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Terceira dose será prioridade para idosos acima de 70 anos
A Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) emitiu uma nota técnica nesta quinta-feira, 26, explicando quem será o público alvo para a terceira dose contra a Covid-19, anunciada pelo Ministério da Saúde.
Segundo a pasta, a dose de reforço, tem previsão de início para o dia 15 de setembro, apenas em idosos acima de 70 anos, com mais de 6 meses de aplicação da segunda dose e pessoas com alto grau de imunossupressão, cujo levantamento será enviado pelo Ministério da Saúde.
A decisão ocorre após estudos indicarem que pessoas com mais de 70 anos e imunossuprimidos apresentam uma resposta imune ao coronavírus inferior em relação a outros indivíduos, mesmo após terem completado o regime vacinal. É por conta disso que o Ministério da Saúde anunciou a aplicação de uma terceira dose da vacina, buscando uma forma de reforço à proteção.
Na nota técnica, a Sesacre estima que 30 mil idosos deverão receber a terceira dose de reforço. Segundo a pasta, se enquadram em alto grau de imunossupressão, portanto, poderão receber mais uma dose aqueles que tenham:
I – Imunodeficiência primária grave;
II – Quimioterapia para câncer;
III – Transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH)
em uso de drogas imunossupressoras;
IV – Pessoas vivendo com HIV/Aids com CD4 <200 céls/mm3;
V – Uso de corticoides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias;
VI – Uso de drogas modificadoras da resposta imune (vide tabela 1);
VII – Pacientes em hemodiálise;
VIII – Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas (reumatológicas, auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias).
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.








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