Cotidiano
Secretaria de Segurança reforça combate à violência contra a mulher com Operação Shamar
Foram mobilizados 30 policiais militares para reforçar as ações nos municípios participantes, atuando em cidades como Senador Guiomard, Capixaba, Manoel Urbano, Feijó, Mâncio Lima, Xapuri, Tarauacá, Rodrigues Alves e Plácido de Castro.

Operação Shamar é realizada pela Secretaria de Segurança em Cruzeiro do Sul e outras cidades do Acre no combate à violência contra a mulher. Foto: Dhárcules/Sejusp
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) realiza, desde o dia 12 de agosto, uma série de ações integradas da Operação Shamar em Cruzeiro do Sul, com atividades que seguem até o próximo dia 16. A operação ocorre de forma simultânea em diversos municípios do estado, com foco no enfrentamento à violência contra as mulheres.
A ação faz parte de um esforço nacional coordenado que, no Acre, mobiliza 33 profissionais da Segurança Pública atuando de maneira articulada entre as forças estaduais, no período de 4 a 30 de agosto de 2025. Em Cruzeiro do Sul, os trabalhos contam com o apoio da Delegacia Especializada de Atendimento à Proteção de Crianças e Adolescentes (DEMPCA), onde parte das atividades foram realizadas.

A segunda-tenente Luana Torres destacou a importância da iniciativa da Operação. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
A segunda-tenente Luana Torres destacou a importância da iniciativa da Operação dizendo que é uma ação nacional integrada de combate à violência doméstica e ao feminicídio. “Nosso papel, enquanto secretaria, é coordenar o processo de alinhamento da operação, promovendo a integração entre as instituições, planejando as estratégias no âmbito estadual e garantindo a inserção dos dados operacionais na Plataforma Córtex, ferramenta que consolida as informações em todo o país. O objetivo principal é concentrar esforços em ações preventivas, educativas, ostensivas e repressivas, mostrando que a violência contra a mulher não será tolerada. Esse trabalho conjunto fortalece a proteção às vítimas, a responsabilização dos agressores e reafirma o compromisso do Estado do Acre com a defesa da vida e dos direitos das mulheres”, destacou.
O envolvimento integrado das instituições estaduais e o apoio das comunidades locais são essenciais para o sucesso da operação e para a proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade em todo o Acre.

Agente de polícia Jeferson Veríssimo atua na DEMPCA de Cruzeiro do Sul. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O agente de polícia Jeferson Veríssimo, que atua na DEMPCA de Cruzeiro do Sul, enfatizou o impacto positivo que a operação traz para o município, destacando que também traz bastante retorno pra sociedade. “A gente aguarda todos os anos com muita expectativa, porque é quando a população passa a conhecer mais o que fazemos aqui e percebe a seriedade com que lidamos com os casos de violência. Só de medidas protetivas, atendemos em média 20 mulheres por mês. E com as campanhas, como essa da Shamar, as mulheres ganham coragem de denunciar”, disse.
Reforço em todo o estado
Foram mobilizados 30 policiais militares para reforçar as ações nos municípios participantes, atuando em cidades como Senador Guiomard, Capixaba, Manoel Urbano, Feijó, Mâncio Lima, Xapuri, Tarauacá, Rodrigues Alves e Plácido de Castro.
Além das atividades de fiscalização e aplicação de medidas protetivas, a operação também envolve ações de inteligência, patrulhamento preventivo, palestras e rodas de conversa com foco em prevenção e conscientização da população.
A expectativa é de que, até o fim do mês, centenas de mulheres sejam alcançadas com atendimento especializado, ações educativas e encaminhamentos legais que reforcem seus direitos e garantam mais segurança em seus lares e comunidades.

A ação faz parte de um esforço nacional coordenado que, no Acre, mobiliza 33 profissionais da Segurança Pública. Foto: Dharcules Pinheiro/Sejusp
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Cotidiano
Mulher é presa na OCA ao tentar usar certidão de casamento falsa para visitar detento em Rio Branco
Documento apresentava sinais de adulteração; suspeita de 34 anos pode responder por uso de documento falso, associação criminosa e falsidade ideológica

