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Acre

Adolescente é resgatado com lança atravessada na perna em Manacapuru

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Um adolescente de 17 anos foi resgatado na tarde de terça-feira (1º), em Manacapuru, no interior do Amazonas, após ser encontrado no topo de uma árvore com uma zagaia cravada na perna.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o jovem aparece em cima da árvore, com a zagaia na perna. O momento foi registrado por moradores que passavam pelo local.

Segundo informações, policiais militares patrulhavam a área quando perceberam um grupo de pessoas e, ao se aproximarem, viram o jovem ferido.

Os bombeiros foram acionados e, com apoio da polícia, removeram o adolescente. A equipe usou uma mini motosserra para cortar a zagaia antes de encaminhá-lo ao hospital.

À polícia, o jovem disse que não viu quem o feriu e decidiu não registrar queixa.

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Acre

Plácido de Castro abre contratação temporária para a Educação

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A Prefeitura de Plácido de Castro publicou nesta quinta-feira, 03, a abertura de um processo seletivo simplificado para contratação temporária de profissionais que irão atender à Secretaria Municipal de Educação e Cultura. O certame tem como objetivo selecionar candidatos para suprir necessidades excepcionais do serviço público municipal.

As inscrições serão realizadas no dia 4 de abril de 2025, das 7h às 17h, exclusivamente de forma presencial na sede da Prefeitura de Plácido de Castro, localizada na Rua Epitácio Pessoa, nº 347, Bairro Rapirrã.

Os candidatos deverão comparecer munidos da ficha de inscrição devidamente preenchida e dos documentos exigidos no edital, como documento oficial de identidade com foto, CPF, certidão de quitação eleitoral, certidão de antecedentes criminais, comprovante de endereço e títulos de qualificação e experiência profissional.

Os candidatos aprovados serão contratados por um período de 9 meses, correspondente ao ano letivo de 2025, com possibilidade de extensão para 10 meses em 2026, de acordo com o calendário escolar. O prazo de validade do Processo Seletivo será de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período.

O edital prevê a reserva de 5% das vagas para pessoas com deficiência, desde que seja comprovada a compatibilidade com as funções do cargo. Os interessados deverão apresentar laudo médico atualizado no momento da inscrição. Além disso, candidatos que discordarem da classificação poderão interpor recurso dentro do prazo estabelecido no cronograma do edital, de forma presencial e devidamente fundamentada.

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Acre

Vereadores se reúnem a portas fechadas para debater fim do Asfalta Rio Branco

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Foto: Jardy Lopes

A base de vereadores da prefeitura de Rio Branco se reuniu, antes do início das sessões legislativas, no gabinete do vereador Antônio Moraes (PL) para discutir o tema do momento: o cancelamento do programa Asfalta Rio Branco, anunciado pelo secretário de Infraestrutura, Cid Ferreira, na última quarta-feira (2).

Segundo informações apuradas nos bastidores do Poder Legislativo, os vereadores da base não aprovaram a suspensão do programa e debateram estratégias para enfrentar possíveis ataques da oposição sobre o tema.

O programa foi oficialmente cancelado pelo secretário de Infraestrutura, Cid Ferreira, em entrevista ao ac24horas Play. Para os parlamentares oposicionistas, a iniciativa representou um “estelionato eleitoral”, frustrando as expectativas da população.

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Mães atípicas protestam por direitos e atendimento especializado no Acre

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Foto: Whidy Melo/ac24horas

Dezenas de mães atípicas se reuniram nesta quinta-feira, 3, em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e ao Palácio Rio Branco, para reivindicar direitos e protestar contra promessas não cumpridas pelo poder público. Vestidas de preto, as manifestantes afirmam que o movimento simboliza tanto o luto pela falta de assistência quanto a luta por melhorias nas condições de atendimento a crianças com transtorno do espectro autista (TEA) e outras necessidades especiais.

A ativista e mãe atípica Saana Monteiro explicou a situação das famílias que dependem de serviços públicos para os cuidados de seus filhos. “Estamos cansadas de tantas audiências públicas, sessão solene, mês de abril é uma coisa muito linda, sabe? Todo mundo tem projetos e projetos, mas o restante do ano estamos abandonados. Sem terapias, sem escola para nossas crianças, sem neuropediatra, sem diagnóstico precoce. Hoje no Estado nós não temos o censo e a gente não tem também como saber quantas crianças e quantas famílias atípicas temos no Estado”, declarou.

As mães denunciam a demora na oferta de consultas e tratamentos especializados, o que prejudica o desenvolvimento das crianças e a saúde mental das próprias cuidadoras. “Mães que estão em lista de espera de três a quatro anos, esperando por um atendimento. Mães que estão em primeira consulta há dois anos esperando uma primeira consulta. Hoje nós temos muitas mães adoecidas com pensamentos suicidas porque não têm a rede de apoio necessária que elas precisam. Então estão adoecendo psicologicamente. Então essa é a reivindicação dos nossos direitos e hoje vamos fazer valer a pena cada um deles. Não vamos mais aceitar promessas, nós queremos ações”, afirmou Saana.

As reivindicações são direcionadas tanto ao governo do Estado quanto à Prefeitura de Rio Branco. Segundo as manifestantes, algumas políticas públicas foram criadas, mas ainda carecem de efetivação. “Já tem um projeto de lei em andamento, só que ainda não está em vigor, não foi sancionado, onde ampara os direitos dos autistas, onde separa uma porcentagem de vaga dentro das creches municipais simplesmente para os autistas, para eles serem sorteados entre si e não ter que ser sorteado em ampla concorrência com as demais crianças. Só que ainda tem coisas que precisam ser melhoradas”, explicou a ativista.

Um dos maiores desafios enfrentados é a falta de profissionais especializados e de estrutura adequada para atender as crianças com necessidades especiais. Saana Monteiro listou os principais problemas enfrentados pelas famílias. “Hoje, terapias, diagnóstico, posso dar exemplos. Mães que precisam medicar seus filhos, elas têm uma consulta com o neuropediatra, sai com a receita, só que para ela renovar essa receita, ela tem que fazer o retorno com o neuro, porque ela não tem onde renovar essa receita. E esse retorno dura em média um ano e meio, dois anos. Então essa mãe, ela fica com o filho colapsado. Então ela não sabe o que fazer, muitas delas automedicam, medicam a criança. Então acaba virando um transtorno ali na família”, encerrou.

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