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Sejusp Itinerante vai a Brasileia, debate segurança pública na fronteira e apresenta investimentos
Focado no conhecimento das principais dificuldades enfrentadas na área de segurança pública na região de fronteira, bem como a promoção do diálogo e apresentação de sugestões para que esses problemas sejam superados, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), promoveu, em Brasileia, a segunda edição do Programa Sejusp Itinerante, nesta quarta-feira, 30.

Segunda edição do Programa Sejusp Itinerante é realizado em Brasileia, nesta quarta-feira, 30 Foto: Marcos Vicentti/Secom
A iniciativa faz parte do Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social e reúne diversos órgãos públicos municipais, estaduais e federais. Nesta edição, as quatro cidades que compõem a regional do Alto Acre, Brasileia, Epitaciolândia, Assis Brasil e Xapuri, foram convidadas para a rodada de debates e formulação de câmaras temáticas para o encaminhamento e tomada de decisões das demandas apresentadas.
O Acre está entre os 11 estados localizado na faixa de fronteira do Brasil com a maioria dos países sul-americanos. Por conta dessa peculiaridade geográfica, essas regiões enfrentam inúmeros desafios, sobretudo na área de segurança pública.
No caso específico do território acreano, o estado faz fronteira com Bolívia e Peru, dois dos maiores produtores de cocaína do mundo. Além disso, o tráfico de armas, travessia de veículos roubados, crises migratórias e a presença de organizações criminosas são outros agravantes.

Gladson Cameli afirmou que a redução dos índices de criminalidade é um dos principais desafios de sua gestão Foto: Marcos Vicentti/Secom Foto: Marcos Vicentti/Secom Foto: Marcos Vicentti/Secom
O Acre está entre os 11 estados localizado na faixa de fronteira do Brasil com a maioria dos países sul-americanos. Por conta dessa peculiaridade geográfica, essas regiões enfrentam inúmeros desafios, sobretudo na área de segurança pública.
No caso específico do território acreano, o estado faz fronteira com Bolívia e Peru, dois dos maiores produtores de cocaína do mundo. Além disso, o tráfico de armas, travessia de veículos roubados, crises migratórias e a presença de organizações criminosas são outros agravantes.
Presente na solenidade, o governador Gladson Cameli lembrou que um dos principais desafios assumidos em sua administração é o enfrentamento à criminalidade, que desde 2019 vem apresentando quedas expressivas. Para o gestor, segurança pública é um tema que necessita do envolvimento do poder público e sociedade.
“Vivemos em uma região de fronteira e esse fator acaba contribuindo para a prática de crimes que outros estados desconhecem. Desde que assumi o governo, temos fortalecido as nossas forças de segurança para combatermos o crime. Esse debate é muito importante para ouvirmos, debatermos e, principalmente, encontrar as soluções para que a nossa população se sinta cada vez mais segura”, pontuou.

Cameli lembrou que um dos principais desafios assumidos em sua administração é o enfrentamento à criminalidade Foto: Marcos Vicentti/Secom
Presente na solenidade, o governador Gladson Cameli lembrou que um dos principais desafios assumidos em sua administração é o enfrentamento à criminalidade, que desde 2019 vem apresentando quedas expressivas. Para o gestor, segurança pública é um tema que necessita do envolvimento do poder público e sociedade.
“Vivemos em uma região de fronteira e esse fator acaba contribuindo para a prática de crimes que outros estados desconhecem. Desde que assumi o governo, temos fortalecido as nossas forças de segurança para combatermos o crime. Esse debate é muito importante para ouvirmos, debatermos e, principalmente, encontrar as soluções para que a nossa população se sinta cada vez mais segura”, pontuou.

Sérgio Lopes, prefeito de Epitaciolândia, pediu o fortalecimento do policiamento ostensivo na faixa de fronteira Foto: Marcos Vicentti/Secom
Em sua fala, o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, defendeu o fortalecimento do policiamento ostensivo em toda a região de fronteira. O gestor, que é delegado de polícia de carreira, atuou durante 11 anos no combate ao crime no Alto Acre.
“Essa é a primeira vez, nos últimos dez anos, que vejo uma ação de grande porte para discutirmos as problemáticas na fronteira. Precisamos, enquanto Segurança Pública do Estado, ter mais atenção com a essa região e combater com maior eficácia os crimes, que são praticados aqui”, disse.

Prefeita Fernanda Hassem parabenizou governo do Estado por levar Sejusp Itinerante ao município de Brasileia Foto: Marcos Vicentti/Secom
Já a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, parabenizou a iniciativa do governo pela realização do Sejusp Itinerante e comentou sobre o esforço do Estado na construção de um Acre cada vez mais seguro.
“Tratando-se de um município de fronteira, temos vários desafios a superar. É muito bom ver o empenho do governo, juntamente com as demais instituições, na busca por alternativas para melhorar a nossa segurança pública. Isso, com certeza, traz mais esperança para a nossa população”, enfatizou.
Governo confirma investimentos de alta tecnologia no enfrentamento ao crime
Na oportunidade, o secretário Paulo Cézar Rocha dos Santos, apresentou os investimentos previstos para a regional do Alto Acre. Destaque para a implantação de tecnologia avançada no enfrentamento aos ilícitos transfronteiriços.

