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Renda Brasil terá valor mais alto que Bolsa Família, diz Ministro da Economia Paulo Guedes
O Renda Brasil também vai oferecer ferramentas para que brasileiros em situações emergenciais temporárias, possam sair da assistência social do governo.

Ministro da Economia, Paulo Guedes, durante coletiva de imprensa em Brasília – Foto: Anderson Riedel
Anna Russi, do CNN Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que as duas prioridades do governo nos próximos meses são “emprego e renda”.
Por isso, de acordo com ele, o programa Renda Brasil, a ser lançado pelo governo, reunirá além do beneficiários do Bolsa Família, trabalhadores informais.
Guedes, na última sexta-feira (3), em debate virtual promovido pela Associação Brasileira de Indústria de Base (Abdib), relatou sobre o programa.
Guedes observou ainda que o programa Renda Brasil deverá conceder um benefício mais alto que o valor pago atualmente pelo Bolsa família, que nos primeiros quatro meses do ano foi em média de R$ 190 por família.
O Renda Brasil também vai oferecer ferramentas para que brasileiros em situações emergenciais temporárias, possam sair da assistência social do governo.
“Qualquer brasileiro pode cair no Renda Brasil. Mas se ele não tiver mutilações físicas ou defeitos que o impeçam, se não for um idoso, mutilado, que vende bala no sinal e que não consegue ser empregado e merece ser amparado no Renda Brasil… Mas o brasileiro jovem, pode precisar emergencialmente. Vamos ter as ferramentas para ele sair da assistência social”, explicou.
Concessões
Segundo Guedes, o foco das concessões no setor de infraestrutura do Brasil não será no valor a ser arrecadado. “Estamos trabalhando como se não tivesse acontecido nada: vamos empurrar o produto e tentar vender mesmo com um preço mais baixo. Valorizamos mais o fluxo de investimentos futuros do que o valor a ser arrecadado no curto prazo. Eu prefiro que pague menos na outorga e invista mais”, disse.
O governo federal aposta no aumento de investimentos privados, incluindo estrangeiros, especialmente na área de infraestrutura do Brasil, para a retomada da atividade econômica no pós-pandemia.
A agenda para o pós crise também é focada nas reformas estruturais. Segundo o ministro, o presidente Jair Bolsonaro está determinado a dar continuidade as propostas reformistas. “Nosso Congresso vai avançar com reformas que permitem destravar horizonte de investimentos”, afirmou.
Tributária e Administrativa
Guedes destacou que a proposta do governo federal para reforma tributária já está “absolutamente pronta”, no entanto, o presidente ainda aguarda um alinhamento político para encaminhar o texto ao Congresso. “Já está pronto, está absolutamente pronto para ser disparado, e agora nós temos que justamente fazer os acordos políticos para ver como vamos fazer”, comentou.
Ele adiantou que a ideia é criar uma nova base tributária, podendo ser em transações e pagamentos digitais, ao em vez de elevar a tributação na renda. “Vamos apresentar nosso IVA federal, integrando PIS e Cofins. Vamos reduzir tributos para empresas e entrar com aumento de imposto sobre dividendos”, detalhou.
Guedes ainda ressaltou seu comprometimento no combate ao aumento de gastos públicos. Segundo ele, a reforma administrativa voltará a ser discutida ainda neste governo.
O ministro reforçou que as pautas prioritárias do governo deverão ser projetos com potencial de investimentos, como o marco regulatório do gás e a regulamentação da cabotagem. Ele acredita que, por terem potencial de atrair investimentos de forma rápida, os projetos possam ser aprovados em até 90 dias. “Isso significa destravar investimentos. Daqui a dois, três meses os investimentos já vão estar sendo disparados”, argumentou.
Setor externo
O ministro afirmou que, por não estar integrado às cadeias globais de produção, o Brasil escapou do grande choque externo sofrido pelas economias integradas com a quebra de fluxo no comércio internacional.
Ao participar de uma cerimônia virtual em que a Funcex, fundação que produz estudos sobre comércio exterior, premiou o economista Marcos Troyjo, que foi secretário especial de assuntos internacionais da equipe de Guedes, o ministro destacou a resiliência das exportações brasileiras, justificada, principalmente, pela demanda chinesa.
Guedes comentou que, embora o coronavírus atinja o mundo inteiro a incapacidade do Brasil de se integrar às cadeias globais, que sempre foi uma “maldição”, acabou tornando-se uma “bênção” neste momento particular da história. Isso porque quando os países integrados interromperam seus fluxos de comércio, o Brasil foi menos atingido.
“Já estávamos fora das cadeias produtivas. Quando eles interromperam compras uns dos outros, nós fomos menos atingidos” observou Guedes. “Estamos sem levar um impacto tremendo do choque do coronavírus que outras economias receberam do ponto de vista do impacto externo … O impacto externo não foi tão potente porque não estávamos integrados”, acrescentou o ministro da Economia, sem ignorar, porém, os estragos causados pelos efeitos da pandemia na demanda doméstica.
As declarações de Guedes foram dadas na sequência de uma explanação do ministro sobre o processo de globalização e a integração de antigas economias socialistas ao capitalismo global.
Guedes diz que, enquanto nações que eram “vítimas do socialismo” no Oriente saíram da miséria, parte dos países europeus e o Brasil ficaram estagnados, sem acompanhar o progresso e as inovações.
