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Sesacre afirma que 4 pessoas estão internadas por causa do coronavírus em Rio Branco
Para se ter uma ideia do que isso representa, a capital de maior incidência do país é Fortaleza, no Ceará, com uma taxa de 34,7 casos por cada 100 mil habitantes.

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Na tarde de ontem terça-feira, 8, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) confirmou a segunda morte por coronavírus no Acre.
Com duas mortes em 50 casos confirmados, a taxa de mortalidade no estado (4%) está um pouco abaixo da média nacional que na manhã desta quarta-feira, 9, era de 4,9%.
De acordo com a Sesacre, a maior parte dos casos positivos está evoluindo sem complicações, não necessitando de internação, com indicação de isolamento domiciliar por 14 dias para tratamento e recuperação. Destes, 36 receberam alta por já ter cumprido os 14 dias e não estarem apresentando mais os sintomas da doença, sendo que 12 já realizaram reteste apresentaram o resultado negativo para coronavírus.
Existem, ainda de acordo com a saúde estadual, 4 casos em internação no momento. Uma idosa de 77 anos que está na UTI do pronto-socorro, uma idosa de 81 na enfermaria do Hospital Santa Juliana, uma mulher de 35 anos e um homem de 54 anos na UPA do 2º Distrito.
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A capital acreana concentra 39 dos 50 casos, o que representa 78% do total. A maior incidência da doença acontece nos bairros Morada do Sol, Bosque, Manoel Julião, Isaura Parente, Estação Experimental e Habitasa.
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O município que mais preocupa é Acrelândia. Com o registro de 9 casos, sendo que 7 já foram curados, Acrelândia tem uma incidência de 59 casos por 100 mil habitantes. Para se ter uma ideia do que isso representa, a capital de maior incidência do país é Fortaleza, no Ceará, com uma taxa de 34,7 casos por cada 100 mil habitantes.
Um outro dado que chama a atenção é que apesar da grande maioria das mortes está ligado a idade, por isso a necessidade maior de se proteger os idosos, e a portadores de doenças já existentes como hipertensão e outras doenças crônicas, o coronavírus não faz distinção de faixa etária. Dos 50 casos do Acre, a maior porcentagem, 32%, está na faixa etária de 30 a 39 anos de idade, seguido dos que tem entre 40 a 49 anos, o que representa 22%.
O temor com os idosos é comprovado pela relação entre o número de casos e de óbitos. Segundo números da própria Sesacre, na faixa etária de 70 a 79 anos há o registo de 4 casos no Acre. É exatamente nesta faixa etária onde aconteceram as duas mortes até o momento em Rio Branco.
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Prefeitura de Assis Brasil apoia novo pacto de enfrentamento à violência contra a mulher
Nesta quarta-feira, dia 25, foi realizado no Ministério Público um importante encontro que marcou a apresentação e o fortalecimento do novo Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, iniciativa do Governo Federal em parceria com a Polícia Militar do Estado, com o apoio da Prefeitura de Assis Brasil.
A ação integra um conjunto de medidas estratégicas voltadas à redução dos índices de violência contra a mulher, promovendo a articulação entre os órgãos de segurança pública, justiça e assistência social. O objetivo é fortalecer a rede de proteção, ampliar o atendimento às vítimas e desenvolver políticas públicas mais eficazes no combate a esse tipo de crime.
A secretária municipal da Mulher, Francicleia Correia, destacou a importância da união entre os entes federativos e as instituições locais no enfrentamento à violência.
“Esse pacto representa um avanço significativo na proteção das mulheres. Quando unimos forças entre Governo Federal, Estado e Município, conseguimos ampliar a rede de apoio, fortalecer a prevenção e garantir que as vítimas tenham acolhimento e segurança”, afirmou a secretária.
A Prefeitura de Assis Brasil reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e o combate a qualquer forma de violência, colocando-se como parceira ativa nas ações que promovem segurança, dignidade e respeito.
A gestão municipal entende que a união entre Governo Federal, forças de segurança, Ministério Público e poder público municipal é fundamental para diminuir os índices de violência e construir uma sociedade mais justa e segura para todas.
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Deracre informa situação da obra da Orla do Rio Acre em Brasileia e aguarda regularização de convênio federal para prosseguir
O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), informou nesta quarta-feira, 25, que a obra da Orla do Rio Acre, em Brasileia, está com 51,04% dos serviços executados e permanece paralisada desde abril de 2024, após a interrupção do fluxo financeiro do convênio federal. O investimento é de R$ 16,7 milhões, oriundos de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar.
O órgão mantém acompanhamento técnico e administrativo do contrato e já adotou as providências necessárias para viabilizar a continuidade da obra. O Deracre acionou a Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac) para solicitar ao Ministério das Cidades a regularização financeira indispensável à retomada dos serviços.

Foi elaborado relatório técnico com levantamento atualizado das condições da área e registro das intervenções executadas até a paralisação. O documento foi encaminhado à instituição financeira responsável pelo contrato para análise e encaminhamentos.
“Estamos acompanhando tecnicamente a situação. A falta de continuidade dos serviços ao longo do período pode ter influenciado no ocorrido. O relatório técnico é que vai orientar os encaminhamentos e a retomada da obra”, afirmou a presidente do Deracre, Sula Ximenes.

A proteção da margem foi executada conforme o projeto aprovado, utilizando o sistema bolsacreto, técnica que consiste na aplicação de mantas preenchidas com concreto para reforço do barranco do rio, dentro das normas de engenharia aplicáveis a esse tipo de intervenção. O Deracre destaca que, nas margens dos rios da região, são comuns os chamados “terras caídas”, fenômeno natural que provoca erosão nos barrancos em razão da dinâmica das águas. A avaliação técnica considera esse contexto e o fato de que a obra ainda não foi concluída.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.











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