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Segurança reduz número de delegacias de dez para oito regionais no Acre

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Nova configuração das regionais foi publicada, na segunda-feira (4), no Diário Oficial do Estado (DOE).

Segurança reduz número de delegacias de dez para oito regionais no Acre — Foto: Aline Nascimento/ G1

A Segurança Pública reduziu o número de delegacias do estado de dez para oito regionais. A nova configuração das regionais foi publicada, na segunda-feira (4), no Diário Oficial do Estado (DOE).

Conforme o decreto, de Nº 4.578, o objetivo da mudança é “integrar” a coordenação, planejamento e execução das atividades tanto da Polícia Militar, como da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros.

“Ficam instituídas, nos termos deste Decreto, as Regionais Integradas de Segurança Pública (RISP), em número de oito, com o objetivo de compatibilizar e integrar a responsabilidade de atuação administrativa e operacional a um mesmo território da Polícia Civil, da Polícia Militar, e do Corpo de Bombeiros Militar no nível tático operacional”, diz o decreto.

Ainda segundo a publicação, as unidades policiais vão ter competência para atuar nos crimes ambientais, em todo território estadual.

Confira as áreas que compreendem cada regional:

1° Regional:

Bairros do Centro, Papouco, Bosque, Cadeia Velha, Vila Ivonete/ Procom/ Conjunto Solar, Morada do Sol, Aviário, José Augusto, Conjunto Jardim Tropical, Dom Giocondo, Base, Capoeira, Casa Nova, Cerâmica, Ipase, Baixa da Habitasa, Adalberto Aragão, Conjunto Guiomard Santos, Baixa da Cadeia Velha, Habitasa, Conjunto Eletra, Baixa da Colina e V. W. Maciel; Conjunto Tucumã, Isaura Parente, Jardim América, Conjunto Manoel Julião, Conjunto Universitário, Vila Maria, Nova Esperança, Conquista, Distrito Industrial, Conjunto Bela Vista, Nova Estação, Mocinha Magalhães, Conjunto Esperança, Abraão Alab, Ivete Vargas, Jardim Primavera, Joafra, Conjunto Castelo Branco, Paz, Conjunto Rui Lino, Vila Custódio Freire, Irineu Serra, Portal da Amazônia, Jardim Europa, Conjunto Mascarenhas de Moraes, Geraldo Fleming, Iolanda, Conjunto Tangará, Mauro Bittar/L.B.A./Vila Betel, Conjunto Laélia Alcântara, Jardim de Alah, Novo Horizonte, Chácara Ipê, Santa Quitéria, Waldemar Maciel, Doca Furtado, Jardim América/Boa Esperança, Loteamento Parente, Conjunto Mariana, Jardim Nazle, Parque das Palmeiras, Ilson Ribeiro, Pedro Roseno, Flor de Maio, Habitar Brasil, Conjunto Paulo C. de Oliveira, Loteamento dos Engenheiros, Residencial Petrópolis, Village Tiradentes, e o Município de Bujari, Aeroporto Velho, Sobral, Volta Seca, Floresta, Floresta Sul, João Eduardo I e II, Preventório, Pista, Bahia Velha, Boa Vista, Glória, Bahia Nova, João Paulo II, Palheiral, Ayrton Sena, Plácido de Castro, Boa União, área rural da Transacreana.

2° Regional:

Todo o 2º Distrito da cidade de Rio Branco, até o limite com o município de Senador Guiomard, no interior do Acre, pela Rodovia AC-40 e pela BR-364, sentido Porto Velho (RO).

3° Regional

Bairros Placas, Montanhês, Tancredo Neves, Alto Alegre, Vitória, Jorge Lavocat, Wanderley Dantas, Conjunto Xavier Maia, Eldorado, Jaguar, Raimundo Melo, Conjunto Adalberto Sena, São Francisco, Jardim São Francisco, Chico Mendes, Vila Nova, Apolônio Sales, Conjunto Ouricuri, Loteamento Novo Horizonte, Defesa Civil, Conjunto Oscar Passos, Conjunto São Francisco, Parque dos Sabiás, e o Município de Porto Acre

4ª Regional (Regional do Juruá)

Municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo.

5ª Regional (Regional do Tarauacá-Envira)

Municípios de Tarauacá, Feijó e Jordão.

6ª Regional (Regional do Purus)

Municípios de Sena Madureira, Manoel Urbano e Santa Rosa do Purus.

7ª Regional (Regional do Baixo Acre)

Municípios de Plácido de Castro, Capixaba, Senador Guiomard, Acrelândia e Vila Campinas.

8ª Regional (Regional do Alto Acre)

Municípios de Brasiléia, Epitaciolândia, Xapuri e Assis Brasil.

PM diz que foco é proximidade com a população

O coronel Luciano Fonseca, diretor Operacional da PM-AC, disse que a Polícia Militar já se preparou para essa mudança, que já estava sendo tratada e estudada. Ele falou ainda que já tinha sido feito um diagnóstico para que houvesse uma regionalização mais adequada para que as polícias e todo o sistema integrado de segurança trabalhassem de forma integrada.

“Essa é a necessidade e, no caso da Polícia Militar, Rio Branco era dividida em cinco batalhões, agora vamos atuar em três, que não altera o efetivo, pelo contrário, o efetivo vai ser otimizado, porque deixando de ser sede de batalhão, aqueles locais funcionarão como bases comunitárias, onde a ideia central da PM é uma nova filosofia de policiamento, voltada para o resultado”, falou.

