Acre
Seaprof confirma que não tem como pagar conta de energia para produtores em Epitaciolândia
Alexandre Lima
Os pequenos produtores do Polo Quintal Florestal da Associação Francisco Cândido, localizado na BR 317 km 2, na Estrada Velha no município de Epitaciolândia, estão prestes de perder todo o sustento devido a falta de apoio por parte do Governo do Acre.
A cerca de três anos, os mesmos vem enfrentando dificuldades em obter apoio por parte da Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (SEAPROF), que tem como meta ajudar o homem do campo no Acre, parece que é apenas para poucos.
Desde a última semana, cerca de 50 famílias estão novamente, ameaçando bloquear a BR 317 com intuito de chamar atenção de autoridades e até mesmo, sensibilizar o governador do Acre, Sebastião Viana, que vem anunciando investimentos no setor.
Os moradores alegam que não temo como manter a estão de água instalada pelo Governo e que já teve o fornecimento de energia cortada outras vezes. Desta vez, a dívida chegou próximo a 20 mil reais e foi paga, mas, anunciaram que esta seria a última vez.
Um dos diretores da Seaprof na Capital, Senhor Roswell, esteve na comunidade para saber o que estaria acontecendo, fato esse que revoltou os moradores. Mais uma vez, o assunto seria avaliado para tentar chegar numa solução. Outras pendencias como fornecimentos de cestas básicas, equipamentos e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que não teria sido instalado.
Veja vídeo reportagem dentro de instantes.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.






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