Cotidiano
Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2025 é debatido em audiência pública na Assembleia Legislativa do Acre
Foi realizada nesta segunda-feira, 8, uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para deliberar sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o exercício financeiro de 2025. A PLOD 2025 foi submetida ao Legislativo pelo governo do Acre em 15 de maio deste ano.

Audiência pública foi conduzida pelo deputado estadual Tadeu Hassem. Foto: Neto Lucena/Secom
A LDO define as diretrizes e prioridades para a distribuição eficiente e transparente dos recursos financeiros destinados à implementação de políticas públicas essenciais, como saúde, educação, segurança, assistência social, infraestrutura e produção, entre outras. Essas diretrizes são estabelecidas de acordo com as prioridades do governo do Estado, sempre considerando as opiniões da sociedade.

Secretário de Estado de Planejamento, Ricardo Brandão, realizou a apresentação do PLOD 2025. Foto: Neto Lucena/Secom
Com destaque para um aumento significativo na previsão orçamentária e diversas iniciativas voltadas para o desenvolvimento socioeconômico, a receita total estimada é de R$ 11,1 bilhões, representando um crescimento nominal de 12,27% em relação a 2024. As receitas primárias correntes estão projetadas em R$ 10,2 bilhões.

Demonstrativo das metas anuais previstas na PLDO 2025. Imagem: Ascom/Seplan
A apresentação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2025 pelo governo do Estado do Acre ressalta o empenho contínuo em equilibrar as finanças públicas, estimular o desenvolvimento econômico e assegurar a oferta de serviços essenciais à população. As perspectivas favoráveis para o PIB e a inflação, combinadas com investimentos em infraestrutura e habitação, indicam um futuro promissor para o estado.
Sobre as metas previstas na PLDO 2025, o secretário de Planejamento, Ricardo Brandão, comentou que “Nós reforçamos nosso olhar em relação ao PPA 2024-2027, mas destaco as metas de infraestrutura, porque compreendemos que quando o Estado investe em infraestrutura, nós estamos gerando postos de trabalho, e essas oportunidades de trabalho se materializam numa melhor capacidade de consumo das famílias acreanas e, desta forma, a economia local se movimenta”.

“Oportunidades de trabalho se materializam numa melhor capacidade de consumo das famílias acreanas e, desta forma, a economia local se movimenta”, disse Ricardo Brandão. Foto: Neto Lucena/Secom
Várias metas e prioridades da PLDO 2025 possuem esse viés de potencializar a atividade econômica acreana, de melhorar a qualidade de vida da nossa população, e, principalmente, de dar a segurança ao poder público de ter governabilidade sobre o que está acontecendo no dia a dia da gestão, e isso só vai acontecer se realmente tivermos a habilidade e sobriedade de fazermos as discussões que precisam ser feitas”, declarou.
Durante o debate, o deputado estadual Tadeu Hassem destacou os Orçamentos da Criança e do Adolescente (Ocad) e Sensível ao Gênero (OSG), salientando que o governo do Acre é um dos primeiros estados brasileiros a implementar os orçamentos temáticos.
Lei de Diretrizes Orçamentárias
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) define os objetivos e prioridades da administração estadual para o ano subsequente. Entre suas funções, ela estabelece o montante de recursos que o governo pretende destinar às diversas áreas, delineia normas e impõe restrições e limites para as despesas dos diferentes poderes.
Elaborada anualmente, a LDO funciona como um guia para a criação do orçamento anual do governo do Acre. Ela determina quais áreas e setores receberão mais atenção e investimentos no próximo ano, de acordo com as prioridades governamentais e as necessidades dos acreanos.
Além disso, a LDO oferece as bases e orientações para a formulação da Lei Orçamentária Anual (LOA), especificando as metas fiscais e os limites de gastos para o governo. Esse processo garante que a administração dos recursos públicos seja realizada de maneira transparente e eficiente, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população.
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Câmara aprova redução de impostos com impacto de R$ 1,1 bilhão

