Conecte-se conosco

Brasil

Trump ameaça intervir no Irã após protestos deixarem ao menos 7 mortes

Publicado

em

Após ao menos sete pessoas morrerem durante onda de protestos no Irã desde o início da semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou intervir no país caso haja mais fatalidades. Os atos são contra a crise econômica enfrentada pelo país.

Nessa terça-feira (30/12), o príncipe herdeiro do Irã, Reza Ciro Pahlavi, classificou as manifestações como a “chama de uma revolução nacional” e convocou os iranianos a continuarem pressionando o governo do aiatolá Ali Khamenei.

Leia também

Aos 65 anos, Reza Ciro Pahlavi está exilado nos Estados Unidos desde o fim de década de 1970, quando o império de seu pai, o Xá Reza Pahlavi, foi deposto após protestos no país. Ele ficou no poder entre 1941 e 1979.

A mídia local relata que as autoridades prenderam cerca de 30 pessoas sob suspeita de crimes contra a ordem pública.

“Se o Irã atirar e matar violentamente manifestantes pacíficos, como é seu costume, os Estados Unidos da América virão em seu auxílio. Estamos prontos para agir. Obrigado pela atenção!”, publicou o presidente norte-americano na rede Truth Social.

Duas mortes foram registradas na cidade de Lordegan, no sudoeste do país, segundo a imprensa internacional. Os protestos tiveram início no último domingo (28/12), em Teerã, e se espalharam para outras cidades iranianas.

O atual presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, que enfrenta uma onda de sanções internacionais por conta de seu programa nuclear, se mostrou aberto ao diálogo apesar dos protestos.

Em comunicado divulgado na rede social X, em 29 de dezembro, ele disse ter instruído o ministro do Interior a ouvir as “reivindicações legítimas por meio do diálogo com os representantes dos manifestantes”.

Fonte: Conteúdo republicado de METROPOLES - INTERNACIONAL

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Brasil

México registra terremoto de 6,5, e tremores assustam a população

Publicado

em

Um terremoto de magnitude 6,5 atingiu o estado de Guerrero, na costa do Pacífico do México, nesta sexta-feira (2/1). Os tremores também foram sentidos com intensidade na capital, Cidade do México. Veja:

O Serviço Sismológico Nacional do México confirmou que os abalos começaram por volta das 9h (horário local). Nas redes sociais, moradores da capital compartilharam registros dos tremores. Imagens mostram prédios balançando e móveis se deslocando dentro das residências. Em pontos específicos da cidade, árvores caíram sobre carros estacionados.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) emitiu um alerta amarelo devido ao sismo. Até o momento, segundo autoridades mexicanas, não há confirmação de mortes decorrentes dos tremores. O epicentro foi registrado a uma profundidade de 35 km, considerada rasa para este tipo de fenômeno, o que faz com que a força do impacto seja sentida com mais vigor na superfície.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, participava de um evento sobre turismo no momento do ocorrido. A mandatária precisou interromper o discurso, após os fortes tremores atingirem o local da cerimônia.

Os terremotos são medidos pela escala Richter, para medir a magnitude com base nas ondas sísmicas geradas por eles. Criada em 1935, a escala não tem um valor mínimo ou máximo, mas normalmente a magnitude dos terremotos vão de uma escala de 1 a 10, sendo 10 correspondente aos terremotos de maior magnitude.

Fonte: Conteúdo republicado de METROPOLES - INTERNACIONAL

Comentários

Continue lendo

Brasil

Papa faz orações às famílias das vítimas de incêndio na Suíça

Publicado

em

O papa Leão XIV destinou, nesta sexta-feira (2/1), orações às vítimas do incêndio que atingiu um bar localizado em uma estação de esqui em Crans-Montana, na Suíça, na madrugada dessa quinta-feira (1º/1), durante uma festa de Ano Novo. Ao menos 47 pessoas morreram, segundo autoridades locais, e mais de 100 ficaram feridas.

