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Acre tem mais de 12,4 mil endereços em ruas sem nome; índice é o 4º da região Norte

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Em todo o país, são 2,7 milhões de endereços em logradouros sem identificação, e mais de 226 mil na região. Levantamento do Censo do IBGE também revela nomes que são comumente utilizados em todo país.

Vista aérea do município de Brasileia, com bairros Ferreira da silva e Eldorado. Foto: internet

O Acre tem mais de 12,4 mil endereços em ruas sem nome de acordo com dados do Censo 2022 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última sexta-feira (14). Ao todo, o estado tem 373,8 mil endereços.

Os números que constam no Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE) revelam que o Acre é o quarto da região Norte em vias sem nome, atrás de Pará (111,3 mil), Amazonas (47,2 mil) e Tocantins (30,8 mil). Em toda a região, são 222,6 mil logradouros sem identificação.

No país, 2,7 milhões de endereços estão localizados em ruas sem nome. A maior parte está na região Nordeste, com mais de 1,4 milhões.

Entre os que têm denominação, o estado tem 854 ruas e outras vias chamadas “Brasil”, 808 denominadas “São José”, e 604 com nome de “São Paulo”. A denominação mais comum de ruas e outras vias no país é o termo “Principal”. No Acre, essa categoria tem 139 endereços.

A pesquisa também levantou dados sobre lares em condomínios, e o Acre tem 9,6 mil moradias em empreendimentos com entre 6 a 20 unidades, a maioria dentro desta análise. Confira:

  • 9.666 condomínios entre 6 e 20 unidades
  • 1.586 condomínios entre 21 e 50 unidades
  • 1.308 condomínios entre 51 e 100 unidades
  • 908 condomínios acima de 100 unidades

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Terremoto de magnitude 7,3 atinge o norte do Chile

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Epicentro do tremor foi em uma região próxima do deserto do Atacama a 126 km de profundidade. Relatos apontam que o terremoto foi sentido em cidades brasileiras, como São Paulo.

Local do terremoto de 7,3 graus que atingiu o norte do Chile — Foto: Reprodução

Um terremoto de maginitude 7,3 atingiu o norte do Chile por volta das 22h50 (horário de Brasília) desta quinta-feira (18). O epicentro do tremor foi na região de Antofagasta, próxima ao deserto do Atacama, na fronteira com Bolívia e Argentina.

Segundo o serviço geológico dos Estados Unidos (USGS), o tremor ocorreu a 126 km de profundidade.

O epicentro foi localizado a 20 km ao sul da cidade de San Pedro de Atacama, na região de Antofagasta, que fica a 1.630 km da capital Santiago.

O serviço hidrográfico chileno descartou alerta de tsunami, afirmando que “o tremor não reúne as condições necessárias para gerar ondas gigantes na costa do país”.

O presidente do Chile, Gabriel Boric, publicou uma mensagem no X de que “já entrou em contato com a governadora da região” e que, até o momento, “não há informações de danos ou de pessoas feridas”. Ele afirmou que as equipes de socorro estão se dirigindo ao local “para avaliação e tomada de medidas necessárias”

Em outra mensagem, Boric disse que houve “alguns deslizamentos” na rota de Calama a Tocopilla, ao leste da área do epicentro, e que houve corte de luz na cidade de San Pedro de Atacama, mais próxima ao ponto de origem do terremoto.

As equipes avaliam se há danos estruturais às construções e aos serviços básicos da região atingida.

São Paulo

Relatos apontam que o tremor foi sentido em algumas cidades brasileiras, como São Paulo.

A Defesa Civil do Estado de São Paulo informa que foram registrados leves tremores em diferentes regiões da capital paulista e que o fenômeno foi reflexo do terremoto ocorrido no Chile.

Os especialistas destacam ainda que os tremores sentidos na cidade de São Paulo são de baixa intensidade e apresentam mínimos riscos de danos. Até o momento, não há registro de vítimas ou ocorrências relacionadas ao evento.

A Defesa Civil continua monitorando a situação.

Nas redes sociais, brasileiros relatam terem sentido a casa tremer e publicam vídeos de plantas e de objetos balançando.

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Povos isolados: imagens inéditas mostram indígenas da etnia Mashco Piro na Amazônia peruana

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Dezenas de indígenas isolados do povo Mashco Piro na Amazônia peruana foram flagrados em imagens inéditas. Os registros foram disponibilizados nesta quinta-feira (18) pelo portal Survival.

Nos últimos dias, mais de 50 indígenas Mashco Piro apareceram perto da aldeia dos indígenas Yine de Monte Salvado, no sudeste do Peru/Foto: Survival

Com informações da Polícia Federal

Imagens inéditas divulgadas pela Organização Não Governamental (ONG) Survival Internacional mostram dezenas de indígenas isolados do povo Mashco Piro na Amazônia peruana. Os registros ocorreram a poucos quilômetros de áreas destinadas à exploração de madeira. Indígenas isolados são aqueles que evitam contato com pessoas de fora.

