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Acre

Saneacre realiza treinamento de operações em esgotamento sanitário em Porto Walter

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A manutenção de redes coletoras de esgoto e a gestão correta dos meios utilizados para sanear os dejetos produzidos pelas habitações urbanas são essenciais para a infraestrutura dos municípios e, principalmente, para a saúde da população. Com esse objetivo, o Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre) promoveu, durante quatro dias, um treinamento de operações em esgotamento sanitário para os servidores da autarquia em Porto Walter.

Servidores do Saneacre em Porto Walter são instruídos a operar um caminhão hidrojato. Foto: cedida

A capacitação, realizada na semana passada, instruiu os agentes de saneamento da autarquia sobre diversas técnicas para operar caminhões hidrojatos, realizar inspeções e desobstruções de poços de visita, fossas e demais infraestruturas do sistema de esgotamento sanitário.

Ministrante do curso, o gerente de esgotamento sanitário do Saneacre, Joscicley Torres, destacou que o município agora dispõe de uma equipe capacitada para atuar com o caminhão hidrojato, popularmente conhecido como “tatuzão”. E completou: “Hoje podemos contar com a equipe para a realização dos trabalhos de esgotamento. Durante esses quatro dias, eles aprenderam como fazer a inspeção e limpeza de fossas sépticas, desobstrução de poços de visita, jateamento, manuseio e operação dos painéis de comando do caminhão tatuzão”.

Os servidores da área operacional foram capacitados a desobstruir redes coletoras de esgoto e outras estruturas de esgotamento sanitário. Foto: cedida

O gerente da agência do Saneacre no município, Clenildo Barbosa, explicou que a iniciativa melhora significativamente o atendimento da autarquia. “Foi um treinamento muito produtivo, aprendemos tanto a parte do hidrojato, quanto da absorção e evacuação do esgoto. Para nós, é importante ter e saber manusear o ‘tatuzão’, pois ele serve tanto para fazer a sucção de esgoto, como para lançar água limpa. Neste verão, podemos também colaborar para combater pequenos focos de incêndio. Agradecemos à presidência, à diretoria e ao ministrante, por promoverem esse treinamento para a equipe”, disse.

A capacitação proporciona maior qualidade técnica aos servidores da autarquia. Foto: cedida

“Manter os servidores atualizados e prover ajuda na capacitação é um dos valores da autarquia, por isso, seguindo também as orientações passadas pelo governador Gladson Cameli aos gestores dos órgãos estaduais, buscamos a cada dia avançar na qualidade técnica dos colaboradores e consequentemente no atendimento ao público”, obsersvou o presidente do Saneacre, José Bestene.

Após a capacitação, a equipe já atua em operações no município. Foto: cedida

A manutenção dos sistemas de esgotamento sanitário ajuda a reduzir doenças de veiculação hídrica, aumentando a expectativa e a qualidade de vida da população, além de contribuir para a preservação do meio ambiente.

Fonte: Governo AC

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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