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Tião Bocalom, vice e vereadores eleitos em Rio Branco são diplomados com presença do governador Gladson Cameli

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O Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) diplomou, nesta terça-feira (17), o prefeito reeleito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), do vice-prefeito eleito, Alysson Bestene (PP) e os 21 vereadores eleitos e reeleitos para a próxima legislatura.

Bocalom fez questão de chamar ao palco a noiva, Kellen Nunes, para que ela se posicionasse na foto oficial junto com o vice, Alysson Bestene, o governador Gladson Cameli e o desembargador Júnior Alberto. Foto: Gina Menezes 

Com G1/Folha do Acre

Com direito a beijo na boca e roupa combinando com a noiva, e abraços em Alysson Bestene e Gladson Cameli, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), foi diplomado na tarde de terça-feira (17) para o segundo mandato como prefeito de Rio Branco. A solenidade realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aconteceu no Teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac)e contou com a presença de diversas pessoas.

Na mesma oportunidade foi diplomado o vice-prefeito, Alysson Bestene e os vereadores eleitos nas eleições municipais de 2024.

Bocalom afirmou a imprensa que se sente entusiasmado para iniciar o segundo mandato e que pretende focar em ações estratégicas para fortalecer a produção rural e trabalhar pelo reordenamento urbano. No momento de receber o diploma de prefeito, Bocalom fez questão de chamar ao palco a noiva, Kellen Nunes, para que ela se posicionasse na foto oficial junto com o vice, Alysson Bestene, o governador Gladson Cameli e o desembargador Júnior Alberto.

Bocalom esteve o tempo inteiro próximo ao governador Gladson Cameli com quem mostrou entrosamento e frisou que a parceria com o vice, Alysson Bestene não será apenas protocolar.

A solenidade realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aconteceu no Teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac)e contou com a presença de diversas pessoas. Foto: Lucas Thadeu

A cerimônia ocorreu no teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac), e contou com a participação de autoridades locais e familiares dos diplomados.

Com a diplomação, todos os eleitos estão aptos a assumir seus cargos no próximo ano. O presidente do TRE-AC, desembargador Alberto Júnior, destacou que Justiça Eleitoral cumpriu seu papel ao ‘fazer eleições eficientes, legítimas e tranquilas em que a urna eletrônica demonstrou total confiabilidade e utilidade para trazer um resultado rápido e eficiente’.

“Foi um processo muito tranquilo, caracterizado pela efetiva participação da população de forma ordeira, a colaboração de toda das instituições parceiras, as forças de segurança, então, foi realizado um planejamento com muita antecedência, muito diálogo, muita troca de informações e, graças a Deus, com apoio de todos, estamos realizando a cerimônia de diplomação dos candidatos eleitos”, celebrou.

Banda da Polícia Militar se apresenta na diplomação dos eleitos na capital. Foto: Lucas Thadeu

O governador Gladson Cameli participou da cerimônia e confirmou que Bocalom e Alysson tem total apoio de sua gestão. “Parceria em todos os sentidos, desde infraestrutura, saúde e educação. Aquilo que a gente puder fazer para alcançar o maior número de pessoas, melhorar as ruas de Rio Branco e outros investimentos, vamos fazer”, reafirmou.

O presidente do TRE-AC, desembargador Alberto Júnior, destacou que Justiça Eleitoral cumpriu seu papel ao ‘fazer eleições eficientes, legítimas e tranquilas em que a urna eletrônica demonstrou total confiabilidade. Foto: Gina Menezes 

Reeleito em 1º turno

Tião Bocalom já foi prefeito de Acrelândia, por dois mandatos e meio (1993 a 1996 e 2001 a 2005). Aos 71 anos, é professor formado em matemática pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (Fafiman) e em Ciências Físicas e Biológicas pela Faculdade de Ciências Físicas e Biológicas de Umuarama (PR).

Além de prefeito, Bocalom já foi vereador na cidade de Nova Olímpia, no Paraná, onde começou sua carreira política. Eleito prefeito de Rio Branco no pleito de 2020,e nesta eleições consegue o feito histórico conseguindo sua reeleição no primeiro turno.

As eleições também definiram a nova composição da Câmara Municipal de Rio Branco, que conta agora com 21 vereadores. O Progressistas (PP) foi o partido que mais elegeu vereadores, com seis. Em seguida, figuram PL, MDB e União, com 3 vereadores cada. Bruno Moraes (PP) foi o mais votado, com 5.898 votos.

Em comparação com as Eleições de 2020, sete candidatos foram reeleitos e 14 novos foram eleitos, o que representa uma renovação de 66%. Este ano, foram eleitas duas mulheres, mantendo a mesma quantidade do último pleito.

Bocalom fez questão de chamar ao palco a noiva, Kellen Nunes, para que ela se posicionasse na foto oficial junto com o vice, Alysson Bestene, o governador Gladson Cameli e o desembargador Júnior Alberto. Foto: Jardy Lopes

Tião Bocalom é noivo da advogada Kellen Nunes, e declarou à Justiça Eleitoral exercer a ocupação de prefeito. Já o vice-prefeito diplomado, Alysson Bestene, tem 49 anos e também integra a coligação vitoriosa nas eleições municipais.

