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Acre permanece na bandeira amarela pela quinta avaliação consecutiva

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A coletiva de imprensa realizada na tarde desta sexta-feira, 2, pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) e do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, revelou que mesmo com melhorias nos indicadores das regionais de saúde, todo o Acre se mantém ainda em Nível de Atenção (Bandeira Amarela) pela quinta avaliação consecutiva.

Coordenadora falou dos números relacionados à Covid Foto: Junior Aguiar/Secom

O último levantamento do Grupo de Apoio ao Pacto Acre Sem Covid revelou que na regional do Alto Acre houve uma redução de 23% nas notificações por síndrome gripal e as internações permaneceram com 77%, e uma redução de 3% em novos casos de coronavírus. No Juruá e Tarauacá-Envira, as notificações por síndrome gripal caíram 17%, e os casos confirmados de Covid-19 diminuíram em 35%.

Já na região do Baixo Acre e Purus, as notificações de Covid-19 tiveram um crescimento de 4%, e uma redução de 2% no índice de notificações por síndrome gripal. O período de análise foi de 13 a 26 de setembro. A próxima classificação de risco será revelada no dia 16 de outubro.

“A pandemia ainda não acabou. Precisamos prezar pelas medidas sanitárias básicas para que possamos controlar o cenário com o uso de máscaras, o respeito ao distanciamento social e a lavagem frequente das mãos. Pedimos o apoio de todos para que possamos mudar o cenário e sairmos sábios”, destacou a coordenadora do Grupo de Apoio, Karolina Sabino.

O Pacto Acre sem Covid é uma ferramenta destinada a viabilizar a harmonia entre o desenvolvimento econômico, o direito de proteção à saúde e os valores sociais do trabalho, tendo por finalidade fundamental a efetiva proteção do direito à vida.

De acordo com o método definido pelo Pacto Acre sem Covid, a classificação em nível de risco é realizada conforme a delimitação territorial das regionais de saúde do estado, a saber: região do Alto Acre (Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri), Baixo Acre e Purus (Acrelândia, Bujari, Capixaba, Jordão, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Senador Guiomard) e a região do Juruá e Tarauacá-Envira (Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Tarauacá).

A classificação em níveis de risco (bandeiras), expressa por meio de uma nota geral que varia de 0 a 15, é obtida por meio da mensuração de sete índices, sendo eles: isolamento social; notificações por síndrome gripal; novas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave; novos casos por síndrome gripal Covid-19; novos óbitos por Covid-19; ocupação de Leitos Clínicos Covid-19 e ocupação de UTIs Covid-19.

Os níveis de classificação de risco foram divididos em vermelho, laranja, amarelo e verde, respectivamente do mais restritivo para o mais flexível.

A cada 14 dias é realizada uma nova avaliação dos indicadores, cabendo às prefeituras realizar a autorização das atividades permitidas no respectivo nível de risco apurado por meio de decreto municipal, bem como a instituição de protocolos sanitários a serem seguidos pelos setores da economia que estejam autorizados a funcionar. Um trabalho que envolve Estado, prefeituras e entidades e conta com o apoio de toda a comunidade. A próxima coletiva será realizada no dia 16 de outubro.

Para mais informações de protocolos, acesse: http://covid19.ac.gov.br/

Atividades comerciais mantêm orientações

Na Bandeira Amarela todas as atividades comerciais devem manter as orientações sanitárias estaduais, os protocolos sanitários municipais e demais limitações impostas pela Resolução nº 02, de 3 de julho de 2020, do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19.

Bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes, sorveterias e similares podem reabrir com capacidade de 50% do número de mesas, restaurantes self service deverão ter protocolo e autorização específicos. Teatros, cinemas e apresentações culturais também retornaram com capacidade de apenas 30%.

Eventos religiosos em templos ou locais públicos, de qualquer credo ou religião, inclusive reuniões de sociedades ou associações sem fins lucrativos podem retornar com 30% da capacidade. Por fim, centros de formação e capacitação, estúdios de dança, escolas e estúdios de música, centros de formação de condutores de veículos automotores e similares também podem reabrir nesta capacidade.

Por meio de decreto, as academias de ginástica também reabriram com capacidade reduzida para 30%. Praças de alimentação da mesma forma com protocolo específico.

Continuam fechados durante a Bandeira Amarela: espaços públicos como parques, quadras poliesportivas e campos de futebol comunitário. Outro decreto também permitiu a volta de laboratórios de saúde e atendimentos a comunidade de instituições de ensino superior privado.

Vale ressaltar que o enquadramento dos estabelecimentos de ensino educacional regular (escolas de ensino fundamental e médio, universidades e centros universitários) e creches será realizado por meio de resolução específica do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19.

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Morador de rua preso por estupro em Rio Branco é reincidente e já havia estuprado duas adolescentes em 2013

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Paulo Rafael, 39 anos, foi preso em flagrante após invadir apartamento e violentar mulher no bairro Isaura Parente, em Rio Branco; ele já havia sido condenado por crime similar em 2013

Durante pesquisas pelo sistema da polícia, a equipe descobriu que o suspeito foi preso há 11 anos pelo estupro de duas adolescentes. Foto: cedida 

A Justiça do Acre decretou a prisão preventiva de Paulo Rafael Chagas Fernandes, de 39 anos, morador em situação de rua e com histórico de reincidência em crimes sexuais. A decisão foi proferida pelo juiz da Vara das Garantias em audiência de custódia nesta sexta-feira (16), um dia após ele ser preso em flagrante pelo estupro de uma mulher no bairro Isaura Parente, em Rio Branco.