Nos últimos dias, mais de 50 indígenas Mashco Piro apareceram perto da aldeia dos indígenas Yine de Monte Salvado, no sudeste do Peru. Em um outro avistamento, um grupo de 17 indígenas apareceu na aldeia de Puerto Nuevo. A organização Survival estima que eles sejam o maior grupo de indígenas isolados do mundo.

Ativistas afirmaram que as imagens exibem a necessidade urgente de revogar todas as licenças de exploração de madeira na área e reconhecer que o território pertence aos Mashco Piro. A Survival estima que eles sejam o maior povo  de indígenas isolados do mundo.

Nos últimos dias, mais de 50 indígenas Mashco Piro apareceram perto da aldeia dos indígenas Yine de Monte Salvado, no sudeste do Peru. Em um outro avistamento, um grupo de 17 indígenas apareceu na aldeia de Puerto Nuevo. Os Yine, que não são isolados, falam uma língua parecida com a dos Mashco Piro. Eles já haviam relatado anteriormente que os Mashco Piro reclamaram da presença de madeireiros em suas terras.

Várias empresas madeireiras detêm concessões dentro do território que pertence aos Mashco Piro. A concessão mais próxima fica a poucos quilômetros de onde as recentes imagens dos Mashco Piro foram feitas.

Registro aéreo mostra aldeia de indígenas isolados na Amazônia peruana (Foto: Survival Internacional)

A empresa Canales Tahuamanu, que opera no território dos Mashco Piro, construiu mais de 200 quilômetros de estradas para seus caminhões transportarem a madeira extraída. Ela é certificada pela FSC (Forest Stewardship Council), um selo de aprovação que pode ser encontrado em milhares de produtos feitos de papel, por suas operações supostamente sustentáveis ​​e éticas, apesar do governo peruano ter reconhecido, há oito anos atrás, que a empresa está extraindo madeira no território dos Mashco Piro.

A Survival International está pedindo à FSC para cancelar a certificação concedida à Canales Tahuamanu. Mais de 8.000 pessoas ao redor do mundo já enviaram emails pressionando a FSC.

Trio de indígenas é avistado em território de etnia isolada no Peru (Foto: Survival Internacional)

Alfredo Vargas Pio, presidente da organização indígena Federação Nativa do Rio de Madre de Dios e Afluentes (FENAMAD), disse que o avistamento dos povos é uma evidência irrefutável de que muitos Mashco Piro vivem na área que o governo, além de não conseguir proteger, vendeu para empresas madeireiras.

“Os trabalhadores podem trazer novas doenças que seriam mortais aos Mashco Piro, e também há risco de violência de ambos os lados. Por isso é muito importante que os direitos territoriais dos Mashco Piro sejam reconhecidos e protegidos por lei”, afirmou.

Dezenas de indígenas aparecem em registros raros na Amazônia peruana (Foto: Survival Internacional)

A diretora da Survival International, Caroline Pearce, disse que as imagens mostram que um grande número de indígenas isolados Mashco Piro vive a poucos quilômetros de áreas concedidas à exploração de madeira. “Inclusive, a empresa Canales Tahuamanu já está trabalhando dentro do território dos Mashco Piro“, alertou Pearce.

“Está se formando o cenário de uma verdadeira crise humanitária – é absolutamente necessário que os madeireiros sejam removidos, e que o território dos Mashco Piro seja devidamente protegido. A FSC deve cancelar imediatamente a certificação da Canales Tahuamanu – se não, ficará claro que todo o sistema de certificação é uma farsa“, concluiu.

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Menino de 10 anos morre após ser arrastado por burro enquanto brincava no município de Feijó

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O caso é investigado pela polícia como morte acidental. De acordo com a Polícia Civil no município, o corpo do menino foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cruzeiro do Sul para passar por exames cadavéricos.

Caso foi comunicado pela mãe da criança à Polícia Civil de Tarauacá. Foto: Arquivo/Polícia Civil

Um menino de 10 anos morreu após ser arrastado por um burro na zona rural de Feijó, na tarde de quarta-feira (17). Wellynton Cataiana Matos foi brincar no campo com o irmão e se amarrou a uma corda que segurava o animal.

O caso aconteceu no Seringal Liege, na entrada do Ramal do Pantanal, localizado no km 29 da BR-364, entre Feijó e Tarauacá. A mãe da criança comunicou o fato à delegacia do município de Tarauacá, distante 50 km da cidade onde Wellynton morreu.

Por volta de 12h, durante a brincadeira, o animal arrastou a criança, que não resistiu aos ferimentos. O Corpo de Bombeiros foi acionado e ainda levou o menino ao Hospital Sansão Gomes, de Tarauacá, mas ele já havia morrido.

O caso é investigado pela polícia como morte acidental. De acordo com a Polícia Civil no município, o corpo do menino foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cruzeiro do Sul para passar por exames cadavéricos.

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