexangelo Sussuarana (Panda), em uma das lutas representado academia Cicero Costha, pelo mundo mostrando toda sua garra e determinação como profissional, atleta de Jiu Jitsu de faixa marrom.
Alexangelo (Panda), resume seu sentimento: “Como filho da terra, filho de Brasiléia, tenho orgulho de ser acreano.” E todos aqueles que o conhecem têm orgulho de testemunhar sua incrível jornada no Jiu-Jitsu, que está longe de terminar. O mundo do Jiu-Jitsu espera ansiosamente para ver o que esse talentoso atleta ainda tem a oferecer em um futuro próximo.

A faixa marrom é a 4ª faixa no sistema de graduação
Quando o atleta de Jiu Jitsu alcança a faixa marrom de Jiu Jitsu já é um sinal que o aluno é persistente e fez por merecer estar recebendo a graduação. Ao se tornar faixa marrom Jiu Jitsu, o atleta já percorreu um longo caminho nos tatames, onde fez vários amigos no corre do dia-dia.
No Jiu Jitsu a cada graduação o aluno vai somando ao seu conhecimento, movimentos, golpes permitidos em cada faixa e quando se alcança a graduação na faixa marrom são acrescentados aos alunos técnicas mais robustas e ‘’agressivas’’ que ainda não foram apresentadas.
A partir desse momento o jiujiteiro passa a treinar novas técnicas e aprimorar outras agora com um pouco mais entusiasmo, pois está muito próximo da tão desejada faixa preta. A faixa marrom é a 4ª faixa no sistema de graduação a partir dos 16 anos, ela é determinante para muitos atletas e indica quais serão os caminhos a serem trilhados no Jiu Jitsu, podendo o praticante ter descoberto seu amor por ensinar o Jiu Jitsu ou até mesmo o momento de dar um gás na carreira e se profissionalizar.
O que se espera de um Faixa marrom de Jiu Jitsu?
O que é determinante para o graduado na faixa marrom de Jiu Jitsu e para conseguir avançar rumo a black belt, será manter o foco no aprendizado e começar fazer os ajustes no seu jogo, o momento requer que o atleta maximize seus movimentos e em contrapartida diminua a possibilidade de jogo do seu oponente.
O atleta deve dar uma atenção a sua estratégia de luta, evitando que suas posições estejam frouxas, posições muito soltas podem prejudicar o desempenho de quem agora é um faixa marrom, se atentar a essa questão fará que o lutador de Jiu Jitsu tenha melhores resultados.
O conhecimento em realizar os movimentos e posições do Jiu Jitsu, devem estar em dia quando se alcança a graduação, saber raspar e passar corretamente é um dever do atleta faixa marrom de Jiu Jitsu, o estudo dos movimentos e posições é exigido a cada graduação e o aluno deve somar a suas habilidades. Saber criar e executar de maneira correta os golpes do Jiu Jitsu demonstra a evolução no aprendizado e que foco nos estudos continua sendo determinante para o sucesso no Jiu Jitsu.
Se tratando de aprender o Faixa Marrom de Jiu Jitsu, também deve estar apto a transmitir seu conhecimento, pois está mais que comprovado o que sempre aprendemos mais quando nos dedicamos a ensinar. No Jiu Jitsu o seu conhecimento deve ser compartilhado com os menos graduados, todo atleta deve retribuir tudo aquilo que ele conseguiu aprender e na faixa marrom o aluno tem essa oportunidade de compartilhar suas experiências aos graduandos e recém-chegados ao Jiu Jitsu.