Segundo a polícia, a vítima retornava da academia quando foi surpreendida por Paulo Rafael, que portava uma faca. Apresar violentá-la sexualmente, ele roubou pertences do apartamento e fugiu, sendo preso pouco depois na Avenida Antônio da Rocha Viana. Na Delegacia da Mulher, o acusado confessou o crime.

Em 2013, Paulo Rafael já havia sido condenado por invadir uma residência no bairro Montanhês e estuprar duas adolescentes. Após cumprir parte da pena, retornou às ruas e voltou a cometer crimes.

Imagem da câmera de segurança mostra suspeito no portão do residencial onde a vítima mora. Foto: Reprodução

O morador em situação de rua é reincidente no mesmo tipo de crime. Em 20 de novembro de 2013, ele invadiu uma casa no bairro Montanhês por um basculante e, armado com uma faca, estuprou duas adolescentes, uma delas de 16 anos. Na fuga, ainda roubou objetos da família.

Paulo Rafael foi preso, condenado e cumpriu parte da pena antes de ser liberado. Após deixar a cadeia, passou a viver nas ruas. Em liberdade, voltou a cometer crimes sexuais — o mais recente ocorreu na última quinta-feira (15), quando invadiu um apartamento, estuprou uma mulher e roubou seus pertences.

Prisão do suspeito

Ainda conforme o delegado, a vítima procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), registrou um boletim de ocorrência e foi acompanhada por uma equipe policial até o IML para exames de corpo de delito. Ele foi preso por uma policial que acompanhava a vítima nos procedimentos.

“Estavam sendo feitas diligências para localizá-lo, ela levou o vídeo, que pediu ao proprietário do imóvel, da entrada dele no local e já tínhamos a identificação. Enquanto estávamos tentando prendê-lo, a vítima foi para o IML, a policial viu ele nas proximidades e e deu voz de prisão”, complementou o delegado.

Roberth Alencar destacou que o suspeito resistiu à prisão e foi levado para dentro do IML enquanto a policial aguardava a chegada da viatura para levá-lo à Deam. “Ele estava embriagado, tinha usado o dinheiro dos objetos vendidos, mas ainda estava com um deles em posse, então, temos ali o flagrante configurado”, disse.

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher fica no Segundo Distrito de Rio Branco. Foto: Neto Lucena/Secom

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BOPE prende homem com arma e pé de maconha em residência no bairro Vitória, em Rio Branco

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Maykon Marcelino de Souza, 41 anos, foi preso em flagrante por tráfico e porte ilegal de arma após ação do GIRO/BOPE na tarde desta sexta (16)

Em uma ação rápida do (GIRO), e do (BOPE), resultou na prisão em flagrante de um homem suspeito de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Foto: captada 

Uma ação do Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (GIRO), do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Acre, resultou na prisão em flagrante de um homem suspeito de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo na tarde desta sexta-feira (16), no bairro Vitória, em Rio Branco.

Maykon Marcelino de Souza, 41 anos, foi abordado após a equipe policial visualizar, através da cerca da residência na Rua Jorge Rivasplata, um pé de maconha dentro do imóvel, o que levantou fundada suspeita para a entrada dos agentes.

A ação foi desencadeada com base em informações recepadas pela guarnição. Além da planta, foram apreendidos outros entorpecentes e uma arma de fogo. O suspeito foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis.

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Mãe desesperada busca filho desaparecido há 10 dias em Rio Branco: “Meu coração não aguenta mais”

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Jhonata da Silva, 32 anos, foi visto entrando em carro com dois homens no bairro Sobral; família fará boletim de ocorrência e pede ajuda pelas redes

Jhonata foi visto pela última vez por volta das 10h de 6 de janeiro na praça próxima ao mercado da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), no bairro Sobral, em Rio Branco. Foto: captada 

Há dez dias, a família de Jhonata da Silva Cavalcante, 32 anos, vive a angústia de não saber do seu paradeiro. Ele foi visto pela última vez no dia 6 de janeiro, por volta das 10h, na praça próxima ao mercado da Semsur, no bairro Sobral, em Rio Branco. Segundo a tia, testemunhas relataram que dois homens o colocaram dentro de um carro.

A mãe, Francilene Frazão da Silva, deve registrar boletim de ocorrência e faz um apelo emocionado: “Eu sou uma mãe desesperada, procurando pelo meu filho. Já faz dias que não tenho notícias e meu coração não aguenta mais. Se você viu ou ouviu algo, por favor, não se cale. Me ajude a encontrar meu filho”.

A família tem mobilizado buscas pelas redes sociais e pede que qualquer informação seja repassada à Polícia Militar pelo 190. Jhonata é dependente químico, mas, segundo parentes, não costuma desaparecer por tanto tempo. Ele mora com a mãe no bairro João Eduardo II.

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