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TJ revoga prisão preventiva de advogado Keldheky Maia

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Caso Juliana Marçal

Quarenta e um dia depois de ser preso por investigadores da Delegacia de Homicídios, o advogado Keldheky Maia, réu por dupla tentativa de assassinato, ganhou a liberdade provisória.
A decisão foi da Câmara Criminal, durante sessão realizada nesta quinta-feira, 18 na sede do Tribunal de Justiça do Acre.
A advogada Paula Belmino foi quem fez a defesa do Keldheky Maia.
Durante a sustentação oral, ela disse aos desembargadores,  que o advogado colaborou durante o curso da investigação e que não estão mais presentes os fundamentos da prisão preventiva.
O procurador de Justiça Sammy Barbosa criticou a condutado do advogado, mas emitiu parecer pela revogação da prisão preventiva, com a aplicação de medidas cautelares.
O relator da matéria Samoel Evangelista foi favorável a concessão da liberdade, mas com aplicação de medidas cautelares.
O voto do relator, foi seguido pelo presidente da Câmara Criminal Francisco Djalma e pela desembargadora Denise Castelo Bonfim//
Para o magistrado Keldheky Maia tem que ser afastada da função pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O habeas corpus foi concedida por unanimidade, mas o advogado terá cumprir medidas cautelares.
Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica e o recolhimento noturno
Keldheky Maia passou a ser réu pelas tentativas de homicídio contra Dhiones Siqueira Passo e Ledo Patrício da Silva Almeida Júnior.
Os crimes ocorreram na madrugada do dia 21 de junho deste ano, por volta das 3h50, na Rua São Sebastião, nº 100, bairro Isaura Parente, em via pública, nas proximidades da casa noturna “Bar Dibuteco”.
Durante a confusão generalizada, a assessora jurídica Juliana Marçal foi atropelada por uma caminhonete conduzido por Diego Passo.
A vítima morreu pouco tempo depois no pronto socorro da capital.
Após os advogados dos réus apresentarem a resposta à acusação, o juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar deve marcar a audiência de Instrução e Julgamento do processo.

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Criança fica ferida após vidro de ônibus se desprender no Terminal Central de Rio Branco

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Menino de aproximadamente 7 anos foi atingido por estilhaços e encaminhado para atendimento médico após o acidente

Uma criança de aproximadamente 7 anos ficou ferida na manhã deste sábado (14) após ser atingida por estilhaços de vidro no Terminal Central de Rio Branco. O acidente aconteceu no momento em que um ônibus do transporte coletivo chegava à plataforma do terminal.

De acordo com informações repassadas por testemunhas, o menino estava acompanhado de um responsável quando o veículo parou e uma das janelas do ônibus se desprendeu e caiu no chão. Com o impacto, o vidro se estilhaçou, espalhando fragmentos pelo local.

Ainda segundo relatos de pessoas que presenciaram a situação, não está claro se o pé da criança foi atingido diretamente pela peça de vidro ou apenas pelos estilhaços. O menino sofreu um ferimento que provocou sangramento.

Funcionários da empresa Ricco Transportes, responsável pela operação do transporte público na capital acreana, prestaram os primeiros atendimentos e levaram a criança, juntamente com o responsável, para receber atendimento médico.

Testemunhas afirmaram que, apesar do susto, o menino estava lúcido e não apresentava sinais aparentes de ferimentos graves no momento em que foi socorrido. As circunstâncias que levaram à queda da janela do ônibus ainda não foram esclarecidas.

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Polícia apreende mais de 2 kg de drogas e detém quatro pessoas em Cruzeiro do Sul

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Operação conjunta entre as inteligências das polícias Civil e Militar resultou na apreensão de cocaína, maconha, dinheiro e materiais ligados ao tráfico

A Polícia Militar apreendeu mais de dois quilos de drogas e deteve quatro pessoas durante uma operação realizada na sexta-feira (13), no bairro Cohab, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. Entre os envolvidos estão um homem de 20 anos e três adolescentes.