Quando se recebe a faixa marrom o atleta deve possuir um estilo de jogo mais variado e que trabalhe o maior número de variações de posições possíveis, pode ser que o atleta chegue a faixa marrom com algum estilo mais forte e quem tenha conseguido atingir bons resultados com isso, mas no Jiu Jitsu manter o foco em único estilo pode não ser uma boa estratégia, o atleta deve ter sempre uma carta na manga na hora do rola, seja em treino para não deixa lo travado ou em uma competição superando seu adversário. A forma como o atleta leva sua luta demonstra o nível de maturidade e capacidade de mudar o jogo com o intuito de vencer e conseguir bons resultados.
O Jiu Jitsu sempre exigiu de seus atletas uma conduta exemplar dentro e fora dos tatames, a arte suave tem toda uma filosofia que preza pelos bons hábitos e costumes e isso perdura pela vida todo do atleta e quanto mais graduado ele for mais será cobrado isso dele, portanto quem está mais próximo da faixa preta, inevitavelmente também será cobrado sobre seu comportamento exemplar, o atleta faixa marrom deve estar atento a isso.
Umas das partes técnicas exigidas de um faixa marrom ou quando se chega a essa graduação é o de saber dominar os golpes e movimentos com os membros inferiores, o ‘’jogo’’ com os pés, saber atacar e defender utilizando os pés, joelho e panturrilha, se não consolidado deve ser aprimorado neste momento, este é o melhor momento para trabalhar esse tipo de jogo dentro do Jiu Jitsu, o bom desempenho dessa técnica será cobrada e é bom que o atleta já venha desempenhando esse tipo de luta.
A evolução do Jiu Jitsu é baseada na auto avaliação e a cada graduação o atleta deve ter em mente o que foi aprendido e o que vai aprender, não podendo haver lacunas que possam fazer que o praticante de Jiu Jitsu se sinta inseguro quanto ao desempenho, sempre haverá o momento de se fazer uma reflexão quanto a suas habilidades no tatame e rever o que precisa ser melhorado, não podemos deixar que o simples fato de ter uma graduação nos faz melhores que ninguém, mas a de sempre enxergar o que podemos melhorar em questões técnicas e práticas.
O próximo passo agora será receber sua faixa preta, pois o graduado na faixa marrom, tecnicamente já deve estar pronto, contudo agora os critérios para receber a desejada faixa preta pode ser muito mais subjetiva, então todo atleta deve ficar atento quanto a isso e a sua forma de se relacionar com as pessoas dentro e fora dos tatames podem ser determinantes para que o seu professor ou sensei leve em consideração o momento correto do recebimento da faixa preta, é claro que estando dentro do tempo exigido a graduação ocorrerá, mas será de maior valia se ela ocorrer por mérito de suas conquistas.
O jornal oaltoacre.com deseja bons treinos, Panda!