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10/2) um projeto para reduzir os impostos da indústria química e petroquímica. A renúncia fiscal estimada para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026 será de R$ 1,1 bilhão.
O texto segue agora ao Senado.
Ao todo, o projeto pode causar um déficit de R$ 3,1 bilhões nos cofres públicos. No entanto, o relator da proposta, Carlos Zarattini (PT-SP), calcula que R$ 2 bilhões seriam compensados com a arrecadação do corte de benefícios fiscais e da taxação de bets e fintechs, aprovada pelo Congresso em 2025.
O projeto reduz as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins cobradas da indústria química e petroquímica, tanto na produção nacional quanto na importação de insumos estratégicos.
A redução ocorre de forma escalonada:
- De janeiro de 2025 a fevereiro de 2026, as alíquotas passam para 1,52% (PIS/Pasep) e 7% (Cofins);
- De março a dezembro de 2026, caem ainda mais, para 0,62% (PIS/Pasep) e 2,83% (Cofins).
O benefício vale para centrais petroquímicas e indústrias químicas que utilizam matérias-primas como etano, propano, butano, nafta petroquímica, gás natural, amônia e condensados, além de derivados como eteno, propeno, benzeno, tolueno e butadieno.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Primeiro lote do seguro-defeso beneficiará 154 pescadores artesanais do Acre
Pagamentos começam em 17 de fevereiro; benefício garante um salário mínimo mensal durante o período de defeso

A situação dos pedidos pode ser acompanhada pela Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal Gov.br. Foto: captada
Cento e cinquenta e quatro pescadores artesanais do Acre foram contemplados no primeiro lote do seguro-defeso, com pagamentos programados para ter início no próximo dia 17 de fevereiro. O auxílio, concedido pelo Governo Federal por meio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), assegura um salário mínimo por mês aos profissionais enquanto a pesca fica suspensa para proteção das espécies nativas.
Para receber o benefício, os pescadores precisaram atender a requisitos como registro atualizado no Registro Geral da Pesca (RGP), inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), apresentação do Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (REAP), residência em área coberta pelo defeso e não possuir outra fonte de renda além da pesca artesanal.
O valor é pago a cada 30 dias, podendo se estender por até cinco meses, conforme a duração do período de defeso em cada região. O cronograma de saques é definido com base na data de solicitação do auxílio. Pescadores não contemplados podem regularizar a documentação junto ao Ministério da Pesca e Aquicultura.
Requisitos Obrigatórios para Recebimento
Para serem contemplados, os profissionais precisaram cumprir todos os requisitos abaixo:
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Registro Atualizado no Registro Geral da Pesca (RGP).
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Inscrição Ativa no Cadastro Único (CadÚnico).
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Comprovação da Atividade via Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (REAP).
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Residência em localidade coberta pelo período de defeso.
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Não possuir outra fonte de renda formal além da pesca artesanal.
Informações para os Demais Pescadores
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Regularização: Quem não foi contemplado pode regularizar a documentação junto ao Ministério da Pesca e Aquicultura.
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Acompanhamento: A situação do pedido pode ser consultada:
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Pelo aplicativo ou site da Carteira de Trabalho Digital.
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Pelo portal Gov.br.
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Revisão: O portal Gov.br também traz orientações para solicitar revisão dos casos não aprovados inicialmente.
Finalidade do Programa
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Órgão Responsável: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) do Governo Federal.
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Objetivo: Garantir sustento aos pescadores artesanais durante o período de defeso, quando a pesca fica suspensa para a proteção e reprodução das espécies nativas.
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Confaz define novo preço médio do etanol no Acre a partir de fevereiro de 2026
Valor servirá de base para cálculo do ICMS e não representa, necessariamente, o preço nas bombas

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) definiu o novo Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) dos combustíveis no Acre, com vigência a partir do dia 16 de fevereiro de 2026. A atualização consta no Ato Cotepe/PMPF nº 4/2026, publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (10).
De acordo com a tabela divulgada pelo Ministério da Fazenda, o preço médio do etanol hidratado combustível (AEHC) no Acre foi fixado em R$ 5,2254 por litro. O valor será utilizado como base para o cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no estado.
No levantamento nacional, o Acre aparece com PMPF definido apenas para o etanol. Nesta atualização, não houve fixação de preços médios para outros combustíveis, como gasolina de aviação (QAV), gás natural veicular (GNV), gás natural industrial (GNI) ou óleo combustível.
O PMPF é utilizado pelos estados exclusivamente como referência para fins de tributação e não corresponde, necessariamente, ao preço final cobrado ao consumidor nas bombas, que pode variar conforme custos logísticos, margens de revenda e políticas comerciais adotadas pelos postos de combustíveis.

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