Secretário Paulo Cézar Rocha dos Santos apresentou os investimentos do governo acreano no Alto Acre Foto: Marcos Vicentti/Secom
“O governo conta com recursos para a instalação do cerco eletrônico no combate ao roubo de veículos, investigações e na própria prevenção. A regional também contará com a implantação de videomonitoramento urbano, em parceria com as prefeituras”, explicou o titular da Sejusp.
O avanço do sistema de radiocomunicação digital, construção de Centros Integrados de Segurança Pública em Assis Brasil e Xapuri, bases móveis comunitárias e aquisição de mais veículos para reforçar a frota de viaturas policiais somam-se as melhorias do governo do Estado na região.

Criado em 2019, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) também será contemplado com a construção de uma base fixa na fronteira Foto: Marcos Vicentti/Secom
Criado em 2019, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) também será contemplado com a construção de uma base fixa na fronteira, assegurando mais agilidade no desempenho das atividades policiais. Em menos de dois anos, a unidade já apreendeu 1,6 tonelada de drogas, 45 armas de fogo e recuperou 42 automóveis roubados.
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Remédios devem ter reajuste no preço de até 3,81% a partir de 1.º de abril
A estimativa é do Sindusfarma e se baseia no cálculo definido todos os anos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos
O preço dos remédios deve ter reajuste médio de 1,95% a partir de 1º de abril. Segundo estimativa do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), o aumento anual deve variar entre 1,13% e 3,81%.
Assim, a alta média (1,95%) ficará abaixo da inflação medida pelo IPCA, de 3,81% no acumulado de 12 meses (março de 2025 a fevereiro de 2026).
A estimativa se baseia na fórmula de cálculo elaborada pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), ligada à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O governo federal ainda dará o aval ao índice de reajuste, que atinge 13 mil produtos. O aumento anual entra em vigor em 1.º de abril de 2026.
O reajuste não é automático nem imediato. Segundo o Sindusfarma, a concorrência entre as empresas do setor influencia os preços, já que medicamentos com o mesmo princípio ativo e da mesma classe terapêutica são oferecidos por diversos fabricantes e vendidos em milhares de pontos de venda em todo o país.
“O consumidor deve pesquisar os preços nas farmácias e drogarias antes de comprar o medicamento prescrito”, orienta Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma.
“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, esses aumentos podem demorar meses ou nem acontecer”, explica o executivo.
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Emboscada termina com dois jovens mortos no segundo distrito de Rio Branco
Polícia aponta possível ligação com guerra entre facções; vítimas tinham 17 e 19 anos
Uma emboscada registrada na madrugada desta sexta-feira (27) resultou na morte de dois jovens no bairro Belo Jardim 2, no segundo distrito de Rio Branco.
Segundo informações da polícia, o jovem Cleildson Quirino Lima, de 19 anos, conhecido como “Boladão”, recebeu uma ligação de um suposto amigo solicitando um encontro na rua 11 de Fevereiro, sob a justificativa de repassar uma quantia em dinheiro.
Ao sair de casa para encontrar o adolescente Eduardo Mateus Leal, de 17 anos, conhecido como “Capetinha”, Cleildson foi surpreendido por diversos disparos de arma de fogo e morreu ainda em frente à residência.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas apenas pôde constatar o óbito da vítima. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservação da cena do crime, enquanto o Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) realizou os primeiros levantamentos. O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.
Cerca de duas horas depois, por volta das 5h30, um segundo corpo foi encontrado nas proximidades, ao lado de um terreno. A Polícia Militar foi novamente acionada e identificou a vítima como sendo Eduardo Mateus Leal.
De acordo com as investigações preliminares, Eduardo estaria acompanhado de outros seis suspeitos e teria participado da emboscada contra Cleildson. A principal linha de apuração aponta que o adolescente pode ter sido morto pelos próprios comparsas durante a ação.
No local, peritos encontraram diversas cápsulas de pistola calibre 9 milímetros. A polícia também informou que os dois jovens teriam ligação com organizações criminosas, e o crime pode estar relacionado à disputa entre facções.
Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) estiveram na área coletando informações. O caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que seguirá com as investigações para identificar e prender os envolvidos.
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Moradores denunciam escuridão, abandono e falta de saneamento em rua do bairro José Hassem
Sem iluminação, tomada pelo mato e com acúmulo de lixo, via se torna intrafegável e preocupa moradores com segurança e saúde















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