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Além do Pis Pasep, existem ‘fortunas’ esquecidas nos bancos Caixa e BB

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Os brasileiros “esquecem” verdadeiras fortunas nos bancos. Só em abono do PIS existem 1,08 bilhão de reais disponíveis para saque até o dia 29 de junho. Se essa quantia não for resgatada até lá, o dinheiro será então transferido para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) – e o trabalhador perde direito ao benefício.

Mas não é apenas o abono do PIS que deixa de ser sacado (veja condições aqui). Ganhadores de prêmios lotéricos fazem suas apostas, mas esquecem de buscar o dinheiro. Levantamento da Caixa mostra que 326 milhões de reais em prêmios da loteria não foram buscados por seus ganhadores em 2017.

Veja abaixo alguns recursos que podem ser “esquecidos” e o que acontece com eles se não forem resgatados:

Abono salarial do PIS

Todo trabalhador cadastrado no PIS (Programa de Integração Social) há cinco anos ou mais e que recebeu salário mensal de até dois mínimos em 2016 tem direito de receber o abono. O pagamento referente ao ano-base 2016 vai até 29 de junho. Tem direito também quem exerceu atividade remunerada por pelo menos 30 dias, consecutivos ou não.

Quanto?

O valor do abono varia de 80 reais a 954 reais, dependendo da quantidade de meses trabalhados em 2016.

Quem falta receber?

No exercício vigente, 1,96 milhão de beneficiários ainda não realizaram o saque do abono salarial, o que representa 1,08 bilhão de reais. Quando o contribuinte não vai sacar, o valor é direcionado para Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Loterias

Nem todo mundo que aposta confere os jogos depois do sorteio. Isso significa que muito dinheiro que deveria ser destinado ao pagamento de prêmios, acaba não sendo retirado. Os prêmios com valor superior a 1.903,98 reais são pagos exclusivamente nas agências da Caixa.

Quanto?

Só em 2017, mais de 326 milhões de reais em prêmios lotéricos não foram resgatados.

Para onde vai?

Depois de 90 dias, a contar da data do sorteio, o prêmio prescreve e é direcionado para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Nota Fiscal Paulista

No Estado de São Paulo, o programa existe desde 2007 e devolve até 20% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) recolhido pelo estabelecimento aos consumidores. Para participar, é preciso informar o CPF ou o CNPJ no ato da compra. Além dos créditos referentes aos gastos, há sorteios que podem chegar a um milhão de reais. Os créditos podem ser usados para abater o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ou creditados diretamente na conta corrente ou poupança do contribuinte. A liberação dos valores que serão devolvidos acontecem duas vezes por ano. Em abril, o contribuinte resgata créditos dos documentos fiscais referentes ao primeiro semestre do ano anterior e, em outubro, referentes ao segundo semestre. Não retornam créditos de estabelecimentos não tributados pelo ICMS.

Quanto?

Até o dia 30 de abril, foram distribuídos quase 16 bilhões de reais a cerca de 20 milhões de contribuintes.

Para onde vai?

O prazo para resgate dos valores expira em cinco anos. Passado esse tempo, o valor retorna para o Estado. Procurada, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo não informou quanto já foi “esquecido” pelos contribuintes nem qual o destino exato do montante.

Restituição do Imposto de Renda

Depois de declarar o Imposto de Renda Pessoa Física todos os anos, o contribuinte tem direito ou à restituição ou a obrigação de pagar o valor devido naquele exercício. A restituição do Imposto de Renda fica disponível no banco durante um ano. Para saber se existe algum valor residual para resgate, é preciso consultar o lote ou o Extrato do Processamento da DIRPF. Os serviços de consulta e solicitação de Pedido de Pagamento de Restituição estão disponíveis no site da Receita Federal. Segundo a Receita Federal, em média, 3,5% das restituições são devolvidas para o órgão após ficarem disponíveis no banco para reagendamento.

Quanto?

Procurada, a Receita não informou quais valores não foram retirados.

Para onde vai?

O prazo para solicitar o crédito é de cinco anos. Caso não seja reclamado, o montante é devolvido à Receita Federal e retorna à conta da União no Tesouro Nacional.

Existem outras fontes que geram pagamento em dinheiro ao contribuinte, mas que nem todos conhecem. Esse é o caso do seguro DPVAT, pago a todas as vítimas de acidente causado por veículo automotor. Veja abaixo:

DPVAT

O seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), obrigatório a todos os proprietários de veículos, beneficia motoristas, passageiros e pedestres com cobertura no país inteiro. Para requerer a indenização, as vítimas ou seus familiares devem se dirigir a um dos mais de 8.000 postos de atendimento autorizados da Seguradora Líder com a documentação necessária.

Quanto?

A solicitação de indenização por morte (13.500 reais) e o reembolso de despesas médicas e hospitalares (até 2.700 reais) podem ser feitas até três anos após o registro do acidente. No caso de invalidez permanente (até 13.500 reais), o prazo é contado a partir da ciência inequívoca da incapacidade laboral. Em 2017, mais de 380 mil indenizações foram pagas, sendo que 74% foi para invalidez permanente. O número representa redução de 18% referente ao mesmo período de 2016. Entre os beneficiados, 74% das indenizações foram para donos de motocicletas, apesar de representar 27% da frota nacional.

Para onde vai?

Do total arrecadado, 45% são repassados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS), para custear os procedimentos médico-hospitalares decorrentes da assistência a vítimas de acidentes. Outros 5% são repassados ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), para a realização de campanhas e outras iniciativas no âmbito da Política Nacional de Trânsito. Os 50% restantes são destinados ao pagamento de indenizações e despesas operacionais e administrativas derivadas da operação do seguro obrigatório.

