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Acre registra um crescimento de 32% dos focos de calor em relação com mês de outubro do ano passado
Cada vez que reduz a mata nativa menos chuvas nesta parte da Amazônia Legal, pois o pouco da chuva que cai na selva tropical desagua na calha do rio em forma de enxurrada.

Com A Tribuna
Acre registrou um crescimento de 32% dos focos de calor em comparação com o mesmo período do ano passado.
De janeiro a 18 deste mês foram contabilizados 8.852 focos de calor, enquanto no ano passado registrou apenas 6.706 casos. Os dados disponibilizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Acre fechou o dia 21 de setembro deste ano com 6.728 focos de fogo, mesmo com a vigência do isolamento social com mais de 100 dias.
O levantamento apontou que na primeira quinzena do mês passado o estado tinha somado 1.902 focos de calor, mas em todo o mês de setembro do ano passado chegou em torno de 2.977 focos de calor.
Em contrapartida, de janeiro ao dia 27 de agosto deste ano já tinha sido contabilizado 23.225 focos de calor, mas no mesmo período do ano passado chegou a cerca de 25.150 ocorrências.
Para o professor /pesquisador da Universidade Federal do Acre (Ufac), Foster Brown destacou que nas últimas décadas o aumento da temperatura e prolongamento da seca reflete o desmatamento desenfreado da floresta Amazônica.
Cada vez que reduz a mata nativa menos chuvas nesta parte da Amazônia Legal, pois o pouco da chuva que cai na selva tropical desagua na calha do rio em forma de enxurrada.
Observou que as intensas chuvas que têm caído na região da Amazônia Ocidental nas últimas semanas vêm contribuindo para reduzir os focos de calor no estado. “O CPTEC-INPE está prevendo chuvas na região do Alto Acre nas próximas 48 horas, se a previsão na falhar a tendência que o nível do Rio Acre suba, pois a lâmina d’água registrou apenas 1,45 metros”, observou.
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Os municípios de Rio Branco, Sena Madureira, Xapuri, Brasiléia, Manuel Urbano, Feijó e Tarauacá, continuam liderando os índices de desmatamentos e queimadas ilegais no Acre .
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A área desmatada no estado no ano passado chegou em torno de 668 quilômetros quadrado (KM2 ), a taxa dos desmatamentos registrou um crescimento de 55% entre o período de agosto do ano passado e julho de 2020, mas em comparação ao ano anterior, o desmate ficou em 444 quilômetros quadrado (KM2).
Com um aumento de 36% da área desmatada, o Acre passou a ocupar o terceiro lugar entre os estados com os maiores desmates, ultrapassando inclusive o estado Rondônia que até o mês passado tinha registrado uma redução de 5,4% em comparação ao ano anterior.
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Acidente mata criança e fere outras 3. Nenhuma viajava na cadeirinha

Reprodução/NSC Total
Uma criança morreu em um acidente no interior de Passos Maia, no Oeste de Santa Catarina, no fim da tarde desse sábado (17/1), na SC-154. A colisão envolveu dois veículos, um carro e um caminhão. Além da criança morta, um homem e uma mulher foram encontrados nas presos nas ferragens e foram encaminhados para o hospital, a mulher em estado grave.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender o caso, e ao chegar constatou que outras três crianças já haviam sido encaminhadas ao hospital por populares. Elas tinham 1, 3 e 6 anos, e não estavam em cadeirinhas no momento da batida.
Leia a íntegra no NSC Total, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Rio Branco se aproxima da média histórica de chuvas para janeiro com risco de mais temporais
Capital acumulou 91,4% da média mensal; previsão para próxima semana indica chuvas intensas e elevação do nível do Rio Acre

O Acre deverá enfrentar condições atmosféricas altamente favoráveis à ocorrência de chuvas intensas, com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 milímetros. Foto: arquivo
As chuvas persistentes das últimas semanas deixaram Rio Branco muito próxima de atingir a média histórica de precipitação para janeiro, com 261,4 milímetros registrados até a tarde de sexta-feira (16) – o equivalente a 91,4% da média mensal de 286,1 mm. O acumulado elevado é resultado de um período prolongado de instabilidade atmosférica, com eventos frequentes de chuvas fortes, trovoadas e ventania.
A situação exige atenção redobrada, já que a previsão indica condições favoráveis a chuvas intensas entre segunda (19) e quinta-feira (22), com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 mm. Paralelamente, o Rio Acre já está acima da cota de transbordo, atingindo 14,39 metros às 16h45 na tarde deste sábado, 17, em Rio Branco, segundo dados da plataforma De Olho no Rio, da Prefeitura da capital.
Caso a previsão se confirme, a capital deve superar a média histórica de janeiro, elevando os riscos de alagamentos urbanos, transbordamento de igarapés e impactos em comunidades ribeirinhas.
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Rio Juruá atinge nível de transbordamento em Cruzeiro do Sul e aciona estado de atenção
Com 13,01 metros, rio ultrapassa cota crítica; Defesa Civil monitora áreas ribeirinhas e prepara assistência a famílias em risco

De acordo com a Defesa Civil Municipal, equipes seguem em alerta máximo, realizando o acompanhamento contínuo do comportamento do rio e o levantamento das áreas mais vulneráveis. Foto: captada
O Rio Juruá ultrapassou a marca de transbordamento em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, atingindo 13,01 metros na medição das 18h deste sábado (17) – acima da cota crítica de 13 metros. Diante do cenário, a Prefeitura municipal declarou situação de atenção redobrada e acionou o Plano de Contingência para áreas ribeirinhas.
Equipes da Defesa Civil e de secretarias envolvidas estão em alerta máximo, acompanhando continuamente o comportamento do rio e levantando as regiões mais vulneráveis. O objetivo é atuar de forma preventiva, oferecendo apoio humanitário e, se necessário, promovendo a retirada segura de moradores.
As chuvas persistentes na região do Vale do Juruá, conforme previsão meteorológica, devem manter o nível do rio elevado nas próximas horas. A administração municipal reforçou que continuará monitorando a situação e adotando todas as medidas para mitigar os impactos da enchente e preservar a segurança da população.


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