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Acre

Veja lista: Decisão do STF beneficia 71 gestores no Estado

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STF52O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) informou que, pelo menos, 71 prefeitos e ex-prefeitos de municípios do Estado que tiveram prestação de contas reprovadas pelo órgão podem ser beneficiados com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, no último dia 10 deste mês, estabeleceu que as reprovações de contas desses gestores pelos TCEs não podem ser usadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) como critério para se decretar a inelegibilidade do candidato.

Para o STF, os prefeitos somente podem ser considerados inelegíveis após o julgamento político realizado pelas câmaras municipais, deixando o parecer técnico elaborado pelo Tribunal de Contas com natureza meramente opinativa, e estabelecendo que compete exclusivamente à Câmara de Vereadores o julgamento das contas anuais do chefe do Poder Executivo local.

Insatisfeitos com a decisão, os presidentes dos Tribunais de Contas do País estão reunidos em Brasília, desde a última quarta-feira (17), para debater e tomar medidas cabíveis em relação ao posicionamento do STF. Entre os representantes dos tribunais, está o Corregedor Walmir Ribeiro do TCE-AC. De acordo com ele, a decisão do STF não está muito clara, uma vez que as reprovações de contas não englobam somente os nomes de prefeitos e ex-prefeitos, mas de gestores de modo geral, o que reforça o conteúdo da listagem final entregue pelo TCE.

A lista fornecida pelo TCE contém nomes de prefeitos e ex-prefeitos dos municípios do Acre. Alguns desses gestores tiveram as contas reprovadas mais de uma vez na mesma cidade, outros tiveram as contas reprovadas por uso indevido do dinheiro público em cidades diferentes.

Prefeitos e ex-prefeitos com contas reprovadas pelo TCE-AC:

Pedro Rodrigues Linard – Porto Acre

Francisco Sales Contreiras – Santa Rosa do Purus

Lourival Mustafa de Andrade – Capixaba

Vanderley Viana de Lima – Xapuri

Ocimar Pereira Xavier – Capixaba

Vanderley Messias Sales – Porto Walter

Francisco Vagner de Santana Amorim – Rodrigues Alves

Sebastião Rita de Carvalho – Acrelândia

Vanderlei Viana de Lima – Xapuri

Itamar Pereira de Sá – Marechal Thaumaturgo

Carlos Celso Medeiros Ribeiro – Senador Guiomard

Michel Marques Abrahão – Bujari

Manoel Batista de Araújo – Assis Brasil

José Ruy Coelho de Albuquerque – Porto Acre

Itamar Pereira de Sá – Marechal Thaumaturgo

José Altamir Taumaturgo Sá – Santa Rosa do Purus

Joais da Silva dos Santos – Capixaba

Joais da Silva dos Santos – Capixaba

Erisvando Torquato do Nascimento – Tarauacá

Sebastião Rita de Carvalho – Acrelândia

Deusdete Rodrigues de Melo – Mâncio Lima

Nilson Roberto Areal de Almeida – Sena Madureira

Lourival Mustafa de Andrade – Capixaba

Luiz Helosman de Figueiredo – Mâncio Lima

Neuzari Correia Pinheiro – Porto Walter

Vanderley Messias Sales – Porto Walter

Ocimar Pereira Xavier – Capixaba

Albanir Gomes Lopes – Jordão

Manoel Batista de Araújo – Assis Brasil

Ana Maria Cunha do Nascimento Figueiredo – Assis Brasil

Francisco Cleudo Rocha da Costa – Tarauacá

Manoel da Silva Almeida – Manuel Urbano

Edvaldo da Costa Melo – Plácido de Castro

Jasone Ferreira da Silva – Tarauacá

Júlio Barbosa de Aquino – Xapuri

Maria Zila Frota Bezerra de Oliveira – Cruzeiro do Sul

Cleidison de Jesus Rocha – Mâncio Lima

James Pereira da Silva – Senador Guiomard

Jairo Cassiano Barbosa – Sena Madureira

Manoel da Silva Almeida – Manuel Urbano

Raimundo Cipriano de Oliveira – Manuel Urbano

Vagner José Sales – Cruzeiro do Sul

Neuzari Correia Pinheiro – Porto Walter

José Juarez Leitão dos Santos – Feijó

Liberato Ribeiro da Silva Filho – Capixaba

Hilário de Holanda Melo – Jordão

José Brasil Barbosa da Silva – Santa Rosa do Purus

Hilário de Holanda Melo – Jordão

Rômulo Barros Soares – Capixaba

Maria Zila Frota Bezerra de Oliveira – Cruzeiro do Sul

Aurélio de Souza Braga – Feijó

Aluízio Bezerra de Oliveira – Cruzeiro do Sul

Neuzari Correia Pinheiro – Porto Walter

José Ruy Coelho de Albuquerque – Porto Acre

Randson Oliveira Almeida – Marechal Thaumaturgo

Clovis Valdir Moretti – Acrelândia

José Maria Rodrigues – Porto Acre

Mauri Sérgio Moura de Oliveira – Rio Branco

Rosimar Lima de Oliveira – Santa Rosa do Purus

Neuzari Correia Pinheiro – Porto Walter

José Ronaldo Pessoa Pereira – Epitaciolândia

Maria Eliane Gadelha Cariús – Assis Brasil

José Brasil Barbosa da Silva – Santa Rosa do Purus

Elson de Lima Farias – Jordão

Francisco Sebastião Mendes – Manuel Urbano

Maria Eliane Gadelha Cariús – Assis Brasil

Nilson Roberto Areal de Almeida e Wanderley Zaire Lopes – Sena Madureira

Everaldo Gomes Pereira da Silva – Brasiléia

André Luiz Pereira Hassem – Epitaciolândia

Roney de Oliveira Firmino – Plácido de Castro

Antonio Carlos Ferreira Portela – Porto Acre

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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