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“Problema de segurança no Acre diz respeito a todo o país”, diz Vanda Milani em audiência com ministro Sérgio Moro.

-Os grupos criminosos continuam ocupando espaço e suas ações estão cada vez mais audaciosas. A violência que acontece no Acre interessa a todo o Brasil já que se estende a todo o território nacional. É preciso coibir os grupos criminosos em nosso Estado para a defesa de todo o país- A afirmação é da deputada Vanda Milani(Solidariedade), em audiência, esta terça-feira,4,em Brasília, juntamente com o governador do Estado, Gladson Cameli, e integrantes da bancada federal acreana no Congresso Nacional com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.
A bancada insistiu junto ao ministro Moro que o problema de segurança no Acre é emergencial e que só o governo acreano não é suficiente para enfrentar tanta violência. “Apesar de todo o esforço do Governo do Estado, é preciso a união de esforços e apoio decisivo do Governo Federal para o combate ao crime”, insistiu a deputada. Foi inclusive solicitada a manutenção dos postos da Polícia Federal nos municípios de Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus, pontos estratégicos para a entrada de grupos ligados ao narcotráfico.
Maior Policiamento.
Vanda Milani chamou ainda a atenção para a necessidade de maior policiamento ostensivo nas ruas como forma de coibir as ações criminosas. Na reunião foi levantada, inclusive, a repressão boliviana às facções e uma possível extensão do Centro de Inteligência localizado em Manaus para a cidade de Rio Branco. Por seu lado, o ministro Sérgio Moro falou da necessidade de constitucionalizar a Força Nacional e lembrou o maior incremento nas policias Federal(PF) e Rodoviária Federal(PRF)com a maior execução de valores pelo Governo Federal nas forças de segurança.
Para Vanda Milani, é fundamental recuperar a sensação de segurança, “uma vez que hoje é a população que está pagando o preço da impunidade. Precisamos urgentemente de uma ação conjunta a fim de recuperar a força do Poder Público (estadual e federal) e tranquilizar a nossa comunidade, hoje assolada pela violência e insegurança que vem atingindo indistintamente as famílias acreanas”.
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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).
As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.
O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.
Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.
Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.
“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.
Relembre o caso
O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.
O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.
A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.
Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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