Cotidiano
Sem Arrascaeta, Uruguai empata sem gols com a Coreia do Sul
Estrelas das duas seleções, Suárez e Son não conseguiram superar adversários e não marcaram gols no primeiro jogo do grupo H

Em jogo equilibrado, Uruguai e Coreia do Sul não marcaram e fizeram mais um 0 a 0 na Copa do Mundo
REUTERS/KIM HONG-JI
Pela última estreia dos grupos da Copa do Mundo, Uruguai e Coreia do Sul se enfrentaram nesta quinta-feira (24), às 10h (de Brasília), no estádio Cidade da Educação. O jogo marcou o início das disputas do grupo H, e a partida terminou no empate de 0 a 0.
O nome de Arrascaeta foi um dos mais falados nas redes sociais. No entanto, o técnico uruguaio não colocou o jogador do Flamengo em campo na estreia da seleção. O meia poderia ter substituído Suárez e Cavani, que passaram em branco na partida.
Sem tomar gols, o Uruguai chegou a marca de mais de 440 minutos sem sofrer gols em fase de grupos em Mundiais. O último gol que a seleção dos uruguaios sofreu foi na competição de 2014, contra a Inglaterra.
No primeiro tempo da partida, as duas equipes atacaram, mas não conseguiram inaugurar o placar. O ataque que mais levou perigo aconteceu por parte do Uruguai. Godín cabeceou a bola na área, mas a bola bateu na trave.
Apesar de dominar a segunda etapa, os uruguaios não fizeram boas finalizações e continuaram a não marcar gols. Os sul-coreanos perderam a posse de bola e chegaram menos vezes ao gol de Rochet. Os técnicos decidiram fazer mudanças nas equipes, mas as alterações também não geraram resultados.
Próximos jogos
A Coreia do Sul volta ao estádio Cidade da Educação na próxima segunda-feira (28), às 10h (de Brasília), para o jogo contra a seleção de Gana. Os uruguaios encaram Portugal no mesmo dia, às 16h (de Brasília), no estádio Lusail.
FICHA TÉCNICA
Uruguai 0 x 0 Coreia do Sul
Local: estádio Cidade da Educação, Doha, Catar
Data e hora: quinta-feira (24), às 10h (de Brasília)
Árbitro: Clement Turpin (FRA)
Assistentes: Nicolas Danos (FRA) e Cyril Gringore (FRA)
VAR: Istvan Kovacs (ROM)
URUGUAI: Sergio Rochet, Martín Cáceres, Diego Godín, José Giménez, Mathías Olivera (Viña), Federico Valverde, Matías Vecino (Nicolás de la Cruz), Rodrigo Bentancur, Facundo Pellistri (Varela), Luis Suárez (Cavani), Darwin Núñez. Técnico: Diego Alonso.
COREIA DO SUL: Kim Seung-Gyu, Kim Moon-hwan, Kim Min-jae, Kim Young-Gwon, Kim Jin-Su, Hwang In-beom, Jung Woo-young, Na Sang-ho (Lee Kang-in), Lee Jae-sung (Son Jun-ho), Son Heung-min, Hwang Ui-jo (Cho Gue-sung). Técnico: Paulo Bento.
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“Se Mailza não tomar as rédeas antes do dia 4, não vai ter base para negociar”, alertam deputados da base governista
Insatisfação com articulação política e centralização de decisões em secretários acende sinal de alerta no Palácio; parlamentares cobram protagonismo da futura governadora