O coronel falou ainda que agora as autoridades policiais vão ficar mais próximas da comunidade.

“Sabemos que conversando com a população os oficiais terão mais informação e vão poder traçar estratégias melhores. O efetivo é o mesmo, só voltado para o policiamento mais próximo. Queremos os policiais atuando como pacificadores, não só policiais pela guarda do quartel. Vamos buscar parcerias, para que possamos buscar projetos mais próximos da comunidade”, acrescentou.

A reportagem entrou em contato com a assessoria da Polícia Civil e foi informado que a corporação vai se posicionar sobre o assunto ainda nesta terça-feira (5).

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Rompimento de fibra óptica afeta internet em Brasiléia e Epitaciolândia

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DS Telecom prevê normalização total dos serviços até as 16h desta quinta-feira

Um rompimento de fibra óptica identificado na manhã desta quinta-feira (26) está afetando parcialmente os serviços de internet nas cidades de Brasiléia e Epitaciolândia.

Em nota, a DS Telecom informou que o problema foi detectado nas primeiras horas do dia e que equipes técnicas foram deslocadas imediatamente para realizar os reparos no menor tempo possível.

Segundo a empresa, a previsão é que a conexão seja totalmente restabelecida até as 16h desta quinta-feira.

A operadora destacou que trabalha para garantir o retorno dos serviços com segurança e estabilidade e pediu compreensão aos clientes pelos transtornos causados. Os canais oficiais de atendimento permanecem disponíveis para esclarecimentos.

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Prefeitura de Assis Brasil apoia novo pacto de enfrentamento à violência contra a mulher

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Nesta quarta-feira, dia 25, foi realizado no Ministério Público um importante encontro que marcou a apresentação e o fortalecimento do novo Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, iniciativa do Governo Federal em parceria com a Polícia Militar do Estado, com o apoio da Prefeitura de Assis Brasil.

A ação integra um conjunto de medidas estratégicas voltadas à redução dos índices de violência contra a mulher, promovendo a articulação entre os órgãos de segurança pública, justiça e assistência social. O objetivo é fortalecer a rede de proteção, ampliar o atendimento às vítimas e desenvolver políticas públicas mais eficazes no combate a esse tipo de crime.

Durante o encontro, foram discutidas estratégias como:
•Intensificação das ações preventivas e educativas;
•Ampliação dos canais de denúncia;
•Fortalecimento do trabalho integrado entre Polícia Militar, Ministério Público, Assistência Social e demais órgãos competentes;
•Monitoramento de casos e acompanhamento das vítimas;
•Desenvolvimento de campanhas de conscientização junto à comunidade.

A secretária municipal da Mulher, Francicleia Correia, destacou a importância da união entre os entes federativos e as instituições locais no enfrentamento à violência.

“Esse pacto representa um avanço significativo na proteção das mulheres. Quando unimos forças entre Governo Federal, Estado e Município, conseguimos ampliar a rede de apoio, fortalecer a prevenção e garantir que as vítimas tenham acolhimento e segurança”, afirmou a secretária.

A Prefeitura de Assis Brasil reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e o combate a qualquer forma de violência, colocando-se como parceira ativa nas ações que promovem segurança, dignidade e respeito.

A gestão municipal entende que a união entre Governo Federal, forças de segurança, Ministério Público e poder público municipal é fundamental para diminuir os índices de violência e construir uma sociedade mais justa e segura para todas.

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Deracre informa situação da obra da Orla do Rio Acre em Brasileia e aguarda regularização de convênio federal para prosseguir

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O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), informou nesta quarta-feira, 25, que a obra da Orla do Rio Acre, em Brasileia, está com 51,04% dos serviços executados e permanece paralisada desde abril de 2024, após a interrupção do fluxo financeiro do convênio federal. O investimento é de R$ 16,7 milhões, oriundos de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar.

O órgão mantém acompanhamento técnico e administrativo do contrato e já adotou as providências necessárias para viabilizar a continuidade da obra. O Deracre acionou a Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac) para solicitar ao Ministério das Cidades a regularização financeira indispensável à retomada dos serviços.

Intervenção visa conter a erosão e criar uma área de lazer. Foto: Ascom/Deracre

Foi elaborado relatório técnico com levantamento atualizado das condições da área e registro das intervenções executadas até a paralisação. O documento foi encaminhado à instituição financeira responsável pelo contrato para análise e encaminhamentos.

“Estamos acompanhando tecnicamente a situação. A falta de continuidade dos serviços ao longo do período pode ter influenciado no ocorrido. O relatório técnico é que vai orientar os encaminhamentos e a retomada da obra”, afirmou a presidente do Deracre, Sula Ximenes.

Deracre aponta que paralisação pode ter contribuído para situação na Orla do Rio Acre. Foto: Ascom/Deracre

A proteção da margem foi executada conforme o projeto aprovado, utilizando o sistema bolsacreto, técnica que consiste na aplicação de mantas preenchidas com concreto para reforço do barranco do rio, dentro das normas de engenharia aplicáveis a esse tipo de intervenção. O Deracre destaca que, nas margens dos rios da região, são comuns os chamados “terras caídas”, fenômeno natural que provoca erosão nos barrancos em razão da dinâmica das águas. A avaliação técnica considera esse contexto e o fato de que a obra ainda não foi concluída.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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