Acre
Senador se reúne com sindicalistas para discutir projeto que acaba com a obrigatoriedade da contribuição sindical
São Paulo — O senador Sérgio Petecão (PSD) se reuniu, nesta segunda-feira (7), com o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patá, para dialogar sobre o Projeto de Lei nº PLS 385/2016, que pretende acabar com a obrigatoriedade da contribuição sindical. A reunião aconteceu na sede do sindicato dos trabalhadores no comércio de São Paulo.
A proposta, de autoria do senador, modifica a Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT) e prevê que o imposto sindical seja devido somente aos trabalhadores filiados aos sindicatos, deixando livre da cobrança o trabalhador não sindicalizado.
Na reunião, Ricardo Patá ressaltou a importância da contribuição sindical e definiu como essencial para garantir a defesa e a assistência das classes trabalhadoras.
Sérgio Petecão disse que a proposta tem foco na desobrigação do pagamento compulsório. “O trabalhador deve ser o responsável pela decisão de contribuir ou não com o sindicato”, disse.
Petecão reiterou que o diálogo é fundamental e pretende ouvir os setores da sociedade. Ele destacou ainda a pesquisa realizada pelo portal e-cidadania, do Senado Federal, onde 58.115 mil internautas foram favoráveis ao fim da contribuição obrigatória e 717 foram contrários. (A estimativa da consulta pública é atualizada online. O resultado citado é referente ao horário do fechamento desta matéria: 17h11).
Para votar, basta que o cidadão acesso o link: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=127235&voto=favor
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.


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