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Queiroga vacina ministros e cotado para STF em Brasília
Ministros da Infraestrutura, AGU e TCU foram imunizados contra Covid-19 por Marcelo Queiroga, que é médico cardiologista

Da CNN, em São Paulo
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, vacinou três ministros contra a Covid-19 na manhã desta segunda-feira (5), no Hospital do Guará, administrado pelo governo do Distrito Federal.
Os ministros da Infraestrutura, Tarcísio Gomes; André Mendonça, advogado-geral da União e cotado para assumir uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal); e Jorge de Oliveira, do TCU (Tribunal de Contas da União) foram imunizados por Queiroga, que é médico cardiologista.
“O objetivo de estar aqui hoje com nossos ministros é mais uma vez reforçar a importância da campanha de vacinação contra a Covid-19 e, também, a da contra a gripe, que está acontecendo de maneira simultânea”, disse o ministro da Saúde.
Queiroga citou que o avanço da imunização no país impacta na queda da média móvel de óbitos e redução de internação hospitalar por pacientes da Covid-19.
“O Brasil já contratou mais de 630 milhões de doses de vacinas. Nós já atingimos mais de 45% da nossa população vacinável, aqueles acima dos 18 anos, com a primeira dose de vacina e os resultados já estão aí”, afirmou.
O ministro ainda disse que antevê um “cenário epidemiológico mais favorável” e, por isso, traça estratégias de enfrentamento a outros “problemas sanitários”.
“Como a síndrome pós-Covid e o enfretamento a doenças prevalentes, como as cardiovasculares, oncológicas, além de pacientes que necessitam de tratamento cirúrgico que estão represados. Temos desafio muito grande pela frente, mas estamos confiante,” disse Queiroga.
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Curitiba: 86% concordam com internação forçada de dependentes químicos

Um levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (27/1), indica que 86% dos moradores de Curitiba são favoráveis à internação compulsória de dependentes químicos.
Em 19 de dezembro, a gestão do prefeito Eduardo Pimentel (PSD) editou uma portaria que autoriza e regulamenta o “internamento involuntário de pessoas com transtornos mentais, associados ou não ao uso abusivo de álcool e outras drogas”.
Segundo a pesquisa, apenas 8,4% dos entrevistados se declararam contrários, 3,1% responderam que “depende da situação” e 2,5% disseram não saber ou não quiseram opinar.
A pesquisa ouviu 802 moradores de Curitiba. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.
O levantamento também perguntou se os entrevistados tinham conhecimento da portaria: 68,8% disseram que sim, enquanto 31,2% afirmaram não estar cientes.
Outro ponto abordado pela pesquisa foi se o entrevistado concordava ou discordava da afirmação de que, “em situações de risco grave, o poder público deve intervir para proteger a vida da própria pessoa e de terceiros, mesmo que ela não concorde com o atendimento naquele momento”.
Nesse item, 89,4% disseram concordar, 6% discordaram, 2,4% responderam que depende da situação e 2,2% afirmaram não saber ou preferiram não opinar.
Entenda a portaria
A norma foi publicada em 19 de dezembro de 2025. Segundo o texto da portaria, a internação involuntária depende de indicação médica e de justificativa formal, e só pode ser adotada quando, em razão da doença, o paciente apresentar ao menos uma das seguintes condições:
- incapacidade grave para os próprios cuidados;
- risco de morte ou de danos graves à saúde;
- risco de autoagressão ou de agressão a terceiros;
- possibilidade de prejuízo moral ou patrimonial;
- ameaça à ordem pública.
O documento ressalta ainda que a avaliação deve seguir critérios reconhecidos internacionalmente e não pode levar em conta fatores como condição econômica, posição política ou social, orientação sexual, ou pertencimento a grupos culturais, raciais ou religiosos, nem qualquer outro elemento alheio ao estado de saúde mental da pessoa.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Boate Kiss: 13 anos após tragédia, famílias esperam por memorial

