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Acre tem a terceira passagem aérea mais cara do Brasil
Três estados localizados na Região Norte do Brasil lideram a lista das passagens aéreas mais caras do Brasil. O Tudo Viagem no Alto Acre pesquisou no site da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) o valor médio da tarifa aérea em todas os estados. O Acre aparece em terceiro lugar. Roraima ficou em 1º lugar e Rondônia tem a segunda maior tarifa aérea do Brasil.
De janeiro a junho deste ano o valor médio da tarifa aérea no Brasil foi de R$ 600,21. Segundo informações que constam no site da ANAC, no primeiro semestre deste ano 54,8% das passagens aéreas vendidas no país custaram até R$ 500.
No primeiro semestre de 2025 quem precisou de viajar de avião no Acre pagou tarifa média de R$ 1.00,03. O índice passagens aéreas vendidas no estado por até R$ 500 foi de apenas 17.8%. O valor quase o dobro no Acre em relação ao Brasil é resultado da pouca oferta de voos no estado.
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Espírito Santo tem o menor valor
O valor pago médio da tarifa aérea paga pelos consumidores do Espírito Santo é o menor do Brasil (R$ 496,07), seguido pelo Distrito Federal (R$ 517,58), e São Paulo com o valor de R$ 539,58 aparece no terceiro lugar.
Os estados com os menores valores são os que oferecem redução na alíquota do ICMS do querosene da aviação, além de mais concorrências entre as companhias aéreas, Uma das formas de garantir economia é aproveitar as promoções e garantir a compra das passagens aéreas com pelo menos 90 dias antes do embarque.
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Portos e aeroportos ampliam ações para garantir segurança e espaço às mulheres
O avanço de políticas voltadas à proteção e à valorização das mulheres tem ganhado espaço nos setores portuário e aeroportuário no Brasil. O Ministério de Portos e Aeroportos intensificou ações que combinam campanhas públicas e reconhecimento de práticas institucionais, com foco em ampliar a segurança, promover igualdade e incentivar a presença feminina em diferentes níveis de atuação.
Nos aeroportos, a principal frente é a ampliação da campanha “Assédio não decola, Feminicídio também não”, que entrou em nova fase. A iniciativa busca alcançar milhões de passageiras e passageiros com mensagens educativas, divulgação de canais de denúncia e conteúdos informativos exibidos nos terminais, em parceria com órgãos do setor.
A mobilização foi apresentada no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com participação da Agência Nacional de Aviação Civil e da Associação Brasileira das Concessionárias de Aeroportos. A estratégia aposta na grande circulação de pessoas para difundir informações e reforçar que o enfrentamento à violência contra a mulher é responsabilidade coletiva.
Mudança estrutural no setor logístico
No setor portuário, o ministério tem destacado empresas e autoridades que incorporam a equidade de gênero como parte da gestão. Entre os exemplos está a Autoridade Portuária de Santos, que criou um programa de formação de lideranças femininas com 80 vagas e atualizou normas internas de combate ao assédio e à discriminação.
Outras iniciativas incluem ações educativas e metas de inclusão em diferentes regiões do país. O Porto de Itapoá promoveu campanhas sobre violência doméstica, enquanto empresas como Ultracargo estabeleceram objetivos de presença feminina e diversidade em cargos de liderança. Complexos como o do Pecém passaram a monitorar indicadores de igualdade salarial.
Também foram reconhecidas práticas adotadas por companhias como Cargill, Vports e o Porto de Suape, que desenvolveu campanhas contínuas voltadas à diversidade e inclusão. As medidas indicam uma mudança gradual na cultura de setores historicamente marcados pela predominância masculina, com foco na ampliação de oportunidades e na garantia de ambientes mais seguros.
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Turismo projeta continuidade de crescimento em 2026
O desempenho do turismo brasileiro deve manter a trajetória de crescimento em 2026. A avaliação foi apresentada nesta terça-feira, 10 de fevereiro, pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante reunião com presidentes estaduais da Associação Brasileira de Agências de Viagens, a ABAV, em Brasília.
No encontro, que reúne lideranças do setor até o dia 11 de fevereiro, o ministro destacou que os resultados positivos do turismo não dependem apenas das ações do governo federal, mas também do trabalho diário das agências de viagens, responsáveis por conectar destinos e atender turistas em todo o país.
Segundo Feliciano, a expectativa é de ampliação dos números já registrados pelo setor. Ele ressaltou que o crescimento é fruto de uma atuação conjunta entre o Ministério do Turismo e os profissionais que operam diretamente o mercado de viagens.
Alinhamento estratégico
A programação do encontro inclui debates sobre comunicação, relações institucionais, associativismo e tendências do turismo, além da discussão de perspectivas para a atuação das agências nos próximos anos. O objetivo é fortalecer o setor e alinhar estratégias nacionais e estaduais.
Uma equipe do Ministério do Turismo também fará apresentação sobre projetos previstos para o período pós-Carnaval, detalhando ações planejadas pela pasta.
A presidente da ABAV Nacional, Ana Carolina Medeiros, afirmou que a entidade seguirá trabalhando em parceria com o ministério para valorizar o potencial turístico brasileiro. Ela agradeceu a presença da equipe da pasta e reforçou o compromisso de atuação conjunta para que o país continue em destaque no cenário do turismo.
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Turismo impulsiona mercado de trabalho e amplia peso na economia em 2025
Com forte presença na geração de vagas formais, o turismo brasileiro encerrou 2025 com cerca de 1,9 milhão de contratações com carteira assinada em todo o país. O saldo positivo superou 80 mil novos postos de trabalho, segundo dados do Novo Caged analisados pelo Ministério do Turismo, consolidando o setor como um dos principais motores de emprego e desenvolvimento econômico.
O desempenho foi especialmente expressivo no último mês do ano. Somente em dezembro, o turismo respondeu por mais de 226 mil admissões, o segundo melhor resultado mensal de 2025, atrás apenas de abril. O volume reforça a capacidade do setor de sustentar contratações mesmo fora dos períodos de pico do calendário turístico.
Alimentação lidera admissões e turismo amplia base de empregos
Na divisão por atividades, o segmento de alimentação concentrou a maior parte das contratações ao longo do ano, com mais de 1,33 milhão de admissões. Na sequência aparecem os setores de alojamento, com 268 mil registros, e transporte terrestre, que somou pouco mais de 120 mil contratações. Com isso, o estoque total de trabalhadores do turismo chegou a 2,39 milhões em dezembro, equivalente a quase 5% de todos os empregos formais do Brasil, com crescimento de 3,5% em relação a 2024.
Além do avanço no mercado de trabalho, 2025 também marcou um recorde histórico de faturamento no turismo internacional. Os gastos de visitantes estrangeiros alcançaram cerca de US$ 7,9 bilhões entre janeiro e dezembro, crescimento de 7,1% na comparação com 2024, conforme dados do Banco Central. Apenas em dezembro, a entrada de recursos somou US$ 688 milhões, mantendo o ritmo elevado e reforçando o impacto do turismo na economia nacional.

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