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Acre fecha mês de agosto com 8% menos focos de queimadas que no ano passado
Raimari Cardoso
As chuvas isoladas que começaram a cair na parte final de agosto em várias regiões do estado contribuíram para que o nível de queimadas tivesse uma drástica redução nos últimos dias do mês.
O resultado disso foi que o Acre saiu de uma situação em que a quantidade de focos de calor estava 50% acima dos registros do ano passado para 8% abaixo.
Os números constam na última atualização dos dados do programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e são referentes apenas ao satélite de referência AQUA Tarde.
De acordo com os dados fechados na noite desta terça-feira, 31, o Acre tem 3.713 focos de queimadas neste ano contra 4.044 registrados no ano passado até esta data.
Nos últimos cinco dias de agosto, o estado registrou apenas 141 focos de queimadas. No ano passado, neste mesmo período, foram 1.883 focos.
A diminuição do ritmo das queimadas na reta final de agosto tem relação direta com a redução dos registros nos municípios de Feijó, Tarauacá e Manoel Urbano, que, juntos, somam mais de 50% do total de queimadas no estado em 2021.
Feijó é o 10º município do Brasil no ranking de queimadas neste ano, com 1.048 focos detectados. Esse dado, no entanto, ainda é inferior ao do ano passado, quando o município teve 1.122 focos de queimadas entre janeiro e agosto.
Para esta quarta-feira, 1º de setembro, o risco de fogo Mínimo e Baixo é previsto em todo o estado com maior intensidade. O risco de fogo Médio, Alto e Crítico é previsto em menor intensidade nas regionais de Purus, Alto Acre e Baixo Acre.
O princípio do Risco de Fogo é de que quanto mais dias seguidos sem chuva, maior o risco de queima da vegetação (INPE).
O prognóstico do Satélite NOAA/NCEP-GFS/USA indica previsão de chuva com volume acumulado na semana até 15 mm para a região Oeste e até 10 mm para a região Leste do estado, onde as chuvas deverão ficar abaixo da normalidade para o período.
*Com dados do Monitoramento de Queimadas e Hidrometereológico do Estado do Acre.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.






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