“O Brasil afundou no tempo, foi perdendo dinâmica de crescimento. As correntes migratórias passaram a se dar para fora do Brasil. O Brasil perdeu o bonde da história”, afirmou o ministro.
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Prefeito pede apoio a Nicolau Jr para incluir Assis Brasil na zona de livre comércio
Ao receber pela primeira vez no exercício do mandato de prefeito de Assis Brasil, a visita oficial de um presidente do legislativo estadual, Jerry Correia colocou em pauta um assunto que classificou como injustiça.
O gestor recebeu na manhã desta sexta feira,4, no gabinete, o presidente da ALEAC Nicolau Jr e o líder do governo Manoel Moraes, numa agenda institucional. Jerry apresentou a equipe de secretários e pediu apoio para destravar o processo de inclusão de Assis Brasil em área de livre comércio.
“Assis Brasil é o município mais injustiçado do país. Estamos na fronteira de dois países e somos porta de entra e saída das exportações, mas não somos reconhecidos. Estou pedindo o apoio do presidente Nicolau e a união da bancada federal para corrigir essa injustiça “, pontuou o prefeito.
Jerry ainda solicitou uma audiência pública para debater a redefinição dos limites territoriais entre as cidades do Alto Acre e Sena Madureira. Segundo o gestor, tem prefeitura que construiu escola dentro da área de outro município.
O presidente Nicolau Jr agiu rápido e garantiu que na próxima semana já irá protocolar na ALEAC pedido para realização da audiência pública e garantiu que vai atuar no intercâmbio entre o parlamento estadual e a bancada federal para garantir que Assis Brasil também seja incluído na área de livre comércio.
“De fato estamos diante de uma injustiça. Uma cidade estratégica do ponto de vista geográfica não pode ser renegada como vem ocorrendo com Assis Brasil. Viemos aqui justamente para isso, ouvir as demandas e juntos, buscar soluções “, disse Nicolau.
Depois da reunião na prefeitura, Nicolau foi recepcionado pelos vereadores de Assis Brasil na Câmara Municipal onde apresentou o Centro de Apoio às Câmaras Legislativas.
O que é uma ZLC
Uma Zona de Livre Comércio (ZLC) é uma região onde países estabelecem acordos para reduzir ou eliminar barreiras comerciais. O objetivo é facilitar o comércio entre os países-membros.
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Vereadores e Secretaria de Obras debatem melhorias para bairros de Brasileia

Vereadores e gestores definem ações para melhorar infraestrutura em bairros de Brasileia
Iluminação, pavimentação, drenagem e rede de água são prioridades; secretário garante agilidade no atendimento das demandas
Brasileia, AC – Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (data), os vereadores Almir Andrade, Djailsom, Beto e Lucélia se encontraram com o secretário municipal de Obras, Josué, e o gerente de ramais, Zé Gabriele, para discutir melhorias urgentes nos bairros da cidade.
Principais demandas abordadas:
✔ Iluminação pública em áreas escuras ou com defeitos
✔ Pavimentação de ruas em locais de alto fluxo ou deteriorados
✔ Sistema de drenagem para evitar alagamentos em períodos chuvosos
✔ Ampliação da rede de água para garantir abastecimento regular
O secretário Josué afirmou que todas as solicitações serão atendidas o mais rápido possível, priorizando as regiões com maiores carências.
Os parlamentares da base governista estão percorrendo os bairros para ouvir a população e mapear necessidades específicas de cada comunidade.
Próximos passos:
– Elaboração de cronograma de obras
– Acompanhamento das demandas pela Câmara Municipal
– Novas reuniões para monitorar avanços
A iniciativa busca trazer respostas concretas para problemas históricos da cidade, com transparência e diálogo entre poder público e população.
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Homem ferido no pé com tiro em Epitaciolândia praticamente se evade do hospital por medo
Homem não identificado deixou o local após três horas de observação; polícia não tem registro formal do caso
Epitaciolândia, AC – Um homem, ainda não identificado, foi atingido por um tiro no pé esquerdo na noite desta quinta-feira (3), no bairro José Hassem, em Epitaciolândia. Após ser socorrido pelo SAMU e levado ao Hospital Raimundo Chaar, em Brasiléia, ele deixou o local, alegando temer uma possível invasão ao hospital.
Segundo informações preliminares, a vítima, que aparenta ter entre 30 e 40 anos, estava em estado estável e fora de perigo após o atendimento. No entanto, após cerca de três horas de observação, teria decido sair por conta própria, afirmando que se sentiria mais seguro em casa.
O incidente ainda não teria sido registrado no 5º Batalhão da Polícia Militar do Alto Acre nem na delegacia local. As circunstâncias do disparo permanecem obscuras: pode ter sido uma tentativa de homicídio ou um acidente durante o manuseio de arma de fogo.
As autoridades só poderão avançar nas investigações se o homem for localizado e prestar depoimento. Enquanto isso, o caso segue sem esclarecimentos, levantando dúvidas sobre possíveis ameaças ou conflitos não relatados.
A Polícia Civil e a PM devem intensificar buscas para identificar a vítima e apurar se houve crime ou negligência no uso de arma. A falta de registro formal dificulta a ação, mas testemunhas ou novas informações podem levar a uma denúncia.
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