Estiveram presentes na solenidade o chefe da Casa Civil municipal, Valtin José, além de secretários e demais autoridades.

O governador Gladson Cameli (PP) reforçou que pretende trabalhar em parceria com a prefeitura da capital. Segundo ele, 2025 será um ano voltado para a execução de ações em prol da sociedade. Foto: cedida 

O governador Gladson Cameli (PP) reforçou que pretende trabalhar em parceria com a prefeitura da capital. Segundo ele, 2025 será um ano voltado para a execução de ações em prol da sociedade.

“Fazendo obras, gerando emprego, otimizando as equipes, parcerias em todos os sentidos, desde a infraestrutura, saúde, educação, naquilo que pudermos alcançar o maior número de pessoas, melhorar as ruas e outros investimentos, nós vamos fazer. É aquilo que eu disse e vou repetir: para nós que estamos no governo, 2025 é o ano de executar. Hoje reuni todos os meus secretários e a mensagem que passei foi de otimismo, pedindo que não deixem para amanhã o que precisa ser feito hoje, porque não há tempo e precisamos dar uma resposta à sociedade. O prefeito Bocalom e o vice-prefeito terão todo o nosso apoio. Desejo sorte, boa sorte. Precisamos estar cada vez mais unidos”, ressaltou.

O vice-prefeito eleito, Alysson Bestene, expressou gratidão à população e reforçou o compromisso de trabalhar ao lado de Bocalom. “Sou muito grato à população de Rio Branco. Tenho certeza de que, junto com o prefeito Bocalom e toda a equipe, em parceria com o governo do estado e com o apoio do governador Gladson Cameli, que tem sensibilidade com as pessoas e com as famílias acreanas, vamos trabalhar focados em quem mais precisa.

Com a diplomação, todos os eleitos estão aptos a assumir seus cargos no próximo ano. Foto: Jardy Lopes

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Renda per capita no Acre é a 2ª pior do Brasil em 2025, aponta IBGE; estado registra R$ 1.392

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Média nacional ficou em R$ 2.316; Acre supera apenas Maranhão (R$ 1.219) e Ceará (R$ 1.390) no ranking das 27 unidades da federação

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foto: art 

O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínuadivulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com dados do IBGE, a renda per capita no Acre foi de R$ 1.392,00 em 2025, uma das piores do Brasil. O estado aparece à frente apenas do Maranhão (R$ 1.219) e do Ceará (R$ 1.390). A pesquisa mostra que as menores médias estão concentradas nas regiões Nordeste e Norte. O Distrito Federal lidera o ranking nacional com R$ 4.538, enquanto São Paulo aparece em segundo lugar com R$ 2.956.

Critérios da pesquisa

A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada pelo IBGE desde janeiro de 2012. O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores, considerando rendimentos de trabalho e de outras fontes, inclusive pensionistas e empregados domésticos.

Os números divulgados resultam da soma dos rendimentos brutos recebidos no mês de referência da pesquisa, com base nas primeiras entrevistas realizadas ao longo dos quatro trimestres de 2025.

A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

Renda Domiciliar per Capita – Brasil (2022–2025)
Ano Renda Média (Brasil)
2022 R$ 1.625
2023 R$ 1.893
2024 R$ 2.069
2025 R$ 2.316
  • O país registrou crescimento contínuo no período, com alta de R$ 691 (42,5%) entre 2022 e 2025.

  • Nove estados e o Distrito Federal superaram a média nacional.

Renda Domiciliar per Capita – Acre (2025)
Indicador Valor
Renda per capita no Acre R$ 1.392
Posição no ranking nacional 26º lugar (entre 27 UFs)
Comparativo com a média nacional R$ 924 abaixo da média (R$ 2.316)
Estados com menor renda Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.316) e Acre (R$ 1.392)
Maiores e Menores Rendas por UF (2025)
Posição Unidade da Federação Renda per capita
Distrito Federal R$ 4.538
São Paulo R$ 2.956
Rio Grande do Sul R$ 2.839
Santa Catarina R$ 2.809
Rio de Janeiro R$ 2.794
25º Ceará R$ 1.316
26º Acre R$ 1.392
27º Maranhão R$ 1.219
Análise dos Dados
  • Crescimento nacional consistente: A renda per capita brasileira apresentou evolução real nos últimos quatro anos, refletindo recuperação econômica e políticas de transferência de renda.

  • Acre abaixo da média nacional: Com R$ 1.392, o estado está 42% abaixo da média do país (R$ 924 de diferença).

  • Concentração regional: As maiores rendas permanecem no Centro-Sul (DF, SP, Sul e Sudeste), enquanto as menores se concentram no Norte e Nordeste.

  • Posição no ranking: O Acre ocupa a 26ª posição, à frente apenas do Maranhão, mas atrás do Ceará e de todos os demais estados das regiões Norte e Nordeste com dados disponíveis.