FGTS inativo

Todo trabalhador com registro em carteira tem direito ao depósito do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Mensalmente, a empresa empregadora deposita o equivalente a 8% do valor do salário na conta do FGTS, benefício criado com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa. Porém, quando o funcionário pede demissão, ele só pode sacar o dinheiro se a conta ficar inativa por três anos – prazo contado a partir do mês de aniversário do titular da conta.

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Gefron apreende mais de R$ 14 milhões em operações de fronteira no primeiro trimestre de 2026

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Balanço registra 36 ocorrências, 11 relacionadas ao tráfico de drogas, 1.440 kg de entorpecentes retirados de circulação e 14 mandados de prisão cumpridos

Nos três primeiros meses do ano, 14 mandados de prisão foram cumpridos e 51 conduções foram realizadas

Gefron reforça combate ao crime na fronteira e apreende R$ 14 milhões em três meses

Um balanço operacional do Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron), referente ao período de janeiro a março de 2026, mostra que foram registradas 36 ocorrências, sendo 11 relacionadas ao tráfico de drogas e 4 de descaminhos, caracterizado pela importação ou exportação de mercadorias sem o pagamento devido dos tributos.

Nos três primeiros meses do ano, 14 mandados de prisão foram cumpridos e 51 conduções foram realizadas, o que reforça a atuação contínua aos principais crimes que impactam as regiões de fronteira e a responsabilização dos envolvidos nas práticas criminosas.

Foram registradas 36 ocorrências, sendo 11 relacionadas ao tráfico de drogas e 4 de descaminhos. Foto: captada 

Descapitalização de organizações criminosas

A atuação do Gefron é essencial para a descapitalização de organizações criminosas. Segundo o relatório, cerca de R$ 14.151.955,00 foram apreendidos e impactaram de forma direta os grupos atuantes.

As equipes também coordenam apreensões, com resultados expressivos na coleta de entorpecentes e armas.

Números da operação
  • Maços de cigarros apreendidos: 5.700

  • Veículos apreendidos/recuperados: 11

  • Entorpecentes retirados de circulação: 1.440 kg

  • Armas de fogo apreendidas: 7

  • Dinheiro apreendido: R$ 2.496,00

Um balanço operacional do Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron), período de janeiro a março de 2026

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Polícia Civil prende suspeito e avança em investigação de homicídio em Manoel Urbano

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Corpo de José, conhecido como “Zé do Leite”, foi encontrado às margens da BR-364, no km 11, na terça-feira (31); suspeito foi preso nesta quarta (1º) e segue à disposição da Justiça

Perícias e diligências continuam, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço do caso.

Operação da Polícia Civil prende suspeito de matar “Zé do Leite” em Manoel Urbano

A Polícia Civil realizou, na manhã desta quarta-feira (1º), uma operação para avançar nas investigações do homicídio de José, conhecido como “Zé do Leite”, de 46 anos, em Manoel Urbano, no interior do Acre. O corpo da vítima foi encontrado às margens da BR-364, no km 11, no trecho que liga o município a Feijó.

De acordo com informações, a Polícia Militar foi acionada por volta das 17h14 após receber denúncia de um possível homicídio no local. Como não havia confirmação sobre o estado da vítima, uma equipe do Samu foi chamada. Ao chegar na área, os socorristas constataram que o homem já estava sem vida.

Operação para avançar nas investigações do homicídio de José, conhecido como “Zé do Leite”. Foto: captada 

Prisão e investigações

Durante a operação realizada nesta manhã, um suspeito foi preso e encaminhado para a delegacia de Manoel Urbano, onde permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para esclarecer a motivação do crime e identificar outros possíveis envolvidos. Perícias e diligências continuam sendo realizadas, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço do caso.

A vítima, identificada como José Ribamar Martins de Souza, de 46 anos, era conhecida na região pelo apelido de “Zezinho do Leite”. Foto: captada 

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6ª Feira do Peixe movimenta Assis Brasil com produção local e agricultura familiar

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A Prefeitura de Assis Brasil, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, deu início nesta quarta-feira à 6ª Feira do Peixe, que acontece ao longo de três dias: quarta, quinta e sexta-feira. O evento conta com a parceria do Sebrae, Seagri, Emater e produtores do município, fortalecendo a produção local e incentivando a economia regional.

Além da comercialização de peixes, a feira também reúne o grupo da agricultura familiar, que oferece uma grande variedade de verduras frescas e outros produtos cultivados no próprio município, garantindo qualidade e valorizando o trabalho do homem e da mulher do campo.

O prefeito Jerry destacou a importância da iniciativa e agradeceu o empenho de todos os envolvidos. “Quero agradecer à equipe da Secretaria de Agricultura, aos produtores e à população que prestigia a feira. Esse é um momento importante para fortalecer nossa economia e valorizar quem produz em Assis Brasil”, afirmou.

Para a produtora Maria José, que comercializa verduras, a feira é fundamental. Segundo ela, tudo o que é produzido acaba sendo vendido. “É importante pra gente que produz. Tudo que a gente traz, vende. A gente tem que trabalhar e trazer pra feira porque vende. Agradeço o apoio da prefeitura e da Secretaria de Agricultura”, destacou.

Já Nando, que estava apoiando e também vendendo peixe, ressaltou o incentivo dado ao produtor rural. “É um incentivo muito importante. A prefeitura vem apoiando e incentivando tudo que está sendo produzido no nosso município”, afirmou.

A Feira do Peixe segue até sexta-feira, oferecendo produtos frescos, de qualidade e fortalecendo a produção local, além de gerar renda para os produtores de Assis Brasil.

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