Nesta terça-feira (27/1), o incêndio da Boate Kiss, ocorrido no interior do Rio Grande do Sul (RS), em Santa Maria, completa 13 anos. Desde o ocorrido, os familiares das vítimas fazem vigílias em frente ao local onde funcionava a Kiss, primeiro diante das ruínas da boate, e, agora, dos tapumes da obra do memorial às vítima,s que vem sendo construído desde julho de 2024.
A expectativa era de que o local ficasse pronto ainda em 2025, porém o projeto precisou passar por adaptações, porque os limites do terreno eram menores do que o que estava indicado no projeto inicial da obra. Por isso, a construção ficou interrompida entre fevereiro e dezembro de 2025.
Para que a obra pudesse ser retomada, a Prefeitura de Santa Maria incluiu no projeto intervenções no solo, com drenagem para manejo de águas pluviais, aterros controlados e regularização do solo.
O projeto também sofreu uma reclassificação no Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI), motivada pela decisão da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) de permitir a futura locação do memorial a terceiros.
Em virtude desse novo uso, foi necessário incorporar medidas adicionais de segurança, como a construção de um corredor lateral com ventilação mecânica forçada, estrutura indispensável para garantir a segunda rota de fuga exigida pelas normativas do Corpo de Bombeiros Militar.
Com o retorno das obras ao final do ano passado, o novo prazo de entrega está previsto para junho de 2026, segundo a prefeitura.
Saldo trágico de 242 mortos
A tragédia deixou , depois que um integrante da banda Gurizada Fandangueira acendeu um artefato pirotécnico dentro da casa noturna. O fogo encostou no teto da boate e se propagou pela espuma tóxica que recobria o teto.
A mãe de uma das vítimas, Marines Barcellos, diz que já está cansada de aguardar pela finalização da obra: “a gente queria descansar. Parece que estamos batendo em uma pedra, bate, bate e não acontece nada. Demorou para ter o julgamento, agora demora pra ter o memorial”.
Além da demora para entrega do memorial, ela critica a demora para a condenação dos réus. O júri do caso Kiss ocorreu somente em 2021, oito anos após a tragédia. Pórem, depois de serem condenados pelo júri, o Tribunal de Justiça gaúcho anulou as condenações, levando o caso para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Em setembro de 2024, o ministro Dias Toffoli derrubou a anulação, mas as condenações voltaram a valer com penas reduzidas, de cerca de 20 para 10 anos.
Como será o memorial
O memorial terá um jardim circular com 242 pilares de madeira, cada um com o nome de uma das vítimas.
De acordo com informações da prefeitura local, o memorial contará também com espaços para exposições e atividades alusivas à tragédia: “O memorial terá 383,65m² de área total construída distribuída em um único pavimento e inclui sala de escritório, sala multiúso, auditório, banheiros masculino e feminino, acessos ao auditório, depósito, área técnica, varanda e jardim. A construção terá uma estrutura mista de concreto armado e de madeira laminada colada (MLC).”
Para as famílias, que aguardam desde 2013 pelo memorial, a conclusão da obra representa muito mais do que um espaço físico.
“As memórias estão ali para serem lembradas e não deixarem a história morrer, além de contribuir para a prevenção [de novas tragédias]”, explica Flávio Silva, pai de uma das vítimas e presidente da AVTSM.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Dupla se passa por policial e mata homem dentro de casa em Alagoas

Um homem foi morto a tiros, na noite dessa segunda-feira (26/1), no bairro Bom Sucesso, em Arapiraca, Alagoas. De acordo com a Polícia Militar (PM), uma guarnição foi acionada para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída de bruços em um terreno por trás da residência, atingida por vários tiros. A esposa da vítima informou que estava deitada na cama com o companheiro quando dois homens saíram de um terreno ao lado da casa, invadiram o quarto e se identificaram como policiais. Em seguida, eles efetuaram dois disparos contra o homem.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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