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Soldado é ferido com tiro de fuzil no peito no 7° BEC
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Um soldado do Exército Brasileiro identificado como Carlos Vitor de Matos Silva, de 18 anos, foi ferido com um tiro no peito na tarde deste sábado, 11, dentro do 7° Batalhão de Engenharia e Construção (7°BEC) localizado na Avenida Nações Unidas em Rio Branco.
Segundo informações repassadas a reportagem o soldado estava segurando um fuzil calibre 7,62 quando efetuou um tiro que atingiu na região do peito que transfixou o corpo.
A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e encaminharam Carlos Vitor ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.
A reportagem procurou pelo responsável da assessoria de comunicação do Exército, no Sétimo Batalhão de Engenharia e Construção e os soldados informaram que não poderiam falar nada sobre o ocorrido e ninguém iria se pronunciar.
No Pronto-Socorro um sargento do Exército Brasileiro, informou que o jovem soldado está sem risco de morte. Ao perguntar se o tiro foi acidental ou foi uma tentativa de suicídio, o Sargento respondeu que somente a perícia irá dizer o que aconteceu.
Carlos Victor chegou a relatar a funcionários do Pronto-Socorro que está passando por problemas na família e que está sofrendo com depressão, e que não é problemas no Exército.
Policiais Militares e Civil chegaram a ser acionados, mas quando chegaram no 7°BEC, foram proibidos de entrar no batalhão e colher informações, por ser jurisdição e competência federal.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia federal.
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.








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