Em um telegrama enviado ao bispo de Sion, dom Jean-Marie Lovey, e assinado pelo cardeal secretário de Estado Pietro Parolin, o pontífice expressou “sua compaixão e solicitude às famílias das vítimas”. O cardeal também declarou que Leão XIV “une-se ao luto das famílias e de toda a Confederação Suíça”.

“Ele reza para que o Senhor acolha os falecidos em sua morada de paz e luz e sustente a coragem daqueles que sofrem no coração e no corpo”, diz o comunicado.

“Que a Mãe de Deus, em sua ternura, leve o consolo da fé a todos os afetados por esta tragédia e os mantenha na esperança”, finalizou a nota do Estado da Santa Sé.

Autoridades locais alertam que a identificação das vítimas do incêndio, descrito como um dos mais trágicos do país, pode levar semanas, já que muitos corpos estão carbonizados.

Bombeiros se reúnem para deixar flores e velas no local após um incêndio que começou durante a madrugada no bar Le Constellation

Uma força-tarefa foi montada para a retirada e identificação, e famílias têm buscado informações em canais oficiais criados no local.

“As prioridades são salvar vidas e identificar todas as vítimas”, afirmaram as autoridades suíças, reforçando que o processo será longo e complexo.

As vítimas são de quatro nacionalidades diferentes, mas nomes e países de origem não foram divulgados até o momento. Não há registro de brasileiros entre os mortos ou feridos, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

A explosão, que causou a combustão, pode ter sido causada por velas de faíscas em garrafas de champanhe, segundo testemunhas.

O que aconteceu

Segundo a polícia local, chamados começaram a chegar por volta das 1h30 de quinta — 20h30 de quarta-feira (31/12) pelo horário de Brasília — dentro do bar Le Constellation, que integra o complexo do resort de esqui de Crans-Montana.

O local recebia uma festa de Ano Novo quando ocorreu uma explosão, seguida de um incêndio que se espalhou rapidamente pelo interior do prédio.

Relatos apontam que o fogo tomou o teto de madeira em poucos segundos, dificultando a saída do público. Pessoas que estavam próximas ajudaram a retirar as vítimas e improvisaram primeiros atendimentos em estabelecimentos vizinhos.

O local do incêndio

O Le Constellation funciona há cerca de quatro décadas em Crans-Montana e é considerado um ponto tradicional da região. O bar fica perto da base do teleférico que leva esquiadores às montanhas e tem capacidade para cerca de 300 pessoas, além de um terraço para aproximadamente 40.

A estação de esqui é uma área conhecida pelo turismo de inverno e por atrair visitantes durante as festas de fim de ano, período em que o movimento é intenso. No momento do incêndio, o local estava lotado de moradores e turistas que comemoravam a chegada do Ano Novo.

Fonte: Conteúdo republicado de METROPOLES - INTERNACIONAL

Comentários

Continue lendo

Brasil

Suíça decreta 5 dias de luto após fogo e mortes em estação de esqui

Publicado

em

CRANS-MONTANA, SWITZERLAND – JANUARY 01: A flower with a note is laid after a fire broke out overnight at Le Constellation bar on January 01, 2026 in Crans-Montana, Switzerland. According to authorities, the fire began around 1:30 AM local time, with reports that 47 people are believed to have died and over a hundred more seriously injured. (Photo by Harold Cunningham/Getty Images)

O presidente suíço, Guy Parmelin, descreveu o incidente como um dos mais traumáticos da história do país. “Foi um drama de proporções desconhecidas”, afirmou, ao prestar homenagem às muitas “vidas jovens que foram perdidas e interrompidas”.

Dezenas de pessoas comemoravam a chegada de 2026 no bar Le Constellation quando o fogo começou por volta de 1h30 (horário local). A polícia descreveu o ocorrido como um “incidente grave”. A investigação sobre a causa do fogo está em andamento, mas a polícia trata o caso como um acidente e descarta um ato criminoso.

O governo do cantão de Valais disse que ocorreu um flashover no bar, “resultando em uma ou mais explosões”.

