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Acre

Acre terá um dos cinco postos modelo aduano do Brasil

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Uma equipe da Coordenação Nacional de Administração Aduaneira esteve no Acre para conhecer a realidade local (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

Uma equipe da Coordenação Nacional de Administração Aduaneira esteve no Acre para conhecer a realidade local (Foto: video/captura)

Por Tatiana Campos – Agência Acre

Vídeo: oaltoacre.com

O Acre foi escolhido para ser beneficiado com uma das cinco aduanas modelo que serão construídas pela Receita Federal em parceria com o governo do Estado. Uma equipe da Coordenação Nacional de Administração Aduaneira (Coana) esteve aqui para conhecer a realidade local e avaliar o melhor município de fronteira para receber a unidade modelo.

Elizabete de Jesus Maria, representante da Coana (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

Elizabete de Jesus Maria, representante da Coana (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

Os projetos, segundo Elizabete de Jesus Maria, representante da Coana, começam a ser elaborados este ano. Ela explica que a aduana modelo será construída em outro terreno, em local que deixe livre o acesso à cidade e provavelmente o município contemplado será Assis Brasil. “A ideia é dar melhores condições de trabalho aos servidores, mais segurança e conforto, atendo melhor ao público. Teremos um efetivo controle aduaneiro, com todas as tecnologias disponíveis. Queremos proporcionar agilidade no comércio exterior, menor tempo de espera, além de uma boa relação com os países vizinhos. Queremos que fique bom para quem trabalha e que usa o serviço”, explica Elizabete.

Segundo a Coana, o diferencial de uma aduana modelo é a mega estrutura que traz, construindo inclusive residências funcionais para os servidores. A ideia é ter uma parte administrativa, módulos de bagagem, dispositivo de mercadorias e outras áreas que integram a aduana modelo.

A delegada da Receita Federal no Acre, Tatiana Vieira, disse que a vinda do Coana foi importante para que conhecessem a realidade local e escolhessem o Acre para uma das cinco aduanas modelos que serão construídas no país. “Eles perceberam que as estruturas que temos não são suficientes para o crescimento do estado. Vamos atender melhor os despachantes empresariais, com um fluxo mais rápido no comércio exterior e esta era uma demanda antiga”, comenta.

Uma aduana melhor estruturada é fundamental para o estado com o cenário de crescimento industrial e desenvolvimento econômico, com  potencial turístico em expansão. Este é o retrato que o Acre vive hoje. A Zona de Processamento de Exportação, a saída para o Pacífico e investimentos como o complexo de piscicultura e a unidade de suínos são realidades que vão impulsionar o desenvolvimento do estado e demandam uma estrutura aduaneira maior.

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Asfalta Rio Branco inicia os serviços de pavimentação na regional da Floresta

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Acre

Procuradoria-Geral realiza processo seletivo para estagiários de Direito

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A Procuradoria-Geral do Acre (PGE/AC) torna público o 21º Processo Seletivo para estágio na área de Direito, para a formação de cadastro de reserva. O edital está disponível no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira, 12.

As inscrições poderão ser realizadas no período de 15 de abril a 10 de maio, exclusivamente pelo site www.estagio.pge.ac.gov.br, o link estará disponível a partir de segunda-feira.

A jornada de estágio é de 4 horas diárias e 20 horas semanais. A bolsa de estágio é no valor de R$ 800, mais auxílio-transporte no valor de R$ 200.

O processo seletivo será composto de uma prova de caráter classificatório e eliminatório, a ser realizada no dia 17 de maio, no auditório do Instituto de Educação Lourenço Filho (Ielf), na Av. Getúlio Vargas, 2855, Vila Ivonete, em Rio Branco.

Fonte: Governo AC

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Acre

Educação Indígena recebe investimentos do governo do Estado

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), realiza investimentos na construção de pelo menos 30 escolas indígenas em diversos municípios acreanos, como Sena Madureira, Feijó, Assis Brasil, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo. O montante investido chega a R$ 7,8 milhões.

