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Sema realiza atendimentos do Cadastro Ambiental Rural e distribui mudas em mais uma edição do Juntos pelo Acre
Com o objetivo de oferecer serviços de promoção de bem-estar e cidadania para a população, ocorreu neste sábado, 8, mais uma edição do Juntos Pelo Acre. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) participou dessa edição com atendimentos do Cadastro Ambiental Rural (CAR), além da distribuição de mudas produzidas pelo Viveiro da Floresta.

Sema participou da mais uma edição do Juntos pelo Acre com atendimentos do CAR, além da distribuição de mudas produzidas pelo Viveiro da Floresta. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
Atuando diretamente nas comunidades que mais precisam de acesso à cidadania, esta edição do Juntos pelo Acre foi realizada na Vila Verde, localizada no km 58 da Transacreana.
A secretária do Meio Ambiente, Julie Messias, ressaltou a importância do projeto que visa aproximar o poder público das pessoas oferecendo serviços básicos, orientações e cidadania.
“Essa ação tem o objetivo de aproximar a população dos serviços públicos e a Sema sempre participa ativamente do Juntos pelo Acre com distribuição de mudas, educação e regularização ambiental. Nesta edição, estamos com as nossas equipes oferecendo atendimento e orientações sobre o CAR e distribuindo mudas do Viveiro da Floresta”.
Como suporte aos produtores rurais da região, foram ofertados pela equipe da Sema os serviços de apoio à inscrição e retificação do CAR e adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) e projetos de fomento e implementação de Siste

Equipe da Sema orientou os produtores rurais da região com relação ao CAR, PRA e SAFs. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
Morando com a família na região desde a infância, o produtor rural da transacreana, Afonso do Nascimento Sales Costa, buscou o atendimento da equipe do CAR e elogiou a iniciativa. “Viemos aqui hoje com a Sema e graças a Deus que fomos bem atendidos fomos orientados bem a respeito do que viemos atrás, sobre a questão do Ibama e do Imac, e agora vamos correr atrás. Essa vinda aqui foi muito boa e agilizou bastante coisa pra gente, em vez de a gente ter que ir lá”, afirmou.
Ainda como parte da atuação da Sema no Juntos pelo Acre, a secretaria realizou a distribuição de mudas produzidas pelo Viveiro da Floresta. Ao todo, mil mudas foram doadas aos moradores da Vila Verde. Entre as espécies de plantas nativas e frutíferas distribuídas estavam: café clonal, caju, cupuaçu, ingá de metro e ingá de macaco.

Vice-governadora, Mailza Assis, visitou o espaço da Sema no Juntos Pelo Acre. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
Aluno do Curso de Cafeicultura do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológia (Ieptec), o senhor Altemir Carlos de Freitas foi um dos beneficiados com as mudas do Viveiro da Floresta. Com sua muda de café em mãos, Altemir declarou que esse pode ser o começo de uma nova história na sua vida.
“Era um sonho da minha adolescência cultivar café e eu consegui esse curso através do Estado, no Ieptec, que me proporcionaram essa oportunidade. E graças ao Viveiro da Floresta, que me cedeu a primeira muda, não é o começo de um grande cafezal, porque eu já aprendi a fazer o clone dele, daí posso tirar outras mudas pra mim”.

Altemir Carlos de Freitas foi um dos beneficiados com as mudas do Viveiro da Floresta, ao todo foram distribuídas 1000 mudas. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
- Equipe da Sema orientou os produtores rurais da região com relação ao CAR, PRA e SAFs. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
- Altemir Carlos de Freitas foi um dos beneficiados com as mudas do Viveiro da Floresta, ao todo foram distribuídas 1000 mudas. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
- Vice-governadora, Mailza Assis, visitou o espaço da Sema no Juntos Pelo Acre. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
- Sema participou da mais uma edição do Juntos pelo Acre com atendimentos do CAR, além da distribuição de mudas produzidas pelo Viveiro da Floresta. (Foto: Alexandre Cruz-Noronha/Sema)
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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco
Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol
Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.
De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.
Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima
Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada
Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .
Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .
De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .
De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .
As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .
Alerta da polícia
Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .
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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil
2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.
Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.
Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.
Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.
O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.
Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001





















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