Um flashover ocorre quando quase todas as superfícies de um ambiente atingem simultaneamente a temperatura de ignição, fazendo com que o fogo se propague de forma súbita e generalizada. Desta forma, as autoridades esclareceram que as explosões inicialmente relatadas pelos moradores da região não causaram o incêndio, mas foram uma consequência dele.

Segundo a polícia, a primeira chamada de emergência ocorreu imediatamente após o início do incêndio. Foram mobilizados 43 ambulâncias, 13 helicópteros e 150 paramédicos. Equipes de países vizinhos também participaram do resgate. A área foi completamente isolada.

O bar, de acordo com informações do próprio estabelecimento, tem capacidade para cerca de 300 pessoas. No entanto, não se sabe quantas pessoas se encontravam no interior no momento do incêndio.

Na noite desta quinta-feira, centenas de pessoas se reuniram em silêncio próximo ao local da tragédia para prestar suas homenagens às vítimas, depositando flores e acendendo velas.

Destino de luxo altamente frequentado

Crans-Montana é um sofisticado destino turístico, frequentado por celebridades. Durante as festas de fim de ano, o local costuma estar lotado.

A cidade tem apenas 10.000 habitantes e conta com 2.600 leitos de hospedagem, além de centenas de apartamentos de férias. Com cerca de um milhão de pernoites por ano, aproximadamente 20% dos visitantes vêm do exterior, segundo a autoridade local de turismo, especialmente italianos e franceses.

Por essa razão, é provável que haja u grande número de estrangeiros entre os mortos e feridos.

O embaixador da Itália na Suíça, Gian Lorenzo Cornado, disse à emissora estatal RAI que treze cidadãos italianos estavam entre os feridos e outros seis estão desaparecidos.

O Ministério do Exterior da França disse que oito franceses estão desaparecidos e outros nove estão entre os feridos.

O resort fica a cerca de 1.500 metros acima do nível do mar e oferece uma grande área para esqui. Também recebe regularmente grandes eventos esportivos, incluindo as provas da Copa do Mundo de Esqui, realizadas no final de janeiro.

Identificação das vítimas deve levar dias ou semanas

Segundo as autoridades, o hospital regional atingiu a capacidade máxima devido ao grande número de feridos. O Hospital Universitário de Lausanne, especializado em vítimas de queimaduras, já internou 22 pessoas.

Mais de uma dezena de feridos foram levados ao Hospital Universitário de Zurique. Outros foram transferidos de avião para Genebra e distribuídos entre outros hospitais da Suíça. Um foi levado de avião para Stuttgart, na Alemanha.

Nesta sexta-feira, os investigadores iniciaram o processo de identificação dos mortos. A primeira vítima foi identificada como Emanuele Galeppini, um jovem golfista italiano. Embora diversos veículos de imprensa tenham divulgado a notícia, as autoridades ainda não confirmaram os nomes das vítimas.

A polícia suíça alertou que pode levar dias ou até semanas para identificar todas as vítimas, deixando familiares e amigos em uma espera angustiante.

Vela seria causa?

As autoridades se recusaram a especular sobre a causa da tragédia, afirmando apenas que não se tratou de um ataque.

Duas mulheres contaram à emissora francesa BFMTV que estavam dentro do estabelecimento quando viram um barman carregando uma funcionária nos ombros. Ela segurava uma vela de faíscas acesa sobre uma garrafa, que teria incendiado o teto.

As chamas se alastraram rapidamente e causaram o desabamento do teto, disseram elas. A procuradora-chefe do cantão, Beatrice Pilloud, afirmou que não poderia comentar as informações de que velas acesas teriam causado o incêndio.

Proibição de fogos

Autoridades de Crans-Montana haviam cancelado e proibido os fogos anteriormente previstos para o réveillon devido a uma situação de seca.

Nesta época do ano, a região costuma estar coberta por uma manta de neve, que desta vez não se formou devido à ausência de precipitações e às altas temperaturas para o inverno europeu.

Leia mais reportagens como essa no DW, parceiro do Metrópoles.

Fonte: Conteúdo republicado de METROPOLES - INTERNACIONAL

Comentários

Continue lendo