Acre
Ações de combate a dengue diminuem 44,28% dos casos em Brasiléia
Comparando somente no mês de setembro a diminuição chega a quase 83% dos casos com relação a 2012
WILIANDRO DERZE, assessoria PMB
A prefeitura de Brasiléia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde reduziu significativamente os casos de dengue. Os resultados apresentados ao Ministério da Saúde mostram que em 2012 foram registrados 709 casos positivos, e este ano até o mês de setembro, somente 395 pessoas foram diagnosticadas. Totalizando uma diminuição de 44,28%. O prefeito Everaldo Gomes parabenizou sua equipe e reafirmou as políticas de investimento na melhoria da saúde.
A Secretária Municipal de Saúde, Aldenice Ferreira e seus coordenadores de Endemias, Vigilâncias Epidemiológicas e Sanitária começaram a elaborar o Plano de Ação de Combate a Dengue 2013/2014. O objetivo é intensificar os trabalhos de prevenção da proliferação do mosquito na região.
Segundo os dados do Ministério da Saúde em 2012 no mês de setembro foram apresentados 18 casos positivos. No mês de setembro deste ano o índice ficou somente em 3 casos registrados positivamente. O resultado é surpreendente, já que chegou a uma diminuição de quase 83% das confirmações.
De acordo ainda com o relatório os maiores índices apresentados foram nos meses de janeiro e fevereiro, quando a atual gestão recebeu a Prefeitura desarticulada, principalmente na área da saúde e teve que elaborar novas estratégias que logo que foi aplicada começou a surtir efeito.
Em janeiro deste ano foram registrados 174 casos, contra 117 em fevereiro. Os casos só diminuíram chegando a registra em abril 32 casos, sendo que no mês de maio somente 3 registros foram computados.
Os resultados deixaram as equipes de saúde do município entusiasmada, mas não tranquila, tendo em vista que no período das chuvas o mosquito da dengue se reproduz com mais facilidade, e por isso, as ações de combate devem está intensas no município.
O lançamento da nova campanha será realizado no dia 11 de novembro na Praça do bairro Leonardo Barbosa. Todo um material didático e informativo será apresentado a toda a população, intensificando as prevenções para combater a proliferação do mosquito Aeds Aegypti em todos os bairros de Brasiléia.
Para a secretária esse período de chuva aumenta a incidência de casos de dengue e ações de combate ao mosquito devem ser constantes.
“Encontramos a Secretaria de Saúde desarticulada para realizar as ações de combate a dengue. O que acabou nos tomando tempo para montarmos um novo Plano de Combate no município. Mesmo assim, trabalhamos e tivemos um plano que diminuiu o número de casos positivos com relação ao ano passado até o momento. As chuvas estão se intensificando e por isso vamos elaborar logo o plano para prevenir nossa população”, destacou Aldenice.
Para o coordenador de Endemias, Assis Lopes o momento é de garantir que a população esteja sempre informada e atenta para os riscos da dengue no município.
“Precisamos orientar nossa população sobre os cuidados que devem ter para não deixar objetos que acumulem água em nossas casas, quintais e no próprio trabalho. A união de toda a população contra a dengue é uma das formas de erradicar a dengue de nossa região”, disse Assis.
O coordenador de Vigilância Sanitária José Oliveira disse que todas as equipes de saúde estarão unidades para identificar os focos do mosquito da dengue e combatê-los.
A coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Leila Franco revelou que todos os dados estão sendo computados para que o Município e o Ministério da Saúde tenha informações precisas para combater a dengue de forma ainda mais eficiente.
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Acre
Defesa Civil do Estado monitora rios e mantém ações preventivas

