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Acre e mais 12 estados têm quase R$ 800 milhões liberados para pagamentos atrasados do INSS
Recurso financeiro foi liberado pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) para pagamentos pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs) autuadas em julho de 2021.

A Justiça federal liberou quase R$ 800 milhões para o Acre e mais 12 estados para pagamentos atrasados no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou, ao todo, mais de um R$ 1 bilhão aos Tribunais Regionais Federais (TRFs) relativos ao pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs) autuadas em julho de 2021.
Esse valor deve beneficiar 138.214 pessoas o que equivale a 115.293 processos. Do montante liberado, mais de R$ 1,1 milhão atendem a previdenciárias e assistenciais, como, por exemplo: revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros auxílios.
Serão beneficiados 78.633 pessoas e 62.971 processos. Cada tribunal segue os próprios cronogramas para depósito do dinheiro liberado. O dia em que o dinheiro será liberado para saque poderá ser obtido no portal de cada Tribunal Regional Federal responsável.
O Acre, por exemplo, fica no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O TRF da 1ª Região tem sede no Distrito Federal e atende os estados de Minas Gerais, Goiânia, Tocantins, Mato Grosso, Piauí, Bahia, Maranhão, Paraná, Amazonas, Acre, Roraima e o DF.
O CJF liberou para esses estados mais de R$ 408 milhões para revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios. Cerca de 22.654 beneficiários serão beneficiados.
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Monitorado é preso com revólver calibre 38 e drogas após denúncia de “disciplina” em bairro da cidade
Suspeito tentou se livrar da arma com a chegada da Polícia Civil e foi autuado em flagrante por tráfico e posse ilegal
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.







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