Em Sena Madureira, cinco escolas já estão com as obras concluídas. Feijó recebeu o maior número de instituições contempladas, 11. Desse total, quatro já estão com as obras em fase de conclusão e outras sete em andamento.

Ao todo, 30 escolas indígenas serão construídas para fortalecer educação indígena. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Já no município de Tarauacá, quatro escolas estão fase de contratação, bem como em Assis Brasil e Rodrigues Alves. Em Marechal Thaumaturgo, duas escolas estão com obras em andamento.

As escolas indígenas irão garantir mais qualidade no ensino para as comunidades. Cada uma possui uma sala de aula, uma sala administrativa, construídas em madeira, além de um refeitório e de um banheiro, de alvenaria.

Entre as escolas com obras concluídas está a Francisco Barbosa, localizada na Aldeia São Francisco, do Povo Huni-Kui.  Rubens Barbosa é o cacique da comunidade e informa que é a primeira vez que recebem uma escola desse porte.

Cacique Rubens Barbosa: “Já melhorou 85%”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Agora já melhorou 85%, porque vai dar para suprir as necessidades dos nossos alunos; a escola que tinha foi construída pela própria comunidade. A gente agradece primeiro a Deus e depois ao governo do Estado”, diz. A nova escola, segundo ele, será suficiente para atender os 39 alunos da aldeia.

Quem lembra como era a antiga escola da aldeia é Roberto Barbosa, que tem três filhos em idade escolar: “Era uma escola no barro, não tinha material, era coberta com folha de alumínio e quando chovia não dava para as crianças estudarem”.

Aldeia São Francisco é uma das beneficiadas com escola indígena. Foto: Mardilson Gomes/SEE

O professor responsável pela escola é Alberto Barbosa. “A gente fica feliz por estar recebendo uma escola nova, com mais conforto para os alunos”, destaca.

Honrou a palavra

O ex-professor e ex-coordenador da antiga escola, Isaka Rui Huni-kui, relata que a comunidade teve um encontro com o secretário Aberson Carvalho e que ele honrou sua palavra, ao levar uma nova estrutura escolar para a comunidade.

Isaka Rui Huni-Kui: “Secretário Aberson Carvalho honrou sua palavra”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A comunidade tem 22 famílias e 113 moradores. Isaka Rui Huni-Kui tem três filhos em idade escolar, um deles no ensino médio. “Estamos satisfeitos com a escola, isso fortalece a comunidade e os alunos estão felizes”, aprova.

Também está contente com a nova escola o morador Ediberto Barbosa. “Quero agradecer a Deus e às pessoas, porque a gente não tinha nenhuma escola e, quando a gente estudava, era sentado no chão. Agora a gente vê a diferença”, avalia.

Elisonea Barbosa Kaxinawá: escola mais segura. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Outra moradora que agradece ao governo do Estado pelos investimentos é Elisonea Kaxinawá. “Essa escola é importante, porque tirou a dificuldade dos nossos filhos e, como mãe, fico feliz porque agora vão ter mais segurança”, recorda.

Nova estrutura

Outra comunidade em Feijó beneficiada com a construção de uma escola indígena é a Aldeia Nova Esperança. O cacique local, Essinildo da Silva, relata que a antiga escola caiu e não tinha mais como atender a demanda dos alunos. “A gente estava precisando de outra estrutura”, diz.

Escola da Aldeia Nova Esperança caiu, mas governo construiu outra nova. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A nova escola, construída pelo governo do Estado, é a Huni-Kui Buse e a Aldeia Nova Esperança forma com outras duas aldeias, a Txanayá e a Yskuyá, a Terra Indígena Henebarianamakiá, também da etnia Huni-Kui.

“Essa escola fortalece as crianças, está todo mundo animado. Agora os alunos vão aprender, porque antes eles estudavam debaixo de uma mangueira, mas agora vai melhorar muito, e a gente se sente contemplado porque as aulas irão começar ainda nesse mês”, destaca Essinildo.

Fonte: Governo AC

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