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Trio é preso por lavagem de dinheiro e R$ 2,5 milhões são apreendidos em mala
A Polícia Civil do Amazonas seguirá com as investigações para determinar a origem exata do dinheiro e a rede criminosa por trás do esquema

Com eles, foi encontrada uma mala contendo R$ 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil reais. Foto: cedida
Com Assessoria e D24am
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Amazonas (FICCO/AM) efetuou a prisão em flagrante de três indivíduos em Manaus, suspeitos de dissimulação e ocultação de valores provenientes de atividades criminosas, configurando o crime de lavagem de dinheiro. A operação teve início após a FICCO/AM receber uma denúncia anônima através de seu canal oficial, que detalhava o envolvimento de um dos investigados em um possível esquema de lavagem de capitais. Com eles, foi encontrada uma mala contendo R$ 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil reais).
Diante da gravidade da informação e da alta possibilidade de flagrante delito, uma equipe policial da FICCO/AM, com o apoio tático da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) da Polícia Militar do Amazonas, deslocou-se imediatamente ao local indicado para averiguação.
Durante as diligências, foi possível interceptar os três homens. Com eles, foi encontrada uma mala contendo R$ 2.500.000 (dois milhões e quinhentos mil reais), quantia que estava acondicionada de forma suspeita e apresentava fortes indícios de ser fruto do crime de lavagem de dinheiro.
Os três indivíduos foram presos em flagrante e encaminhados às autoridades competentes para os procedimentos legais. A Polícia Civil do Amazonas seguirá com as investigações para determinar a origem exata do dinheiro e a rede criminosa por trás do esquema.
A FICCO/AM, que é composta por integrantes de diversas forças de segurança, reafirmou em nota seu compromisso com o enfrentamento qualificado ao crime organizado. A Força Integrada também ressaltou a importância fundamental da colaboração da sociedade por meio de denúncias anônimas, que são cruciais para o sucesso das operações e o desmantelamento de esquemas criminosos.
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Caso Araceli: corpo decapitado seria de suspeito do crime, diz defesa

O corpo encontrado nessa terça-feira (3/2), decapitado e carbonizado, em um sítio em Meaípe, em Guarapari (ES), pode ser de Dante de Brito Michelini, conhecido como Dantinho, de 76 anosm um dos suspeitos do assassinato da menina Araceli Cabrera Sanchez, de 8 anos, em 1973. Apesar de ainda não haver confirmação da informação, devido ao estágio avançado de decomposição do corpo, a defesa da família afirma que a principal suspeita é de que seja mesmo Dantinho.
Dantinho, ao lado do pai, Dante de Barros Michelini, e o amigo da família, Paulo Constanteen Helal, foram investigados e julgados pelo assassinato de Araceli. Os suspeitos chegaram a ser condenados, mas foram inocentados anos depois.
Em nota, o advogado Adir Rodrigues Silva Junior informou que desde a morte do pai a vítima não tinha contato frequente com familiares.
Veja nota na íntegra:
“O advogado que representa um dos irmãos de Dante Brito Michelini, Adir Rodrigues Silva Junior, afirmou que a família vai aguardar o andamento dos trabalhos da perícia para confirmar se o corpo é mesmo de Dantinho.
Ao que tudo indica seria dele, mas não temos a confirmação, então não podemos afirmar nada. Dantinho vivia há muitos anos recluso e isolado no sítio, desde a morte do pai (Dante Barros Michelini).
Vamos agora acompanhar as investigações para saber o que pode ter motivado um crime como esse. Segundo Adir Junior, um irmão mantinha contato com Dantinho por telefone, mas não tinha qualquer informação de que ele pudesse estar sendo ameaçado”.
O corpo foi encontrado sem a cabeça em meio aos escombros da casa, que foi incendiada. A morte é tratada como homicídio pela Polícia Civil.
Relembre o caso Araceli

Sequestrada, violentada e assassinada aos 8 anos, Araceli Crespo comoveu o Brasil em 1973. Ela desapareceu no dia 18 de maio, uma sexta-feira, após sair do colégio, na Praia do Suá, em Vitória. A menina foi vista por um adolescente em um bar, no cruzamento das avenidas Ferreira Coelho e César Hilal. Ele foi a última pessoa que a viu com vida.
No dia 18 de maio é celebrado o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. A data foi instituída em homenagem ao caso Araceli e motivou a criação da Lei Federal nº 9.970, sancionada em 17 de maio de 2000.
Desaparecimento
Na noite de 18 de maio, o pai de Araceli, Gabriel Sanchez Crespo, começou as buscas pela filha.
O corpo de Araceli foi encontrado apenas em 24 de maio, em avançado estado de decomposição e desfigurado, em uma área de mata atrás do Hospital Infantil, em Vitória.
De acordo com a investigação, Araceli foi sequestrada por Paulo Helal em um bar, logo após sair da escola. No mesmo dia, ela foi levada ao Bar Franciscano, na Praia de Camburi, que pertencia a Dante Michelini. Lá, a menina sofreu abuso sexual e foi mantida em cárcere privado, sob o efeito de drogas.
As investigações também indicaram que Dante Michelini fazia ligações para a polícia, influenciando as apurações e dificultando o trabalho dos agentes. Além disso, diversas testemunhas do processo morreram durante o curso das investigações.
Os três suspeitos foram condenados em primeira instância, mas posteriormente absolvidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), que alegou falta de provas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Suspeita de estelionato, "Barbie do crime" tem prisão revogada em GO