Fonte dos Dados
  • Pesquisa: PNAD Contínua – Rendimento de todas as fontes

  • Órgão: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

  • Ano-base: 2025

  • Divulgação: 27 de fevereiro de 2026

Esses dados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à geração de emprego, formalização do trabalho e transferência de renda no Acre, especialmente para reduzir as desigualdades regionais persistentes.

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Bocalom revela conversa com Valdemar da Costa Neto e diz que permanência no PL depende de reunião com Márcio Bittar

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Prefeito afirma que presidente nacional do partido “ficou perplexo” com carta da direção estadual que o excluiu da disputa ao governo; decisão deve sair nesta semana

Bocalom informou que a conversa com o Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido. Foto: captada 

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), revelou à imprensa acreana que conversou pessoalmente com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, sobre a possibilidade de disputar o governo do Acre pelo partido, mesmo após resistência por parte do senador Márcio Bittar e de boa parte da direção da sigla no estado.

De acordo com Bocalom, a permanência no PL não está definida e dependerá de uma conversa que deve ocorrer nesta semana entre Valdemar e o senador Márcio Bittar (PL), um dos maiores interessados no assunto, já que o parlamentar sonha em contar com o apoio do governo Gladson na disputa ao Senado.

Conversa com Valdemar

Bocalom informou que a conversa com Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido:

“Eu realmente não tinha conversado com o nosso presidente Valdemar em momento nenhum sobre essa situação. Tudo isso estava sendo coordenado lá pelo senador Márcio Bittar. Aí eu fui a Brasília e tivemos uma conversa muito boa, de mais de uma hora. Foi uma conversa muito sincera. Estávamos eu e o João Marcos. Eu vi nele o nosso presidente como um paizão, nos recebeu muito bem. Fiquei muito feliz e ele nos deixou aberta a conversa de que vai falar com o senador Márcio Bittar a respeito dessa situação na semana que vem”, declarou.

Desejo de permanência

Bocalom garantiu que deseja permanecer no PL e afirmou que faz parte da “verdadeira direita” no Acre:

“Então eu estou tranquilo. Podemos, até com certeza, ficar no PL, que é o lugar onde eu quero estar. Eu gostaria muito de estar no PL, todo mundo junto, porque nós somos direita para valer e de verdade neste estado. Juntamente com o senador Márcio Bittar, conseguiríamos formar uma bela chapa de deputado federal e, com certeza, Brasília e o Acre vão ganhar com isso”, comentou .

Carta da direção estadual

Por fim, o prefeito disse que Valdemar não estava ciente da carta que o PL do Acre divulgou com a intenção de priorizar apenas a disputa ao Senado no estado:

“Eu mostrei a carta para o presidente e ele ficou perplexo. Ele não sabia da carta. Então vamos ver agora qual será a posição. A carta foi dada aqui pelo presidente regional, Edson Bittar. Diziam que tinha anuência da nacional, mas o que deu para ver lá em Brasília é que o presidente não sabia disso. Até semana que vem ele vai dar a definição. O João estava junto comigo e viu tudo o que aconteceu”, concluiu.

Cumprindo agenda em Brasília, o prefeito Tião Bocalom, teve encontro com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: captada 

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Guerra entre EUA e Irã deve elevar preço da gasolina e do diesel no Acre

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Presidente da CDL afirma que combustíveis já começaram a subir e alerta para novos reajustes durante o conflito

A guerra entre os Estados Unidos e o Irã deve provocar aumento no preço da gasolina e do diesel no Acre. A afirmação é do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Marcelo Moura, que informou nesta segunda-feira (2) ter recebido comunicado indicando reajustes frequentes nos combustíveis durante o período de conflito.

Segundo ele, o fechamento do Estreito de Ormuz impacta diretamente o mercado internacional de petróleo.

“A guerra entre os Estados Unidos e o Irã acabou, por consequência, fechando o estreito de Ormuz. Essa parte do oceano por onde trafegam cerca de 20% do petróleo do mundo agora está fechada, causando um grande congestionamento e uma redução drástica na circulação de barris. O aumento dos preços é consequência imediata. Já fomos avisados aqui que a gasolina e o diesel estão subindo R$ 0,03 apenas pelos efeitos iniciais. Não acredito que fique só nesse aumento, mas esse já é o imediato”, pontuou o dirigente.

Analistas e autoridades do setor citam que um bloqueio na região pode reter entre 20% e 25% do petróleo exportado mundialmente. O volume afetado ultrapassaria 20 milhões de barris por dia, com destino principalmente a países da Ásia, como China, Japão, Índia e Filipinas.

O impacto tende a ser maior no continente asiático, que concentra grande parte da demanda por petróleo do Oriente Médio. Metade do fornecimento da China, maior importadora global, e cerca de 90% do petróleo consumido pelo Japão vêm da região.

Empresas de navegação e grandes companhias petrolíferas passaram a suspender embarques e operações no entorno do estreito. Os envios pela rota foram paralisados após armadores receberem aviso do governo iraniano informando que a área estava fechada para navegação.

Especialistas avaliam que, diante da instabilidade internacional, os reflexos no mercado brasileiro podem continuar sendo sentidos nas próximas semanas, especialmente em estados mais distantes dos grandes centros de distribuição, como o Acre.

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