Alexangelo (Panda), conquistou todos os títulos e eventos de Jiu-Jitsu que o Acre tinha a oferecer. Mas, sua ambição o levou além das fronteiras de seu estado natal. Com o apoio de amigos e familiares, ele decidiu levar sua carreira como atleta para São Paulo, onde treina na renomada academia Cícero Costha BJJ.
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Detento confessa assassinato por vingança em presídio do Acre; polícia investiga participação de outros presos
Rio Branco, AC – A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu as investigações do assassinato do detento Aldair Feitosa da Silva, ocorrido na última terça-feira (1º) dentro do maior complexo penitenciário do Acre. O autor confesso, Dhionatan Oliveira Silva, afirmou durante interrogatório na Delegacia de Flagrantes que cometeu o crime como retaliação por agressões à sua esposa e insultos sofridos na prisão.

DH investiga homicídio no presídio após detento confessar crime por vingança.
Aldair, que cumpria pena de 11 anos e 4 meses por assalto a uma barbearia em 2022, foi morto ao retornar do banho de sol. Segundo relatos, ele foi estrangulado com uma corda e depois atingido por múltiplos golpes de estoque (arma artesanal comum em presídios). A polícia não descarta a participação de outros detentos no crime, já que a execução ocorreu em área de circulação do presídio.
Dhionatan, preso por **latrocínio**, não foi indiciado imediatamente devido à complexidade do caso. A DHPP deve ouvi-lo novamente e aguardar laudos periciais para definir se outros envolvidos serão responsabilizados.
— “O crime tem características de execução e pode ter tido colaboração de outros presos”, avalia uma fonte policial.
O caso expõe a violência endêmica no sistema prisional acreano. Aldair, que deveria cumprir mais anos de pena, teve sua sentença “antecipada” por um tribunal informal do crime. A DHPP agora corre para evitar novos episódios enquanto apura se facções ou rivais pessoais estiveram por trás do homicídio.
O Ministério Público deve pedir a **transferência de Dhionatan** para regime mais rigoroso, enquanto a defesa pode alegar legítima defesa da honra ou violação de direitos na prisão.
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Vídeo: Aleac concede Título de Cidadão Acreano a Edivan em reconhecimento à sua contribuição ao Estado
Na manhã desta quinta-feira (03), a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) concedeu o Título de Cidadão Acreano ao médico veterinário Edivan Maciel, em reconhecimento aos seus 37 anos de dedicação ao Estado, especialmente nas áreas da agricultura e veterinária. A honraria foi entregue pelo secretário de Agricultura, José Luis Tchê, que destacou a importância do homenageado para o desenvolvimento do setor.
“Edivan trouxe muito progresso, principalmente na veterinária. Um dos exemplos é o fornecimento de nitrogênio na Universidade Federal do Acre, uma iniciativa dele, que muitos estados ainda não têm. Seu empenho tem sido fundamental para a evolução do setor agropecuário no Acre”, afirmou Tchê.
Atualmente, Edivan atua como secretário adjunto da Agricultura, contribuindo para a continuidade dos projetos da pasta. “Ele é um irmão que a vida me deu, um profissional dedicado ao crescimento do nosso Estado”, concluiu o secretário.
Texto: Andressa Oliveira
Fotos: Hugo Costa
Vídeoreportagem: Alexandre Lima
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Empresas do programa ‘Asfalta Rio Branco’ terminam contratos e nova licitação será lançada, afirma secretário
Secretário Cid Ferreira explica que quatro empresas seguem ativas, mas serviços estão paralisados temporariamente devido ao período de chuvas

As outras seis já fizeram os seus objetivos, já fizeram os seus trabalhos. Não dispõe mais de saldo, então está encerrado para seis empresas”, explicou Antônio Cid em vídeo. Foto: cedida
O secretário municipal de Infraestrutura de Rio Branco, Cid Ferreira, esclareceu nesta quinta-feira (3) a situação dos contratos do programa ‘Asfalta Rio Branco’. Das dez empresas originalmente contratadas, seis já cumpriram seus serviços e não possuem mais saldo disponível, enquanto outras quatro permanecem com contratos vigentes – porém com obras paralisadas temporariamente devido ao inverno amazônico.
“Os contratos têm prazos distintos: 12 meses para execução e 18 meses para prestação de contas e eventuais ajustes. Das empresas restantes, nenhum serviço está sendo solicitado no momento por causa das chuvas”, explicou Ferreira, sem revelar os nomes das empresas que continuam no programa.
Como funcionam os prazos?
Ferreira explicou que os contratos têm:
12 meses para execução dos serviços
18 meses de vigência (incluindo prestação de contas e ajustes)
“Às vezes, esses prazos confundem a população. As empresas que já cumpriram suas metas não precisam permanecer no programa”, afirmou.
Distribuição por regionais:
As quatro empresas ainda contratadas atendem áreas específicas da capital:
- 1 empresa para a regional Baixada da Sobral
- 1 empresa para São Francisco
- 1 empresa para Cadeia Velha
- 1 empresa para as regionais 6 de Agosto e Vila Acre
No entanto, nenhuma nova demanda está sendo liberada no momento devido ao período de inverno, que dificulta serviços de pavimentação.
Próximos passos
O município prepara uma nova licitação para ampliar a cobertura do programa. Enquanto isso, a prioridade será concluir os trabalhos das empresas restantes nas regionais já definidas.

A prefeitura deve divulgar nos próximos dias o cronograma completo das próximas intervenções nas vias da capital acreana. Foto: cedida
O secretário adiantou que a prefeitura prepara uma nova licitação para dar continuidade ao programa, mantendo o modelo de contratação sob demanda. A medida busca garantir a continuidade dos serviços de pavimentação após o período chuvoso, quando as condições climáticas permitirem o retorno das obras.
Ferreira ressaltou ainda que o programa segue ativo, apenas adaptando sua operação aos prazos contratuais e às condições climáticas da região. A prefeitura deve divulgar nos próximos dias o cronograma completo das próximas intervenções nas vias da capital acreana.
Veja vídeo com NH:
#AsfaltaRioBranco – O programa segue ativo em quatro regionais, com novas contratações a caminho para expandir a pavimentação na capital.
(Informações: Secretaria Municipal de Infraestrutura de Rio Branco)
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