Deputados defendem que Mailza se antecipe para conversar com a base, individualmente, o mais rápido possível antes da janela de transferência do dia 4. Foto: captada
A menos de duas semanas da posse da vice-governadora Mailza Assis (PP) no comando do Executivo estadual, marcada para 2 de abril, o clima nos corredores da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) é de tensão e incerteza. Deputados da base do governo consultados extraoficialmente durante a sessão ordinária desta quarta-feira (18) revelaram um sentimento comum: Mailza precisa começar a dar sinais claros de que “ela manda” e que sua palavra terá poder efetivo, sob risco de não ter base política para negociar após a transição.
A avaliação é compartilhada por cerca de 17 parlamentares que integram a base aliada. Segundo relatos, a falta de destreza nas articulações políticas e a escolha do secretário de governo, Luiz Calixto, para ficar na linha de frente de demandas consideradas sensíveis têm gerado insatisfação crescente entre os deputados.
Outro ponto que tem pesado negativamente é o protagonismo do secretário da Casa Civil, Jonathan Donadoni, que, na visão de integrantes da base, teria escolhido um candidato “para chamar de seu”: o secretário de Relações Institucionais e suplente de deputado Fábio Rueda. A percepção é que essa centralização afasta os parlamentares da interlocução direta com a futura chefe do Executivo.
“Não queremos atravessadores”
Deputados defendem que Mailza se antecipe e converse individualmente com a base o mais rápido possível, antes do encerramento da janela partidária, em 4 de abril. O temor é que, sem uma postura mais firme e direta da vice-governadora, o governo perca capacidade de negociação e sofra debandadas ainda maiores — como as já protagonizadas por Eduardo Ribeiro (PSD) e, mais recentemente, por Tadeu Hassem (Republicanos) e sua irmã, a ex-prefeita Fernanda Hassem.
“Se Mailza não tomar as rédeas antes do dia 4, não vai ter base para negociar. Muita gente cogita isso só por falta de uma palavra mais firme da vice. Os deputados não estão querendo atravessador na relação para evitar ruídos”, disparou um parlamentar de alta influência na base governista.
Articulação frágil
A insatisfação ocorre em um momento em que Mailza ainda não assumiu formalmente o governo — o que acontecerá em 2 de abril, com a renúncia de Gladson Cameli, que deixará o cargo para disputar o Senado. Até lá, as conversas com a base têm sido conduzidas de forma protocolar, e a falta de definições claras sobre o futuro da gestão e das alianças eleitorais acirra os ânimos.
Aliados apontam que Mailza tem perfil reservado, mas ressaltam que o momento exige protagonismo. A expectativa é que, a partir de janeiro, a vice-governadora intensifique agendas públicas e articulações, mas, até agora, os sinais práticos de comando ainda são considerados tímidos.
Enquanto isso, o tabuleiro político segue em movimento, com lideranças avaliando seus destinos e a base governista à espera de um comando efetivo. A palavra final, como repetem os deputados, precisa vir de Mailza — e rápido.
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Semulher promove palestra sobre crescimento profissional e liderança feminina
O governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), realiza no dia 19, às 14h, no auditório da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), em Rio Branco, a palestra “Os degraus ocultos da carreira feminina: vieses inconscientes, barreiras invisíveis e mindset de crescimento”, ministrada pela advogada e empreendedora Nara Pinski.

A atividade integra a programação do movimento “Março Delas: Acre pelas mulheres” e tem como objetivo promover reflexões sobre os desafios que ainda impactam a trajetória profissional das mulheres, como preconceitos estruturais, barreiras invisíveis no ambiente de trabalho e a importância do desenvolvimento de uma mentalidade de crescimento.
Com mais de 20 anos de atuação em mentorias, consultorias e palestras voltadas ao empreendedorismo feminino, Nara Pinski compartilhará experiências e estratégias para fortalecer a presença feminina em espaços de liderança, incentivar o protagonismo das mulheres e ampliar oportunidades no mercado de trabalho.
A iniciativa busca criar um espaço de diálogo, aprendizado e troca de experiências, contribuindo para o fortalecimento da autonomia, da liderança e da participação das mulheres nos diferentes setores da sociedade.
As inscrições são limitadas e seguem abertas. As pessoas interessadas podem se inscrever por meio do link disponível no perfil oficial da Semulher no Instagram (@semulherac).
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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