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Acre tem 63 crianças e adolescentes à espera de apadrinhamento e lar definitivo

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Visando incentivar o apadrinhamento de crianças ao longo deste mês dedicado a elas, o Tribunal de Justiça do Acre informa que há 63 crianças e adolescentes em nove abrigos à espera de um lar definitivo no Estado. Em Rio Branco, há três instituições desse tipo: o Educandário Santa Margarida, a Casa Sol Nascente e Casa Abrigo Dra. Maria Tapajós. Atualmente, há 35 crianças no Educandário.

A Casa Abrigo Maria Tapajós acolhe adolescentes do sexo feminino e lá estão cinco. Já a Casa Sol Nascente atende adolescentes do sexo masculino e há seis. Em todo o estado há nove instituições destinadas a esse fim, totalizando 63 crianças e adolescentes em situação de acolhimento.

O juiz de Direito Wagner Alcântara, titular da 2ª Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, explicou que a unidade está em campanha para conseguir inscrições no programa de Apadrinhamento. Para participar é necessário preencher formulário disponível no portal do TJ e seguir as instruções.

“Vamos fornecer o necessário para que essas crianças não sofram um segundo abandono”, disse o magistrado.

O programa de Apadrinhamento é permanente e conta com diferentes modalidades de apoio, dentre elas, a desembargadora destaca o apadrinhamento afetivo. “Crianças que não tem nenhuma chance de serem adotadas ou colocadas em família substituta precisam ter a oportunidade de receber amor e atenção de pessoas que se importam com elas, mesmo sem o vínculo da guarda provisória. O amor transforma realidades e toda pessoa que puder ser solidária e dedicar seu tempo em realizar visitas, conversar e brincar praticará o bem”, pontuou.

 

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