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Acre

SEE lança edição 2013 da Lei de Incentivo ao Esporte

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Cely Gomes (Assessoria SEE)

253 projetos foram aprovados no ano passado pela Lei de Incentivo ao Esporte (Foto: Assessoria SEE)

253 projetos foram aprovados no ano passado pela Lei de Incentivo ao Esporte (Foto: Assessoria SEE)

riada para incentivar as dimensões sociais do esporte, a Lei de Incentivo ao Esporte teve seu edital 2013 lançado na manhã desta quinta-feira, 7, no auditório da Secretaria Adjunta de Esporte, com a presença do secretário estadual de Educação e Esporte, Daniel Zen, do secretário adjunto de Esporte, Mauro de Deus, de gestores e desportistas em geral.

O programa Lei de Incentivo ao Esporte foi criado pela lei nº 1.288/99 e pelo decreto nº 4.153.09, para garantir o direito social dos indivíduos à prática esportiva e de lazer, contribuindo para aumentar a qualidade de vida e atender projetos que combinam esporte, educação, participação e lazer, como referência para a formação de indivíduos aptos a conviver melhor em sociedade.

Representantes do projeto “Treinando Futuros Campeões”, na modalidade Boxe Chinês. Grupo foi um dos beneficiados em 2012 (Foto: Assessoria SEE)

Representantes do projeto “Treinando Futuros Campeões”, na modalidade Boxe Chinês. Grupo foi um dos beneficiados em 2012 (Foto: Assessoria SEE)

Este ano, o governo do Estado disponibilizará  R$ 1,3 milhão para serem investidos nos projetos. As inscrições poderão ser feitas pelo portal do esporte www.esporte.ac.gov.br e no site www.see.ac.gov.br, de 7 de fevereiro a 10 de março.

Algumas mudanças também foram estabelecidas para a edição 2013 do projeto, como enfatizou o secretário adjunto Mauro de Deus. “Entre elas, está a oferta de capacitação aos proponentes e a ampliação nas entrevistas nos municípios de Rio Branco, Sena Madureira, Epitaciolândia, Brasileia, Tarauacá, Feijó e Cruzeiro do Sul, que atingirá o maior número de projetos”, explicou.

Para o secretário Daniel Zen, o desenvolvimento de ações esportivas “deve visar o desenvolvimento pleno do cidadão e priorizar o bem estar social aliado à saúde e ao lazer. Nossa expectativa é proporcionar a participação dos interessados através de políticas públicas que assegurem este direito, devidamente coordenado e beneficiado pela Lei de Incentivo como um instrumento de educação”.

Instrumento este que ajudou na participação de Adgeferson Diniz em 2012, com o projeto “Treinando Futuros Campeões”, na modalidade Boxe Chinês. De acordo com ele, “o projeto ajuda a descobrir novos talentos no âmbito esportivo, talentos estes que podem vir a competir em Olimpíadas um dia”.

Números de 2012

  • Projetos inscritos – 556
  • Projetos aprovados – 253
  • Projetos aprovados em Rio Branco – 95
  • Projetos aprovados no interior – 158

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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