Goiânia – Conhecida como “Barbie do Crime”, a modelo Bruna Cristine Menezes de Castro foi solta nessa quarta-feira (4/2), após um pedido da defesa de revogação da prisão ser aceito pela Justiça. Segundo a polícia, os crimes dos quais Bruna é suspeita envolvem a falsa comercialização de produtos importados, principalmente aparelhos celulares, que eram anunciados em redes sociais, mas não entregues aos compradores.
Bruna foi presa pela segunda vez na última sexta-feira (30/1), no Parque Atheneu, na capital goiana. Segundo a defesa, a prisão foi motivada por um “desentendimento civil” e que a investigada buscou meios para reparar os prejuízos alegados.
Na decisão da Justiça sobre a soltura, o Ministério Público concordou com o pedido, apontando que não há motivos para a manutenção da prisão, mas destacou que ela pode ser solicitada novamente ao longo do processo.
Histórico de golpes
As denúncias contra a “Barbie do crime” foram registradas em 2015, após a denúncia de 20 moradores de Goiânia que procuraram a polícia. Segundo a investigação da época, Bruna causou um prejuízo total de cerca de R$ 50 mil para essas 20 vítimas, segundo a Polícia Civil.
Na época, a pena inicial foi de 1 ano e 9 meses de prisão, mas acabou sendo substituída por prestação de serviços comunitários e o pagamento de multa equivalente a 10 salários mínimos. Durante o julgamento dela em 2015, Bruna confessou o crime e declarou que estava arrependida.
Contra ela, também há denúncias de crimes semelhantes em outros estados, como Rio de Janeiro e Distrito Federal.
De acordo com as investigações, a jovem apelidada de “Barbie” mantinha perfis nas redes sociais de venda de produtos importados, como celulares, maquiagens e perfumes, e aplicava golpes em clientes.
Ainda durante a investigação e repercussão do caso, a “Barbie do Crime” mostrava não acreditar que seria presa em conversas com alguns clientes. Em uma conta no Instagram criada para denunciá-la, a jovem ironizou as investigações e riu quando uma das vítimas fala da possibilidade de ela ser presa.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Suspeitos tentaram atacar empresário com granada duas vezes em Goiás

Goiânia – De acordo com a Polícia Civil de Goiás (PCGO), os suspeitos de tentar matar um empresário por meio de ataques com granada lançada em drones realizaram duas tentativas do crime. As ações aconteceram nos últimos dias 15 e 17 de janeiro, em Itaberaí, no noroeste goiano.
Segundo a corporação, os suspeitos não recuaram após a falha do primeiro ataque e chegaram a retornar à região com uma nova granada e uma arma de fogo, o que levou à antecipação das prisões por risco à vida da vítima. Conforme o delegado Kleber Rodrigues, o grupo pretendia continuar com as tentativas.
Três pessoas foram presas no Mato Grosso. Os suspeitos devem responder por tentativa de homicídio qualificado, extorsão e porte de artefato explosivo de uso restrito. No entanto, o processo corre em segre de Justiça.
Ataques com granada
A primeira tentativa de ataque aconteceu no dia 15 de janeiro deste ano. Segundo a polícia, a granada ficou presa ao drone e não explodiu após o equipamento colidir com o telhado da casa do empresário. Dois dias depois, em 17 de janeiro, os suspeitos voltaram ao local com um segundo drone, tentando resgatar o primeiro equipamento e o artefato explosivo usando uma corda e um gancho.
De acordo com a PCGO, houve uma falha técnica e, por isso, a primeira granada não chegou a ser acionada. Na segunda tentativa, o segundo drone não teve forças para puxar o segundo.
A polícia ressaltou que o explosivo apreendido é do tipo fragmentário, considerado armamento de guerra, com potencial letal em um raio de até 15 metros.
Dívida milionária
A investigação aponta que o atentado foi motivado por uma dívida de mais de R$ 1 milhão, relacionada à compra de sementes agrícolas. Após o empresário pedir prazo para pagamento, as ameaças começaram de forma velada e evoluíram para mensagens diretas enviadas à vítima e a familiares.
De acordo com a PCGO, mesmo após a primeira tentativa frustrada, os suspeitos continuaram fazendo intimidações, questionando a vítima e afirmando que novos ataques aconteceriam. Ainda segundo a polícia, os criminosos usavam perfis falsos em redes sociais, com imagens criadas por inteligência artificial, além de números de telefone registrados em CPFs de terceiros.
Prisões
Durante uma operação deflagrada na segunda-feira (2/2), os policiais cumpriram seis ordens judiciais, sendo três mandados de prisão e três mandados de busca e apreensão, em desfavor dos criminosos. Dois deles foram detidos em Canarana (MT), dentro de um veículo, quando retornavam em direção a Goiás. O terceiro foi localizado em Primavera do Leste (MT).
Eles são investigados pela prática dos crimes de tentativa de homicídio qualificada, extorsão majorada e porte de artefato explosivo.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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