Conforme o boletim divulgado às 15h desta sexta-feira, 23, pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pela Defesa Civil, a capital acreana segue em cota de transbordamento. Enquanto em Cruzeiro do Sul, o rio Juruá apresenta vazante, mas segue acima da cota de alerta.
Em Rio Branco, o rio Acre marcou 14,36 metros, mas segue com tendência de vazante, indicando redução gradual do nível. A atuação contínua do Estado, por meio da Defesa Civil, garante o monitoramento em tempo real, o apoio às defesas civis municipais e a pronta mobilização das equipes para atendimento às famílias em áreas de risco.
Em Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá registrou 12,05 metros, permanecendo acima da cota de alerta e abaixo da cota de transbordamento, também em vazante.
Nos demais municípios monitorados, os rios permanecem abaixo das cotas de alerta, com predominância de vazante. Localidades como Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Capixaba, Porto Acre, Sena Madureira, Manoel Urbano, Porto Walter, Tarauacá, Feijó e Plácido de Castro apresentam cenário hidrológico estável.
O Riozinho do Rola, importante afluente do Rio Acre, também segue abaixo da cota de alerta e em queda, contribuindo para a redução gradual do volume de água na principal bacia do estado.
A Defesa Civil segue fazendo o monitoramento dos rios em todo o estado, além do acompanhamento das previsões de chuvas. Segundo o coordenador da Defesa Cìvil, coronel Carlos Batista, o alerta seguirá pelos próximos meses, fevereiro e março, visto que são períodos chuvosos. “Todo sistema está sempre em alerta pra agir por meio das defesas civis municipais.”
O coordenador também alertou a população sobre os riscos que as enchentes trazem. “Nesses períodos de vazante sempre há problemas de movimentação de solo. Por isso, se a população identificar que está tendo alguma agitação nos seus quintais, que apresentou rachadura numa árvore, parede, porta ou janela, é importante entrar em contato imediato com a Defesa civil ou corpo de bombeiros”.
O coordenador ressaltou a importância de acionar os serviços competentes e afirmou o compromisso do governo do Estado com a população atingida. “É importante você entrar em contato imediato com o corpo de bombeiros pelo número 193, para que uma equipe especializada possa ir ao local para fazer a devida análise. O governo do Estado está sempre com o objetivo de preservar bens e vidas”, salientou.
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Acre
Rio Acre registra 13,86 metros às 9h e segue em vazante em Rio Branco

Foto: Sérgio Vale
O nível do Rio Acre atingiu 13,86 metros às 9h deste sábado, 24, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. O dado confirma a tendência de vazante observada nas últimas medições, com redução gradual do volume de água ao longo da manhã.
Na leitura anterior, realizada às 5h45, o rio marcava 13,98 metros, o que representa uma diminuição de 12 centímetros em pouco mais de três horas. Apesar da queda, o manancial ainda permanece acima da cota de alerta, que é de 13,50 metros, e abaixo da cota de transbordo, estabelecida em 14 metros.
De acordo com a Defesa Civil, não foi registrado volume de chuva nas últimas 24 horas, fator que contribui para a tendência de recuo das águas. O órgão segue monitorando o comportamento do rio e orienta moradores de áreas ribeirinhas a permanecerem atentos aos boletins oficiais.
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Acre
Cemaden aponta risco moderado de inundação em áreas ribeirinhas do Acre

Foto: Defesa Civil de Feijó/divulgação
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) classificou como moderada a possibilidade de inundação gradual em áreas ribeirinhas do Acre neste sábado (24). O alerta considera a propagação das ondas de cheia nos rios principais e afluentes, somada à previsão de chuvas bem distribuídas na região.
De acordo com o boletim de riscos geo-hidrológicos divulgado pelo órgão, as áreas sob atenção incluem as Regiões Geográficas Intermediárias de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, onde há possibilidade de extravasamento de rios e igarapés, afetando comunidades ribeirinhas e áreas mais baixas.
O Cemaden destaca que o cenário atual é influenciado pela elevação dos níveis dos rios e pela continuidade das chuvas previstas, o que pode provocar alagamentos graduais, especialmente em locais com histórico de cheias. Apesar do risco classificado como moderado, o órgão reforça a necessidade de monitoramento constante por parte das autoridades locais e da população.
O boletim faz parte do sistema nacional de monitoramento de desastres naturais e considera dados hidrológicos atuais aliados às previsões meteorológicas para definir os níveis de risco. No Acre, o período chuvoso tem provocado elevação dos rios nas últimas semanas, com impactos em áreas urbanas e rurais.




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