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Sebastião Viana apresenta Orçamento 2018 com acréscimo de R$ 1 bilhão; segurança ganha reforço de R$ 57 milhões

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Na produção o governo vai tirar o pé do acelerador, a Seaprof que conta com R$ 44 milhões, em 2017 contará R$ 29,5 milhões em 2018

Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício 2018 com o acrescimento significativo de recursos na ordem de R$ 1 bilhão para as despesas do Poder Executivo (Foto: Ac24horas)

Com Ray Melo - Ac24horas

Diferente do que aconteceu ano passado, quando houve um corte de R$ 398 milhões no orçamento 2017 em relação a 2016, o governador Sebastião Viana, do PT, encaminhou para análise e a provação dos deputados estaduais, na manhã de terça-feira (12), a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício 2018 com o acrescimento significativo de recursos na ordem de R$ 1 bilhão para as despesas do Poder Executivo, beneficiando Saúde, Educação, Segurança e diversos órgãos públicos que fazem parte da máquina pública estadual, que sofrem cortes no ano passado justificados pela crise financeira.

Em comparação com o orçamento 2017, que foi de mais de R$ 5,6 bilhões, o acréscimo seria em torno de R$ 1 bilhão. A previsão orçamentária para 2018 é de pouco mais de R$ 6,6 bilhões. Na divisão do bolo a Assembleia Legislativa do Acre terá direito a mais de R$ 7 milhões; Tribunal de Contas R$ 2,8 milhão; Tribunal de Justiça R$ 8,4 milhões; Ministério Público Estadual R$ 19,6 milhões; Defensoria Pública R$ 1,2 milhão; Casa Civil permaneceu o mesmo valor de 2017; Gabinete Militar manteve o orçamento anterior; CGE teve uma redução de R$ 99 mil; PGE aumentou R$ 5 milhões e o gabinete da vice-governadora mantém o valor disponibilizado esse ano.

A Secretaria de Educação, que no atual exercício contou com recursos estimados em R$ 811 milhões, ganhou um reajuste de R$ 127 milhões. A previsão orçamentária para os trabalhos na área de educação da administração estadual em 2018 será de R$ 939,1 milhões para manutenção da pasta e de todas as escolas da rede estadual de ensino nos 22 municípios do Estado. A área de saúde também contará com mais recursos. Juntas, a Secretaria de Saúde e a Fundação Hospitalar do Acre (FUNDHACRE) receberão mais de R$ 19,9 milhões. Em 2017, a Sesacre disponibiliza de R$ 378,3 milhões, já em 2018 será de 383,1 milhões. A Fundhacre trabalha este ano com R$ 39,3 milhões, mas a previsão para 2018 será de de R$ 53,4 milhões.

A fatia segurança no bolo orçamentário cresceu substancialmente. Quando juntamos Secretaria de Segurança, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, IAPEN e ISE, o reajuste no orçamento dos órgão da área de segurança ultrapassa o montante de R$ 57,5 milhões. Em 2017, a Secretaria de Segurança conta com R$ 14,4 milhões, já em 2018, a SESP contará com R$ 62,8 milhões. A PM conta R$ 7,7 milhões, em 2018 contará com pouco mais de R$ 7,9 milhões. O Corpo de Bombeiros conta com R$ 3,7 milhões, em 2018 contará com R$ 5 milhões. A Polícia Civil conta com R$ 10,6 milhões, em 2018 contará com R$ 11,3 milhões.

O Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN), que enfrentou crises nos presídios, com um orçamento de R$ 31,1 milhões – poderá respirar em 2018 – quando contará com R$ 38,6 milhões. A mesma situação acontece com o Instituto Sócio Educativo (ISE), que conta com R$ 3,7 milhões atualmente, mas em 2018 a previsão é de R$ 3,9 milhões.

A área de infraestrutura também ganha reforço em 2018. Deracre, Depasa e SEOP podem voltar a linha de frente da administração Sebastião Viana. Deracre conta com R$ 19 milhões, em 2018 contará com R$ 63,4 milhões. Depasa conta com R$ 116,2 milhões, em 2018 vai para R$ 143,9 milhões. SEOP tem R$ 16,2 milhões, em 2018 vai para R$ 39 milhões.

Na produção o governo vai tirar o pé do acelerador, a Seaprof que conta com R$ 44 milhões, em 2017 contará R$ 29,5 milhões em 2018, um corte de 15,2 milhões. A Emater sai de R$ 33,7 milhões em 2017 para R$ 27,1 milhões, uma queda de R$ 6,6 milhões. A Cageacre também ganhará um reajuste de orçamento, sai de R$ 12 milhões em 2017 para R$ 12,2 milhões para o exercício 2018.

Para 2018, Sebastião cortou o orçamento da pasta comandada por Sibá Machado (PT), que perde R$ 16,2 milhões. O orçamento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (SEDENS) sai de R$ 18,1 milhões para R$ 1,9 milhão para manter os projetos de economia sustentável da administração petista.

A pasta comandada por Francisco Nepomuceno, o Carioca, continua em queda livre. A Secretaria de Articulação Institucional (SAI), que foi apontada como cabide de emprego de aliados políticos vai perder mais R$ 1,6 mil do orçamento. Em 2017, a pasta comandada por Carioca conta com atualmente conta R$ 370 mil – já em 2018 cai para R$ 369,8 mil.

Pasta comandada por Carioca conta com atualmente conta R$ 370 mil – já em 2018 cai para R$ 369,8 mil (Foto: Notícias do Acre)

A verba de mídia que sofreu uma redução este ano, volta a subir no próximo ano. No atual exercício, a mídia institucional comandada pela CIA de Selva conta com R$ 13 milhões, em 2018 contará R$ 13,5 milhões para divulgação dos atos oficiais da administração pilotada por Sebastião Viana, totalizando um reajuste de r4 500 mil.

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Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco

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Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

O nível do Rio Acre apresentou elevação significativa ao longo deste domingo (11) e chegou a 10,89 metros em Rio Branco, conforme medição realizada às 15h e divulgada pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com o boletim, às 5h34 o manancial marcava 10,44 metros. Ao longo do dia, o nível subiu gradualmente, alcançando 10,60 metros às 9h, 10,75 metros ao meio-dia e 10,89 metros no período da tarde, totalizando um aumento de 45 centímetros em pouco mais de nove horas.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 35,60 milímetros de chuva na capital, volume que contribuiu diretamente para a elevação do rio. Apesar da subida, o Rio Acre permanece abaixo da cota de alerta, fixada em 13,50 metros. A cota de transbordo é de 14 metros.

O boletim é assinado pelo coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão.

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Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira

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Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364

Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.

Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.

Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.

O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.

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Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB

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Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada 

O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.

Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.

Contexto da articulação:
  • Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);

  • O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;

  • A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.

Outros nomes femininos em evidência:

Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:

  • Socorro Neri

  • Antônia Lúcia

  • Fernanda Hassem

  • Márcia Bittar

  • Vanda Milani

  • Perpétua Almeida

  • Shirley Torres

  • Charlene Lima
Análise política:

A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.

As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.

A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.

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