Segundo a Polícia Civil, a prisão demonstra a persistência das forças de segurança em dar resposta a crimes graves
A Polícia Civil do Acre (PCAC) , por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI) , prendeu em flagrante na manhã desta segunda-feira (6) uma mulher de 34 anos, identificada pelas iniciais R.N.C.S. , nas dependências da Organização em Centros de Atendimento (OCA) , em Rio Branco.
A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com sinais de falsificação. O objetivo seria obter um documento de autorização para visitar um detentoem uma unidade prisional da capital.
Durante a análise, os investigadores identificaram indícios visíveis de adulteração no documento. Após verificação junto ao cartório de origem, foi constatado que a certidão era falsa, ocasião em que foi dada voz de prisão à mulher ainda no local.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita deverá responder, em tese, pelos crimes de:
-
Uso de documento falso (art. 304 do Código Penal)
-
Associação criminosa (art. 288)
-
Falsidade ideológica (art. 299)
A Polícia Civil dará prosseguimento às investigações para apurar a possível existência de um grupo criminoso envolvido na falsificação de documentos no estado. A suspeita foi conduzida à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

Entre as denúncias estão toques inapropriados e propostas de caráter sexual. A criança teria enfrentado a situação em silêncio por meses. Foto: captada
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Mulher é presa na OCA ao tentar usar certidão de casamento falsa para visitar detento em Rio Branco
Documento apresentava sinais de adulteração; suspeita de 34 anos pode responder por uso de documento falso, associação criminosa e falsidade ideológica
A Polícia Civil do Acre (PCAC) , por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI) , prendeu em flagrante na manhã desta segunda-feira (6) uma mulher de 34 anos, identificada pelas iniciais R.N.C.S. , nas dependências da Organização em Centros de Atendimento (OCA) , em Rio Branco.
A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com sinais de falsificação. O objetivo seria obter um documento de autorização para visitar um detentoem uma unidade prisional da capital.
Durante a análise, os investigadores identificaram indícios visíveis de adulteração no documento. Após verificação junto ao cartório de origem, foi constatado que a certidão era falsa, ocasião em que foi dada voz de prisão à mulher ainda no local.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita deverá responder, em tese, pelos crimes de:
-
Uso de documento falso (art. 304 do Código Penal)
-
Associação criminosa (art. 288)
-
Falsidade ideológica (art. 299)
A Polícia Civil dará prosseguimento às investigações para apurar a possível existência de um grupo criminoso envolvido na falsificação de documentos no estado. A suspeita foi conduzida à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com sinais de falsificação. Foto: captada
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MP investiga alimentação escolar em Sena Madureira por suspeita de falta de proteína animal e armazenamento inadequado
Cardápio não contemplaria carne e frango, itens essenciais para estudantes; Prefeitura e Secretaria de Educação têm 10 dias para apresentar esclarecimentos

O Ministério Público notificou a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação, estabelecendo prazo de 10 dias para que apresentem esclarecimentos detalhados. Foto: captada
Outro ponto que chamou atenção foi o resultado de uma fiscalização realizada por vereadores do município.
A alimentação oferecida nas escolas da rede municipal de Sena Madureira passou a ser investigada pelo Ministério Público após a identificação de possíveis falhas que levantam preocupação sobre a qualidade nutricional destinada aos estudantes.
De acordo com um despacho publicado nesta semana, há indícios de que o cardápio servido aos alunos não contemplaria proteínas de origem animal, como carne e frango – componentes fundamentais para o crescimento e desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. A ausência desses itens acendeu um alerta sobre possíveis impactos na saúde dos estudantes.
Outro ponto que chamou atenção foi o resultado de uma fiscalização realizada por vereadores do município. Durante a vistoria, foram constatados problemas no armazenamento de alimentos, especialmente carnes, que estariam sendo mantidas em condições inadequadas. Também foram levantadas suspeitas de divergência entre os produtos entregues e aqueles previstos em contrato licitatório.
Diante do cenário, o Ministério Público notificou a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação, estabelecendo prazo de 10 dias para que apresentem esclarecimentos detalhados. Entre as informações solicitadas estão o cardápio completo, justificativas para a ausência de proteínas e as providências adotadas para assegurar uma alimentação adequada nas escolas.
A nutricionista responsável pelo planejamento alimentar também foi acionada e deverá apresentar embasamento técnico sobre como as necessidades nutricionais dos alunos estão sendo atendidas, além de comprovar a conformidade com as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
O órgão reforçou que, caso as respostas não atendam às exigências, medidas judiciais poderão ser adotadas, incluindo a responsabilização de gestores envolvidos.

O Ministério Público do Acre (MP-AC) e a Vigilância Sanitária flagraram, já tinha realizado vistorias e constatado irregularidades no armazenamento da merenda escolar em 2020.

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