Brasil
Serasa usa Galvão Bueno para ‘turrrbinar’ score de crédito dos clientes
O ‘R’ falado pelo narrador, eternizado quando Galvão falava nomes de jogadore como Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo. Agora, ele fala “turrrrrrbo”.

Do CNN Brasil Business, em São Paulo
Bem, amigos com o nome negativado no Serasa. De um lado do campo, o seu salário que mal sobra até o fim do mês.
Do outro, contas a pagar se acumulando. Como mudar essa situação? A Serasa acaba de lançar uma ferramenta que promete “turbinar” o score de crédito do consumidor.
O Serasa Score é uma ferramenta que mede a probabilidade de uma pessoa conseguir arcar com as suas contas no prazo de um ano. A pontuação, que funciona como uma espécie de nota de bom pagador, vai de zero a 1000 – quanto mais alto, mais chance do consumidor não ter problemas financeiros. Com essa nota mais elevada, as instituições financeiras podem baixar os juros para eventuais empréstimos.
E com a nova ferramenta, que fará uma análise das dívidas, a Serasa indicará uma oferta “turbo” disponível, que vai dar mais pontos ao score do cliente.
Desta maneira, a pessoa negativada poderá gerar o acordo e fazer o pagamento. Para completar, a Serasa também disponibilizará informações sobre quais foram os motivos para a pessoa ter ganhado ou perdido pontos no score.
O Serasa Score já existe desde 2017, mas foi a partir de 2019 que a empresa consolidou o processo, ainda mais com o início do Cadastro Positivo, que permitiu o compartilhamento de dados financeiros dos consumidores entre bancos e empresas em geral, como concessionárias.
Turrrrrrbo?
A Serasa contratou até mesmo o narrador Galvão Bueno para fazer a propaganda da nova ferramenta. É a estreia do narrador em propagandas.
O motivo? O ‘R’ falado pelo narrador, eternizado quando Galvão falava nomes de jogadore como Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo. Agora, ele fala “turrrrrrbo”.
Segundo a Serasa, isso remete à rapidez, velocidade e credibilidade. E, a partir do início da campanha, vai também lembrar o brasileiro que ele tem contas a pagar.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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