Segundo informações do capitão Thales Campos, a ação foi desencadeada após troca de informações entre os setores de inteligência da Polícia Civil e da Polícia Militar, que passaram a monitorar a movimentação suspeita na região.

Durante o cerco policial, os agentes prenderam o suspeito e apreenderam dois adolescentes de 16 anos e um de 15 anos. Com o grupo, foram encontrados mais de dois quilos de cloridrato de cocaína, 47 papelotes de maconha e 26 invólucros de cocaína já prontos para a comercialização.

Além das drogas, os policiais também apreenderam R$ 1.044 em dinheiro, duas balanças de precisão e outros materiais utilizados no preparo e na distribuição dos entorpecentes.

De acordo com o capitão, a operação causou prejuízo significativo para o crime organizado na região.

“Essa operação, como um todo, acabou sitiando o bairro da Cohab e causando um prejuízo de mais de R$ 60 mil para o crime”, destacou o militar.

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Polícia do Senado pede tornozeleira para homem que ameaçou Flávio

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Igo Estrela/Metrópoles
Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)

A Polícia do Senado pediu à Justiça Federal de Brasília a adoção de medidas cautelares contra um homem suspeito de ameaçar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. Segundo o órgão, Marcos da Cunha Magalhães, de 40 anos, utilizou diversas contas em redes sociais para “reforçar sua aversão” e incitar a morte do parlamentar.

Em manifestação encaminhada ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), o órgão defende que os perfis mantidos por Magalhães sejam suspensos. Também solicita que ele seja proibido de manter qualquer tipo de contato com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

No documento, a polícia também pede que Marcos da Cunha Magalhães seja monitorado por tornozeleira eletrônica e impedido de se aproximar do Congresso Nacional e da Praça dos Três Poderes.

“Entende-se que há risco concreto de reiteração delitiva devido às condutas insistentes e desproporcionais dirigidas a senador da República, aliado ao teor hostil das manifestações públicas do investigado, que revelam risco à segurança institucional e à ordem pública, diante do manifestado interesse de repetir fato acontecido contra o pai do comunicante”, argumenta a Polícia do Senado.

De acordo com o relatório enviado ao TRF-1, Magalhães fez uma “ameaça explícita” à integridade física de Flávio ao mencionar o atentado à faca sofrido pelo pai do senador e escrever: “Quem mandou eu não sei. Mas quem quiser me pagar para o Flávio sofrer o mesmo…”.

O documento aponta ainda que, logo depois, ao ser questionado sobre eventual “coragem para cumprir o prometido”, Marcos da Cunha Magalhães respondeu: “É só pagar para ver…”.

Para a Polícia do Senado, as mensagens configuram um “contexto de incitação à violência e ameaça velada, associando a vítima a contexto de risco à vida”.

Investigado já foi denunciado por homicídio

Além das postagens relacionadas a Flávio, o relatório afirma que o investigado demonstrou repetidas vezes “admiração pela facada sofrida pelo pai do senador Flávio”.

O órgão também apresentou o histórico de Marcos da Cunha Magalhães junto à Polícia do Distrito Federal. Segundo o documento, quando ainda era menor de idade, ele foi denunciado por “ato infracional análogo ao homicídio, com emprego de arma de corte”.

“O que evidencia propensão à violência letal e agrava o risco concreto de execução da ameaça”, afirmou a Polícia do Senado.

Também são elencadas ocorrências em que Magalhães teria sido apontado como autor de crimes, como tráfico de entorpecentes, porte ilegal de arma de fogo, furto, ameaça e lesão corporal.

“Ficou demonstrada uma admiração explícita do investigado pelo autor de crime idêntico contra familiar do comunicante/vítima (pai), o que demonstra risco concreto de execução”, acrescentou o órgão.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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